O Lobo de Wall Street
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4,5
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304 Críticas do usuário

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Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de maio de 2014
Regular, Leonardo DiCaprio adora fazer biografias, mas já tá ficando chato isso, por mais que atue bem, parecem sempre os mesmo personagens, vide "O Aviador", "J Edgar" e agora "O Lobo de Wall Street ".

Wall Street em NY deve ser um inferninho mesmo fantasiado de homens sérios de terno, não é o primeiro filme que retrata esse lado sujo de Wall Street, comprovando que onde há muito dinheiro, há todo tipo de pecados.

O filme é longo, 3 horas e não tem nada de interessante em assistir do início ao fim sempre quase as mesmas cenas: sexo, drogas e dinheiro, só isso repetidas vezes no filme inteiro.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2014
Em certo ponto de “O Lobo de Wall Street”, seu protagonista, o incansável Jordan Belfort fala algo como “nós somos depravados mesmo”. Outra frase não poderia resumir tão bem a tônica do novo filme de Martin Scorsese, onde os excessos se fazem presente, e mais: são necessários, imprescindíveis. Talvez por isso o filme seja de uma perspicácia tremenda, desde o código humorístico contido no título até à montagem frenética, que parece nunca parar, nem por um minuto sequer. E mesmo quando para, dá a impressão de poder surpreender o telespectador com um grito ou um susto a qualquer momento.

Scorsese tem muitos méritos no êxito do filme, ainda mais vindo do primeiro filme infantil de sua carreira praquele que talvez seja o seu mais subversivo, mas, o grande destaque mesmo é o roteiro inteligentíssimo de Terence Winter. Subvertendo em diversas maneiras a trajetória de seu protagonista, há pouquíssima ou nenhuma menção para aliviar a barra de Belfort, uma vez que tudo em torno dele está lá pra assumir o quão desprezível ele realmente é. Leonardo DiCaprio consegue atingir exatamente tudo o que lhe é exigido e é o auge de sua interpretação na parceria com Scorsese. Ele além de desprezível, é nojento, grotesco, mas, mesmo assim, é muito fácil entender o fascínio motivacional que causa em todos ao seu redor.

Milagrosamente sem mortes, as 3h de “O Lobo...” podem ser repetitivas, de certa forma, mas não há um momento sequer obsoleto. O filme é excesso, e a duração excessiva faz parte da intenção final para que seja possível entrar naquele delírio todo. A montagem é um declarado caos. Mas não saberia definir até que ponto essa maneira caótica de encadear as cenas é proposital (até porque há erros de continuidade no filme), mas, por mais apressada que ela possa parecer, e mais calma quando não há necessidade (e é), nunca prejudica o filme propriamente dito, porque, é até possível dizer, sua edição é uma dos grandes motivos para as imersões nessa loucura mostrada aqui.

Quando os coadjuvantes se fazem essenciais, um ou outro acaba se destacando. O fato é que a interpretação de Jonah Hill aqui é simplesmente a melhor de sua carreira até agora. Sempre achei um certo surto coletivo seu sucesso com “Moneyball”, há alguns anos atrás, mas aqui ele se justifica como um ótimo ator. Impagável, cria algo que é praticamente um sidekick de Jordan Belfort, mas que é essencial na trajetória do personagem. E já que estamos falando dos personagens que gravitam em torno do ponto central, o que é a participação de Matthew McConaughey? Definitivamente, pequena demais, faz querer muito mais daquele personagem.

Moralmente repreensível, subversivamente imprevisível e muito, muito divertido, o novo filme do Scorsese respira perversão e sexo como nenhum outro feito nessa década. E não digo no sentido explícito da coisa, mas em seu uso dentro da narrativa. Das cenas iniciais até o seu close final, é tudo sobre sexo, poder e drogas. Vale lembrar que é uma história real, baseada em pessoas que realmente existiram, mas sabe-se lá até que ponto o exagero é realmente um exagero no filme. Muito provavelmente, DiCaprio, quando o chama de um “Calígula” dos tempos atuais, esteja sendo bem mais certeiro do que prevíamos. O que fica, ao final, é uma obra-prima instantânea, que sem dúvida alguma, mesmo que não seja lá muito compreendido agora, entrará ao lado de vários outros filmes de seu diretor – um cara que entende tudo de Cinema - no hall de suas grandes obras. Tem poder de sobra pra reverberar pelos próximos anos.
Lucas S.
Lucas S.

293 seguidores 204 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de agosto de 2015
spoiler: Já adianto que tem pornografia, drogas e muito palavrões.
Sempre é bom contar com filme assim, que fogem do bom comportamento, um comédia dramática em que um grande corretor da bolsa de valores americana, ganha muito dinheiro de forma ilegal. Os acontecimentos se passa em torno de alguém que tem muito dinheiro e esbanja com coisas fúteis da vida. Boas interpretações, 03 horas de filme, mas é válido para se assistir.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de setembro de 2021
Lobo de Wall Street é uma excelente obra, longo mas nem sentimos o tempo passar!
Depravado, absurdo, debochado ao extremo, trata-se de um filme ousado como poucas vezes se viu.
Marcelo Marques
Marcelo Marques

67 seguidores 194 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2020
Filme bom, diferente, tem algumas cenas muito engraçadas, história repleta de curtição, prostituição, drogas, uma vida vivida no limite, proporcionada pelo excesso de dinheiro, enfim filme bacana, só acho que não precisava ser tão grande assim, 3 horas foi demais pra esse tipo de filme.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de janeiro de 2014
A quinta parceria entre o icônico Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio é uma obra de comédia/drama/policial /biografia que atira para todos os lados, bastante peculiar, à la Scorsese, com muita (muita mesmo) droga, sexo e dinheiro. Aliás, a glorificação do dinheiro, regado a muitas mulheres, ostentação, crime e drogas é a espinha dorsal desse filme. Jordan Belfort (DiCraprio) é um homem extremamente ambicioso que tem o sonho de ser milionário e conquista isso às custas do sonho de enriquecer alheio. Passa muita gente pra trás, e consegue alcançar o ápice daquilo que seria seu sonho, viver a vida aproveitando cada instante intensamente com tudo aquilo de melhor e pior que o dinheiro pode oferecer. O filme tem cenas antológicas, alguns momentos hilários e outros até bastante intensos dramaticamente falando. Porém é um filme longo demais, com aproximadamente 3 horas de duração. Embora não seja um filme daqueles que te dá sono, por ter um ritmo bem frenético, chega determinado momento que cansa. Há uma oscilação entre bons e inspirados momentos com cenas ora dispensáveis, ora ignóbeis. A parte técnica do filme, como era de se esperar, é de um apuro quase impecável, apesar de haver pelo menos uma cena com erro de continuidade gritante. Mas isso é o de menos. O elenco em sua grande parte é excelente. Leonardo DiCaprio realmente dá conta do recado, embora não me pareça sua melhor atuação. Vale muito a pena vê-lo nas cenas mais inusitadas e que pedem maior apelo emocional. Bom ver pontas de Matthew McConaughey, Kyle Chandler, Rob Reiner e Jean Dujardin. Contudo, me parece inexplicável a indicação a tantos prêmios do Jonah Hill como coadjuvante já que sua atuação é simplesmente exagerada e ridícula, nada mais. Para mim, quem rouba mesmo a cena é a belíssima Margot Robbie como Naomi, a segunda esposa de Belfort. Encantadora, sedutora e também excelente nas cenas que exigem mais dramaticidade. De resto, o filme é um bom passatempo, com direito a cenas muito boas, mas que deixa aquela sensação de que poderia ser melhor, já que não é nem de longe um dos melhores do cineasta. Isso que acontece quando se tem um nível muito alto de talento: sempre se espera algo que supere as expectativas. Bem, sem dúvidas é bem melhor que a “Invenção de Hugo Cabret”, seu longa anterior. Enfim, acho que por excesso de ‘excessos’, o “O Lobo de Wall Street” deixou um pouco a desejar, mas não deixa de ser aconselhável pra quem gosta de algo provocativo.
anônimo
Um visitante
0,5
Enviada em 22 de maio de 2014
Nesse filme a ambição leva Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), a ser um dos principais milionários dos Estados Unidos . No entanto, sua vida de dinheiro, sexo e drogas fica manchada quando o FBI começa a investigá-lo por fraudes de títulos de bolsa cometidas pela sua empresa financeira!
Bom, eu nunca gostei do ator Leonardo DiCaprio e nem de seus filmes, porquê não gosto da sua atuação!
Por isso achei esse filme horrível!
Abraços
Antowan
Antowan

18 seguidores 185 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de janeiro de 2026
3 horas de filme que passam voado !!! Filme realmente excelente , ótimo!!! Meu único arrependimento é ter demorado tanto pra assistir esse FILMAÇOOO

TOP DEMAIS!!!
Guilherme M.
Guilherme M.

197 seguidores 163 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de maio de 2014
Scorsese mais uma vez faz um filme sensacional fazendo o exagero uma obra-prima com DiCaprio explodindo com a sua melhor atuação até agora !!
Eduardo F.
Eduardo F.

183 seguidores 157 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de agosto de 2014
Que história! e que filme! mais uma grande direção de Scorcese, em mais uma parceria com Di Caprio, que tem uma atuação espetacular que já vale o filme, além da chocante história real de Jordan Belfort que criou uma empresa que ganhou milhões por meio de fraudes, e vivia em um mundo de ostentação e orgias. o filme também é especial por existirem poucos filmes de sucesso feitos com histórias que se passam no cativante mundo de negócios em Wall Street, o outro foi Wall Street - Poder e Cobiça, de 1987. Grande filme, grandes atuações, grande historia, obra prima do cinema.
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