Foi Apenas um Sonho
Média
3,9
1018 notas

59 Críticas do usuário

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Lorena R
Lorena R

58 seguidores 69 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de abril de 2013
Muito dramático, a atuação do Leo e da Kate é magnífica. Mostra como as pessoas podem se perder em um ideal de felicidade muito além de suas possibilidades, não percebendo que a verdadeira felicidade começa no nosso interior e se completa nas coisas externas. O desfecho é surpreendente e difícil!
Cláudia S.
Cláudia S.

53 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de julho de 2014
Que prazer ver uma história bem escrita, bem narrada e bem interpretada. Richard Yates, autor de Revolutionary Road, livro que deu origem ao filme, fala sobre pessoas que não conseguiram passar incólumes às profundas mudanças culturais do pós-Segunda Guerra. A segurança da vida em família, em uma aprazível casa no subúrbio ou viver a vida, ganhar o mundo, experimentar-se? Já seria uma escolha difícil para um indivíduo, quando se trata de um casal onde cada um representa um desses polos, o conflito se torna muito mais difícil de contornar. Mas a história aparentemente comum atinge grandeza sob as mãos de Sam Mendes que, sem interferir, dá espaço a dois gigantes, Caprio e Winslet, que defenderam, cada um deles, seus personagens como se se tratassem deles próprios. Belo, comovente, doído, uma aula de humanidade.
Marcelo Lopez
Marcelo Lopez

55 seguidores 56 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de novembro de 2013
O Sonho Americano não é garantia de felicidade na visão do diretor Sam Mendes ( Beleza Americana). E a busca pelo estilo de vida americano pode ser um caminho tortuoso onde os sonhos de um jovem casal se chocam com a necessidade de estabilidade econômica e status social. O filme mostra isso: o duelo de propósitos. De um lado a esposa April, interpretada por Kate Winslet, que é sonhadora, cheia de vida e deseja largar os comodismos para se aventurar e recomeçar a vida em Paris. Do outro lado Frank, o esposo interpretado por Leonardo DiCaprio, demonstra que prefere a a estabilidade e as possibilidades de crescimento profissional, mesmo insatisfeito com a situação, julgando ser melhor a permanência do casal nos Estados Unidos. Um filme que nos faz pensar sobre nossos ideais, a eterna busca por um propósito que nos faça sentir vivos e como é perigoso renegar nossos sonhos. Atuações dignas de Oscar do grande elenco.
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de março de 2018
Achei o filme interessante, focando muito no casal, tanto que as crianças pouco aparecem. As atuações de DiCaprio e Winslet são ótimas, e Michael Shannon quando aparece rouba a cena também. Um bom drama, pesado, intenso e que mostra que sem comunicação nada vai pra frente, principalmente no casamento. Recomendo!
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de março de 2019
O filme é um drama bem pesado, mas bom pra quem gosta de filmes assim, muito bem dirigido por Sam Mendes o mesmo de Beleza Americana, e ver Di Caprio e Winslet juntos de novo, é interessante.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 8 de setembro de 2018
filme sensacional. uma ótima forma de trabalhar com o assunto de ciclo de vida de uma vida em casal.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de junho de 2016
O ser humano e seus comportamentos durante toda a sua vida, crescemos com inúmeras vontades e para a maioria, uma delas é se apaixonar, construir uma família e ser feliz para sempre, como todo fã de um conto de fadas. Quando se apaixona, só é visto aquilo que é atraente na outra pessoa e metade das vontades que tinhas, desaparece ou ficam em silêncio, e o tal conto, já não passa a ser tão mágico. Então, movido pelo novas vontades e até parte delas compartilhadas (ou não haveria um relacionamento), uma família surge, com direto a filhos e tudo! Neste momento, o conto deixa de existir para se tornar realidade. As diferenças entre um e outro já não são ignoradas e sim exaltadas, pois aquilo que não incomodava, já não mais se acatava. O que um dia era aceitável, hoje não mais tolerável. Brigas ao invés de conversas, verdades desnecessárias são postas na mesa ao invés daquelas mentirinhas gostosas de se ouvir, tapas não tão gostosos podem surgir e o reino fantasioso começa a ruir. Vontades reprimidas começam a querer serem consumidas. E toda essa bagunça emocional somada com outros problemas, mexe com a cabeça de qualquer pessoa sã, deixa se de ter razão, para se envolver com emoção e justo em um momento em que elas devem coexistir. Traições, vícios (que nem sabíamos que tínhamos), mentiras, sentimentos confusos, tudo isso acontece em um piscar de olhos. Existe o amor quando concordado e o ódio quando contrariado. O problema, em minha opinião, é que bloqueamos aquela pessoa que um dia amamos, mas ela está lá, basta você abrir novamente seus olhos, mas como não sou psicólogo.....Toda essa derrota da fábula contra a vida como ela é, pode trazer uma doença muito grave, a depressão e se você não acredita nela, meu caro, sou mais um para dizer que é tão mortal quanto um câncer pode ser. Neste belo filme dramático (eu escrevi dramático!) do diretor Sam Mendes (ele que dirigiu BELEZA AMERICANA em 1999) nos mostra uma narrativa deste mundo romântico cruel e realístico. Ambientado nos anos 50, o enredo é sobre tentações, dúvidas, provações e o medo de trocar o certo pelo incerto. No meio de tudo isso, apresenta o casal protagonista, os Wheeler que para os vizinhos são o exemplo de vida a ser seguida como marido e mulher. Toda essa ficção versus a verdade é um dos chamativos. A trilha sonora também me chamou a atenção, seguindo bem o contexto da história. Palmas para a equipe Direção de Arte e Figurino, nota dez! Toda essa obra é uma adaptação de livro norte-americano Revolutionary Road (mesmo título em inglês), escrito por Richard Yates em 1961, e não sei se é fiel, mas arrisco em dizer que muito bem adaptado cinematograficamente, que nos faz perguntar quantas pessoas não gostariam de trocar o marasmo e a infelicidade eterna por uma aventura? Por que deixar de viver, de procurar a felicidade? Nem se percebe o tempo passar ao ver esta película..... E o elenco, aaaaah, o elenco! Muito bem selecionado e com ótimas atuações e temos novamente o par amoroso de TITANIC (1997), Leonardo DiCaprio (mais uma vez impecável e parece que toma formol, pois continua com a mesma cara) e Kate Winslet (mais um motivo para explicar o porquê sempre concorre ao Oscar e o tempo só fez bem para a beleza desta mulher) e não é difícil imaginar que esta poderia ser a vida de Jack Dawson (DiCaprio) e Rose DeWitt Bukater (Winslet) caso ambos tivessem sobrevivido ao acidente do navio, só que desta vez, o momento fatídico não seria o de Jack...
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de setembro de 2016
Não fale a ninguém os seus planos pois a inveja tem ouvidos,essa frase nunca fez tanto sentido como nesse filme.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 881 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de maio de 2025
O filme contou com a direção de Sam Mendes e conta a história de um jovem casal April ( Kate Winslet) e Frank (Leonardo DiCaprio) que vivem no subúrbio de Connecticut, nos Estados Unidos, nos anos 1950. Tentando fugir das convenções impostas pela sociedade e de suas vidas tediosas, ambos decidem ir para Paris com seus 2 filhos. Mas será que ambos estão dispostos a sair do comodismo? Depois de 11 anos do último encontro do casal mais famoso dos anos 1990 do cinema ( titanic 1997), ambos estão de volta no sentido oposto. Se em Titanic era um início de uma paixão, aqui é o fim amargo. April e Frank vivem uma vida comum com Frank trabalhando há 10 anos em um emprego que não gosta e April cuidado da casa e dos seus 2 filhos. A vida cai na monotonia e ambos sentem o peso da existência ( especialmente April que decide ir tentar algo novo em Paris com seu marido). Evidentemente que precisamos voltar para os ano 1950 e entender que as convenções sociais eram mais rígidas para as mulheres: lava, limpar e cuidar dos filhos era uma função "natural " da época. Para fugir disso, April cria um mundo perfeito em Paris e é triste quando ela percebe que não irá conseguir ir, a ideia do fracasso machuca qualquer um. O filme tem um toque existencialista com boas críticas sociais, mas talvez muitos não curtiram o filme por esperar um grande novo romance outrora vivido pelos atores, mas vemos um verdadeiro drama dos anos 1950, que ainda se revela muito atual. O filme recebeu 3 indicações ao oscar de 2009: Melhor Ator Coadjuvante (Michael Shannon, o vizinho esquizofrênico), direção de arte e melhor figurino.
Paula S.
Paula S.

13 seguidores 40 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de abril de 2016
"Podemos querer ser alguém, mas nunca vamos saber o preço que ela pagou". No caso a história relata dos Wheeler, uma família que aparenta ser um conto de fadas, sem altos e baixos. Mas nem tudo é uma chuva de pratas... com muitas diversidades e desentendimento. Nem tudo dura e nem todos são felizes para sempre. Na última cena de é que captei a mensagem do filme. Existem pessoas que só pensam em falar da vida dos outros, julgar e opinar, no entanto isso acaba sendo inconveniente demais quando não se tem limites e torna a própria vida do "comentador" um pesadelo e tudo começa a desmoronar, brigas e mais brigas, contendas. O esposo da personagem Helen Givings (interpretada pela Kathy Bates) está vivo só por causa do aparelho auditivo que usa, fiquei realmente espantada e infelizmente é o que acontece em algumas famílias atualmente.
O que isso tem a ver com o título do filme? Podemos afirmar que os personagens protagonistas estão em busca dos sonhos a serem realizados, porém não conseguem e daí surge muito desentendimento. Antes de se mudarem para a nova casa, estavam em busca de conforto, mas além disso estava faltando algo para complementar, a realização de sonhos e a busca do que realmente gosta. Quando chegam nesse bairro todos os vêem como exemplos e acabam querendo ser iguais a eles. Muitas brigas, traições e drama. Imaginei que essa trama poderia representar o futuro dos personagens Jack e Rosie de "Titanic".
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