Não recomendado para menos de 10 anos
Um casal encontra uma casa aparentemente vazia no campo e, ao entrar nela, passa a explorar os cômodos do local. Em determinados momentos surge em cena o próprio diretor, Manoel de Oliveira, que explica o porquê de estar se mudando daquela casa, onde viveu por mais de 40 anos, e ainda faz um retrato de sua vida e carreira.
3,0
Legal
Visita ou Memórias e Confissões
Filme-testamento
por Francisco Russo
Visita ou Memórias e Confissões é um filme bem particular e, como tal, é necessário saber um pouco de seu contexto para apreciá-lo. Rodado em 1981, seu diretor Manoel de Oliveira ordenou que ficasse arquivado na Cinemateca de Portugal para que fosse exibido apenas após seu falecimento. Na época, Manoel tinha 73 anos; faleceu 33 anos depois, aos 106. Sua primeira exibição foi no Festival de Cannes de 2015, dentro da mostra Cannes Classics.
Diante de tal característica, é óbvio que o longa-metragem atrai uma reverência ao diretor e o tanto que representou para o cinema. Entretanto, paradoxalmente, Visita... em momento algum é um filme de auto-exaltação. Pelo contrário, nele é possível conferir um Manoel de Oliveira bastante sincero, onde fala abertamente que estava vendendo a casa para pagar dívidas - "nunca fui um homem de indústria", ele assume - e sua própria esposa alerta que "não se p
Ler a crítica
1:30



Na gaveta
Pronto desde 1982, o filme permaneceu arquivado na Cinemateca de Portugal até o falecimento de Manoel, em 2015, conforme sua vontade.
Festival de São Paulo
Selecionado para a 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
Nacionalidade
Portugal
Distribuidor
CineSesc
Ano de produção
1982
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-