Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Adriano Côrtes Santos
1.006 seguidores
1.229 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 1 de dezembro de 2024
O filme é um marco cultural, com atuações memoráveis, diálogos poderosos e uma mensagem ousada para sua época. "Adivinhe Quem Vem para Jantar" (1967), dirigido por Stanley Kramer, é um clássico do cinema que aborda o preconceito racial em plena luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. O filme gira em torno de Joanna Drayton (Katharine Houghton), uma jovem idealista, que apresenta seu noivo, o respeitado doutor John Prentice (Sidney Poitier), um homem negro, a seus pais liberais, Matt (Spencer Tracy) e Christina Drayton (Katharine Hepburn). Apesar de suas convicções progressistas, os pais de Joanna ficam chocados com a relação, e a história se desenrola ao longo de um único dia, no qual todos os personagens enfrentam seus próprios preconceitos e valores.
O filme destaca-se pela força do elenco, com performances emocionantes, especialmente de Spencer Tracy, em seu último papel, e Katharine Hepburn, que ganhou o Oscar de Melhor Atriz. Apesar de transmitir uma mensagem poderosa de tolerância e aceitação, a narrativa é criticada por centrar-se no desconforto dos pais brancos e por idealizar John Prentice como um homem impecável, reduzindo a complexidade das questões raciais. Mesmo com um tom didático e algumas simplificações, o longa foi revolucionário para sua época e continua sendo um marco cultural que desafia preconceitos e celebra o amor como força transformadora.
na minha opinião os pais do casal fizeram uma tempestade num copo d'agua. nos anos 60, hoje ou em qualquer época sempre teve casamentos assim e sempre terá . ( negro com branca. . . negra com branco. . . mulher mais velha que o homem. . . homem com idade de ser pai ou avo da mulher e etc ) não vejo um grande problema nisso , alias não vejo problema algum desde que o casal se amem de verdade e como diria a CHIQUINHA ou o SEU MADRUGA do seriado infantil CHAVES : não é aquela coisa que se diga NOSSA MAIS QUE MARAVILHA DE FILME ! ! ! mas é um bom filme .
Um grande de peso, nesse filme que é retrata o melhor dos anos 60.As atuações de todo o elenco.Katharine Hepburn e Spencer Tracy, ambos muito comovente, parece que ela se despede de Spencer, o tempo todo nesse filme.E Spencer no final dá um show de interpretação. Um filme para ser revisto, e para quem não viu não deixar de ver.
Há filmes que se podem ver várias vezes porque cada nova ocasião mostra detalhes que nos passaram desapercebidos. Não são muitos mas este é um deles. A conversa entre Sidney Poitier e o pai, uma das melhores do género "matar o pai".
O preconceito racial é tratado neste filme de forma aberta, porém com uma notável delicadeza e sem sentimentalismos. Um belo filme que trabalha com um tema infelizmente contemporâneo mesmo que muitas vezes velado. As atuações são tão impecáveis que dispensam qualquer comentário. Recomendo.
O filme trabalha o tema preconceito racial sem fazer sensacionalismo, da maneira como ele se apresenta nos dias atuais, de forma sutil, como um incômodo não admitido. Sidney Poitier se destacou mais uma vez, junto a Katharine Houghton, que fez seu par romântico. Todavia o filme é de certo modo apático, talvez pelo excesso de diálogos mornos e por ser um tanto quanto previsível.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade