É um filme complicado de se comentar, pois o que ele quer apresentar é a sensação de claustrofobia, repulsa e acima de tudo pertubar o espectador. E ele consegue nos deixando a beira dos nervos, mas o que temos a acrescentar a nossas simples vidas vendo uma família de burgueses americana sendo molestados por possíveis "playboys intediados"? E aquela cena do controle remoto? Vale discussão para um fim de semana inteiro. Gostaria de assistir o original.
O clima é o mais agradável possível. A família viaja, descontraída, em busca de férias, nadando em águas cristalinas em um ambiente o mais naturalista e distante da urbanização comum. Nada de muvuca de pessoas, barulhos e violência... este útlimo item, pelo menos era o que acreditavam que encontrariam. Inocente engano. A frieza austríaca de Michael Haneke invade a fita e logo um simpático jovem vestido de branco pede ovos, símbolo máximo da boa vizinhança. O terror tem início. A família é posta a prova de seu amor incondicional, e tudo teria um fim agradável com bandidos sendo mortos em qualquer fita glamurosa Hollywoodiana. Mas estamos diante de uma fita angustiante e claustrofóbica; mas acima disso, provocadora e detentora de recursos metaligüisticos que faz com que sejamos usados como cúmplice das atrocidade cometidas. Se é divertido assistir pessoas sendo gratuitamente degoladas, amputadas, molestadas, como ocorre na safra americana de filmes de terror que faturam milhões mundo a fora, qual seria o mal de ver uma inocente família ser destroçada por dois deliquentes engraçadinhos? A resposta vem na obra mais crua, bruta e psicologicamente violenta que o cinema conseguiu fazer. Funny Games, seja o original de Haneke ou a refilmagem de Haneke, é obrigatório.
Essa galera que fica tentando destrinchar o filme, "o que o diretor estava pensando em tal momento"; "nesse momento ele fez uma crítica"; "Essa parte não faz sentido pra mim"... vocês são chatos pra caralho! Cinema é arte... A análise lógico/matemática , certinha, quantificada e detalhada não deveria ser usada para defiir o valor estético das coisas.
Como as pessoas não gostaram desde filme? Sei que é complicado de entender e tal a primeira vista, mas olhando atento aos detalhes e a cada cena faz- nos ver o quão genial é a idéia desde filme. E sim todas as cenas tem sentido, principalmente a do controle remoto que é muito criticada.
"Funny Games U.S." é mais do que um simples remake americano. Ele faz uma crítica, de forma irônica, a violência fria e gratuita que tanto nós gostamos de ver, seja no cinema, na televisão ou nos videogames. Isso fica claro quando um dos serial killers olha e conversa com o telespectador. A idéia é boa, mas por ter sido mal compreendido pela maioria, acredito que ele não tenha passado de um suspence monótono e óbvio. Não há uma expectativa sobre a sobrevivencia da familia, muito menos torcida. Os "bad guys" acabam se tornando mais interessantes do que qualquer outra coisa no filme. E algumas pessoas acabam gostando mais deles do que das próprias vitimas. Já ouvi vários motivos para a existência da cena com o controle remoto, mas sinceramente, não encontrei uma que fosse realmente convincente, e que talvez expressasse a idéia do diretor. Resumindo: ainda não entendi aquilo! Fora as várias cenas paradas, um roteiro nada tenso e as várias chances da família se livrar dos homens, é legal o modo que eles mostram os dois garotos mimados e intediados fazendo suas "brincadeiras" de mau gosto. Um filme bom pra ser discutido. - 8,0
Fraco , sem nexo , ruim.Se fosse no Brasil só a cena do controle remoto já o condenaria mas como é no "estrangeiro" o pessoal joga esse papo de quarta parede .O casal parece até um bando de retardados e o garoto era o único que parecia ter sangue nas veias.Os psicopatas mas parecem dois nerds sem ter o que fazer.Muito ruim.
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