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JORNADA NAS ESTRELAS IX: INSURREIÇÃO (1998)
Ano de lançamento: 1998
Duração: 1h43min
Direção: Jonathan Frakes
Gêneros: Ficção científica, aventura, ação e drama
PRINCIPAIS ATORES E PERSONAGENS
Patrick Stewart — Jean-Luc Picard
Jonathan Frakes — William Riker
Brent Spiner — Data
LeVar Burton — Geordi La Forge
Michael Dorn — Worf
Marina Sirtis — Deanna Troi
Gates McFadden — Dra. Beverly Crusher
F. Murray Abraham — Ru'afo
Donna Murphy — Anij
Anthony Zerbe — Almirante Dougherty
ESTÓRIA
Depois de Jornada nas Estrelas: Geração (1994) e Primeiro Contato (1996), chegamos ao terceiro filme da chamada era Picard.
Desta vez, a Enterprise descobre uma conspiração envolvendo os Ba'ku, um povo aparentemente simples e pacífico que vive em um planeta com uma característica extraordinária.
Os anéis que circundam o planeta liberam uma energia capaz de regenerar organismos vivos. O resultado é impressionante: os habitantes do planeta podem permanecer jovens durante centenas de anos.
E, obviamente, quando alguém descobre uma espécie de “fonte da juventude”, aparecem aqueles que querem colocar as mãos nela.
Surge então o povo Son'a, uma sociedade que passou por diversas intervenções para tentar prolongar a vida e recuperar a juventude. Eles querem controlar o planeta e utilizar sua energia regenerativa.
Picard percebe que existe algo muito errado nessa operação e decide desafiar as ordens da própria Federação.
Até aí, tudo bem.
O problema é quando o filme começa a explicar quem realmente são os Son'a.
E aí...
Kkkkkkkkk!
溺 A GRANDE REVELAÇÃO
Descobrimos que os Son'a são, na verdade, descendentes dos próprios Ba'ku.
Ou seja: o povo que parece estar tentando roubar o segredo da juventude daquele planeta possui origem justamente naquele mesmo povo.
E aqui está um dos meus maiores problemas com o filme.
Não é que uma reviravolta não possa funcionar.
O problema é quando a reviravolta parece criada apenas para justificar o roteiro.
Depois de Primeiro Contato, esperava-se uma nova aventura cinematográfica capaz de elevar a geração Picard.
Mas temos novamente uma história envolvendo um grupo estranho, uma ameaça tecnológica e uma solução que parece cada vez mais difícil de levar a sério.
No filme anterior, tínhamos os humanoides robóticos, os Borgs.
Agora temos os caras da plástica!
Kkkkkkkkk!
Parece que a franquia decidiu trocar os monstros cibernéticos pelos monstros da cirurgia estética.
CRÍTICA
Para mim, Insurreição é um filme que deixa muito a desejar justamente onde deveria ser mais forte: na história e no roteiro.
A ideia inicial até é boa.
Um planeta capaz de prolongar a juventude e a vida humana durante centenas de anos é uma excelente premissa para ficção científica.
Poderíamos discutir a ganância humana.
Poderíamos discutir a desigualdade.
Poderíamos perguntar quem teria direito a viver 300 ou 400 anos.
Imagine governos, empresas e pessoas poderosas disputando uma tecnologia capaz de praticamente eliminar o envelhecimento.
Isso poderia render um filme extraordinário.
Mas Insurreição não vai tão longe.
Ele apresenta a ideia, cria o conflito e depois começa a desenvolver uma trama que, para mim, parece cada vez mais artificial.
É como se o filme tivesse uma grande pergunta científica nas mãos, mas preferisse transformá-la em uma disputa relativamente simples por um planeta.
陸 A OBSESSÃO PELA JUVENTUDE
Existe, porém, uma crítica interessante escondida aqui.
Os Son'a representam pessoas que não aceitaram envelhecer.
Fizeram procedimentos, modificações, enxertos e intervenções para tentar manter a aparência e prolongar a vida.
E quanto mais tentaram escapar da natureza, mais deformados ficaram.
Isso poderia ser uma crítica brilhante à obsessão humana pela juventude.
A sociedade moderna também possui essa obsessão.
Queremos viver mais.
Queremos parecer mais jovens.
Queremos eliminar marcas do tempo.
Queremos vencer a velhice.
Mas o filme poderia ter aprofundado muito mais essa discussão.
Porque existe uma pergunta filosófica enorme:
Se pudéssemos viver 300 ou 400 anos, continuaríamos sendo as mesmas pessoas?
E mais:
Quem teria acesso a essa vida prolongada?
Os ricos?
Os governantes?
Os militares?
Toda a humanidade?
Essa seria uma discussão fantástica para Star Trek.
Mas o roteiro não parece interessado em explorar todo esse potencial.
FALTA DE FICÇÃO CIENTÍFICA
Esse é outro ponto que me incomoda.
Eu queria mais Jornada nas Estrelas.
Mais exploração.
Mais espaço.
Mais tecnologia.
Mais ciência.
Mais batalhas.
Mais Enterprise.
Mais sensação de estarmos diante de uma grande aventura cinematográfica.
Em vez disso, grande parte do filme fica concentrada em um planeta e em uma disputa política.
Não acho que Star Trek precise ser apenas batalha espacial.
Muito pelo contrário.
A grande força da franquia sempre foi conseguir utilizar a ficção científica para discutir questões humanas.
Mas aqui, para mim, nem a ação consegue empolgar completamente, nem a filosofia consegue aprofundar suficientemente suas ideias.
O resultado fica no meio do caminho.
易 E O ROTEIRO?
É aqui que minha nota despenca.
O filme tenta parecer inteligente.
Tenta apresentar uma grande conspiração.
Tenta criar uma discussão sobre ética, vida, juventude e os princípios da Federação.
Mas algumas decisões do roteiro acabam produzindo o efeito contrário.
Em vez de eu terminar o filme pensando:
“Que história inteligente!”
Minha reação foi:
“É sério isso?”
Kkkkkkkkk!
E quando um filme de ficção científica começa a fazer o espectador questionar não a filosofia apresentada, mas a lógica do próprio roteiro, alguma coisa deu errado.
A revelação sobre a origem dos Son'a deveria aumentar o impacto emocional.
Para mim, acaba produzindo justamente o contrário.
Parece uma solução conveniente para fechar a história.
ATUAÇÕES
Patrick Stewart continua sendo um excelente Jean-Luc Picard.
Mesmo quando o roteiro não ajuda, Stewart consegue transmitir a autoridade, inteligência e humanidade do personagem.
Jonathan Frakes, Brent Spiner, Michael Dorn, LeVar Burton, Marina Sirtis e Gates McFadden mantêm a química da tripulação, embora muitos personagens tenham pouco espaço.
F. Murray Abraham entrega uma atuação competente como Ru'afo, mas seu personagem não alcança a força que poderia ter.
PRODUÇÃO, FOTOGRAFIA E EFEITOS
Visualmente, Insurreição é competente.
A fotografia do planeta transmite uma sensação de tranquilidade e contrasta com o ambiente tecnológico da Enterprise e dos Son'a.
Os efeitos especiais são bons para sua época.
As naves continuam sendo um dos grandes atrativos da franquia.
Mas existe uma diferença entre um filme visualmente competente e um filme cinematograficamente marcante.
E, para mim, Insurreição está muito mais próximo do primeiro caso.
CONCLUSÃO
Jornada nas Estrelas IX: Insurreição tinha uma premissa que poderia ter produzido um filme muito mais profundo.
Um planeta capaz de regenerar os seres vivos.
Pessoas vivendo 300, 400 anos.
Uma sociedade desesperada para recuperar a juventude.
A Federação envolvida em interesses questionáveis.
Picard desafiando seus próprios superiores.
Tudo isso tinha potencial para uma grande obra de ficção científica.
Mas o roteiro não consegue transformar esse potencial em uma experiência realmente grandiosa.
E quando chegamos à revelação de que os “vilões da plástica” são descendentes do próprio povo do planeta, eu simplesmente perdi a conexão com a história.
Kkkkkkkkk!
Depois de Primeiro Contato, eu esperava que o terceiro filme da geração Picard trouxesse novamente aquela sensação de aventura espacial que justificasse uma experiência cinematográfica.
Mas Insurreição me parece mais um episódio estendido de televisão do que um grande filme de Star Trek.
E existe uma ironia nisso tudo.
O filme fala sobre pessoas que querem viver eternamente.
Mas, para mim, a história parece ter dificuldade até mesmo para sobreviver às suas próprias ideias.
⭐ NOTA: 4,0 / 10
Vale a pena assistir?
Para os fãs de Star Trek, certamente existe curiosidade e alguns bons momentos. Patrick Stewart continua excelente, a Enterprise está lá e a discussão sobre juventude e envelhecimento possui potencial.
Mas, como cinema, considero um filme abaixo do que a geração Picard poderia oferecer.
Entre:
Jornada nas Estrelas: Geração — 1994
Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato — 1996
Jornada nas Estrelas: Insurreição — 1998
Jornada nas Estrelas: Nêmesis — 2002
Insurreição é, para mim, um dos capítulos mais fracos.
Nota: 4/10.
Porque uma grande franquia precisa respeitar a inteligência do seu público.
E quando a reviravolta faz o espectador pensar “Kkkkk... vocês estão falando sério?”, talvez o problema não esteja no espectador.
Talvez esteja no roteiro.
Ano de lançamento: 1998
Duração: 1h43min
Direção: Jonathan Frakes
Gêneros: Ficção científica, aventura, ação e drama
PRINCIPAIS ATORES E PERSONAGENS
Patrick Stewart — Jean-Luc Picard
Jonathan Frakes — William Riker
Brent Spiner — Data
LeVar Burton — Geordi La Forge
Michael Dorn — Worf
Marina Sirtis — Deanna Troi
Gates McFadden — Dra. Beverly Crusher
F. Murray Abraham — Ru'afo
Donna Murphy — Anij
Anthony Zerbe — Almirante Dougherty
ESTÓRIA
Depois de Jornada nas Estrelas: Geração (1994) e Primeiro Contato (1996), chegamos ao terceiro filme da chamada era Picard.
Desta vez, a Enterprise descobre uma conspiração envolvendo os Ba'ku, um povo aparentemente simples e pacífico que vive em um planeta com uma característica extraordinária.
Os anéis que circundam o planeta liberam uma energia capaz de regenerar organismos vivos. O resultado é impressionante: os habitantes do planeta podem permanecer jovens durante centenas de anos.
E, obviamente, quando alguém descobre uma espécie de “fonte da juventude”, aparecem aqueles que querem colocar as mãos nela.
Surge então o povo Son'a, uma sociedade que passou por diversas intervenções para tentar prolongar a vida e recuperar a juventude. Eles querem controlar o planeta e utilizar sua energia regenerativa.
Picard percebe que existe algo muito errado nessa operação e decide desafiar as ordens da própria Federação.
Até aí, tudo bem.
O problema é quando o filme começa a explicar quem realmente são os Son'a.
E aí...
Kkkkkkkkk!
溺 A GRANDE REVELAÇÃO
Descobrimos que os Son'a são, na verdade, descendentes dos próprios Ba'ku.
Ou seja: o povo que parece estar tentando roubar o segredo da juventude daquele planeta possui origem justamente naquele mesmo povo.
E aqui está um dos meus maiores problemas com o filme.
Não é que uma reviravolta não possa funcionar.
O problema é quando a reviravolta parece criada apenas para justificar o roteiro.
Depois de Primeiro Contato, esperava-se uma nova aventura cinematográfica capaz de elevar a geração Picard.
Mas temos novamente uma história envolvendo um grupo estranho, uma ameaça tecnológica e uma solução que parece cada vez mais difícil de levar a sério.
No filme anterior, tínhamos os humanoides robóticos, os Borgs.
Agora temos os caras da plástica!
Kkkkkkkkk!
Parece que a franquia decidiu trocar os monstros cibernéticos pelos monstros da cirurgia estética.
CRÍTICA
Para mim, Insurreição é um filme que deixa muito a desejar justamente onde deveria ser mais forte: na história e no roteiro.
A ideia inicial até é boa.
Um planeta capaz de prolongar a juventude e a vida humana durante centenas de anos é uma excelente premissa para ficção científica.
Poderíamos discutir a ganância humana.
Poderíamos discutir a desigualdade.
Poderíamos perguntar quem teria direito a viver 300 ou 400 anos.
Imagine governos, empresas e pessoas poderosas disputando uma tecnologia capaz de praticamente eliminar o envelhecimento.
Isso poderia render um filme extraordinário.
Mas Insurreição não vai tão longe.
Ele apresenta a ideia, cria o conflito e depois começa a desenvolver uma trama que, para mim, parece cada vez mais artificial.
É como se o filme tivesse uma grande pergunta científica nas mãos, mas preferisse transformá-la em uma disputa relativamente simples por um planeta.
陸 A OBSESSÃO PELA JUVENTUDE
Existe, porém, uma crítica interessante escondida aqui.
Os Son'a representam pessoas que não aceitaram envelhecer.
Fizeram procedimentos, modificações, enxertos e intervenções para tentar manter a aparência e prolongar a vida.
E quanto mais tentaram escapar da natureza, mais deformados ficaram.
Isso poderia ser uma crítica brilhante à obsessão humana pela juventude.
A sociedade moderna também possui essa obsessão.
Queremos viver mais.
Queremos parecer mais jovens.
Queremos eliminar marcas do tempo.
Queremos vencer a velhice.
Mas o filme poderia ter aprofundado muito mais essa discussão.
Porque existe uma pergunta filosófica enorme:
Se pudéssemos viver 300 ou 400 anos, continuaríamos sendo as mesmas pessoas?
E mais:
Quem teria acesso a essa vida prolongada?
Os ricos?
Os governantes?
Os militares?
Toda a humanidade?
Essa seria uma discussão fantástica para Star Trek.
Mas o roteiro não parece interessado em explorar todo esse potencial.
FALTA DE FICÇÃO CIENTÍFICA
Esse é outro ponto que me incomoda.
Eu queria mais Jornada nas Estrelas.
Mais exploração.
Mais espaço.
Mais tecnologia.
Mais ciência.
Mais batalhas.
Mais Enterprise.
Mais sensação de estarmos diante de uma grande aventura cinematográfica.
Em vez disso, grande parte do filme fica concentrada em um planeta e em uma disputa política.
Não acho que Star Trek precise ser apenas batalha espacial.
Muito pelo contrário.
A grande força da franquia sempre foi conseguir utilizar a ficção científica para discutir questões humanas.
Mas aqui, para mim, nem a ação consegue empolgar completamente, nem a filosofia consegue aprofundar suficientemente suas ideias.
O resultado fica no meio do caminho.
易 E O ROTEIRO?
É aqui que minha nota despenca.
O filme tenta parecer inteligente.
Tenta apresentar uma grande conspiração.
Tenta criar uma discussão sobre ética, vida, juventude e os princípios da Federação.
Mas algumas decisões do roteiro acabam produzindo o efeito contrário.
Em vez de eu terminar o filme pensando:
“Que história inteligente!”
Minha reação foi:
“É sério isso?”
Kkkkkkkkk!
E quando um filme de ficção científica começa a fazer o espectador questionar não a filosofia apresentada, mas a lógica do próprio roteiro, alguma coisa deu errado.
A revelação sobre a origem dos Son'a deveria aumentar o impacto emocional.
Para mim, acaba produzindo justamente o contrário.
Parece uma solução conveniente para fechar a história.
ATUAÇÕES
Patrick Stewart continua sendo um excelente Jean-Luc Picard.
Mesmo quando o roteiro não ajuda, Stewart consegue transmitir a autoridade, inteligência e humanidade do personagem.
Jonathan Frakes, Brent Spiner, Michael Dorn, LeVar Burton, Marina Sirtis e Gates McFadden mantêm a química da tripulação, embora muitos personagens tenham pouco espaço.
F. Murray Abraham entrega uma atuação competente como Ru'afo, mas seu personagem não alcança a força que poderia ter.
PRODUÇÃO, FOTOGRAFIA E EFEITOS
Visualmente, Insurreição é competente.
A fotografia do planeta transmite uma sensação de tranquilidade e contrasta com o ambiente tecnológico da Enterprise e dos Son'a.
Os efeitos especiais são bons para sua época.
As naves continuam sendo um dos grandes atrativos da franquia.
Mas existe uma diferença entre um filme visualmente competente e um filme cinematograficamente marcante.
E, para mim, Insurreição está muito mais próximo do primeiro caso.
CONCLUSÃO
Jornada nas Estrelas IX: Insurreição tinha uma premissa que poderia ter produzido um filme muito mais profundo.
Um planeta capaz de regenerar os seres vivos.
Pessoas vivendo 300, 400 anos.
Uma sociedade desesperada para recuperar a juventude.
A Federação envolvida em interesses questionáveis.
Picard desafiando seus próprios superiores.
Tudo isso tinha potencial para uma grande obra de ficção científica.
Mas o roteiro não consegue transformar esse potencial em uma experiência realmente grandiosa.
E quando chegamos à revelação de que os “vilões da plástica” são descendentes do próprio povo do planeta, eu simplesmente perdi a conexão com a história.
Kkkkkkkkk!
Depois de Primeiro Contato, eu esperava que o terceiro filme da geração Picard trouxesse novamente aquela sensação de aventura espacial que justificasse uma experiência cinematográfica.
Mas Insurreição me parece mais um episódio estendido de televisão do que um grande filme de Star Trek.
E existe uma ironia nisso tudo.
O filme fala sobre pessoas que querem viver eternamente.
Mas, para mim, a história parece ter dificuldade até mesmo para sobreviver às suas próprias ideias.
⭐ NOTA: 4,0 / 10
Vale a pena assistir?
Para os fãs de Star Trek, certamente existe curiosidade e alguns bons momentos. Patrick Stewart continua excelente, a Enterprise está lá e a discussão sobre juventude e envelhecimento possui potencial.
Mas, como cinema, considero um filme abaixo do que a geração Picard poderia oferecer.
Entre:
Jornada nas Estrelas: Geração — 1994
Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato — 1996
Jornada nas Estrelas: Insurreição — 1998
Jornada nas Estrelas: Nêmesis — 2002
Insurreição é, para mim, um dos capítulos mais fracos.
Nota: 4/10.
Porque uma grande franquia precisa respeitar a inteligência do seu público.
E quando a reviravolta faz o espectador pensar “Kkkkk... vocês estão falando sério?”, talvez o problema não esteja no espectador.
Talvez esteja no roteiro.
Talvez esse seja o pior filme da série "Jornada Nas Estrelas". A história é bem fraca, parece mais um episódio da série do que um longa-metragem.
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