Super-Herói - O Filme
Média
3,3
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35 Críticas do usuário

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Takamoto
Takamoto

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5,0
Enviada em 9 de novembro de 2013
Um filme muito bom para todas as idades pelo simples fato de conter comédia natural , ao invés de piadas sem sentido esse filme entrega com naturalismos coisas engraçadas comuns no dia a dia,a apesar de ser baseado no filme do homem aranha 1 ,2 e 3 ( apesar de as referencias do 2 e 3 serem quase imperceptíveis ) o Filme tem um pouco de originalidade bem pouco, Diferente de muitos filmes de comédia em que as risadas diminuem cada vez que assistimos esse filme nos faz rir da mesma forma da primeira dependendo do seu humor e dependendo do período de tempo que ficamos sem assistir.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Se existisse um prêmio para a paródia mais absurda e sem noção dos últimos anos, Super-Herói: O Filme ganharia com louvor – e de terno verde, para combinar com o traje do grande herói Homem-Libélula. Sim, porque aparentemente, depois do Homem-Aranha, a próxima criatura alada na fila para virar um super-herói era uma libélula. Faz sentido? Não. Mas quem se importa?

O filme é um verdadeiro festival de sátiras ao universo dos super-heróis e referências da cultura pop. Algumas piadas são tão absurdas que desafiam qualquer lógica existente – e essa é justamente a graça. Em certos momentos, parece que os roteiristas estavam em um experimento científico para testar até onde a sanidade do espectador poderia ser levada.

Agora, sejamos justos: o elenco é um show à parte. Temos Drake Bell, Leslie Nielsen e até Kevin Hart dando vida a personagens que fazem qualquer amante de humor nonsense sorrir (ou questionar suas escolhas de entretenimento). Porém, e aqui vai o grande destaque: a dublagem brasileira simplesmente transformou esse filme em um evento cultural. O dublador do Drake Bell ser o mesmo do Homem-Aranha do Tobey Maguire criou diálogos que desafiam qualquer resquício de coerência – e isso é maravilhoso.

Aliás, vale lembrar que esse filme foi um fracasso colossal em outros países, porque nem todo mundo tem o refinamento cultural necessário para apreciar uma boa paródia trash de respeito. No Brasil, no entanto, graças ao talento dos dubladores, essa obra conseguiu alcançar um status quase cult, pelo menos entre aqueles que sabem apreciar um bom pastelão cinematográfico sem medo de perder neurônios no processo.

Então, se você ainda não assistiu Super-Herói: O Filme, prepare-se para uma experiência única. Você pode até sair do filme sem entender como passou 85 minutos assistindo aquilo, mas uma coisa é certa: rindo você vai sair – nem que seja de nervoso.
Pedro Magnani
Pedro Magnani

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5,0
Enviada em 17 de abril de 2021
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Andrey Kirch
Andrey Kirch

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de julho de 2025
Super-Herói: O Filme – O Epítome da Sátira e a Reconfiguração do Panteão Cinematográfico
Prepare-se para adentrar um panteão de coragem anárquica e brilhantismo subversivo, pois estamos prestes a analisar uma obra-prima incompreendida. Argumentar que "Super-Herói: O Filme" (Superhero Movie, 2008) é o filme mais importante de seu gênero não é apenas uma defesa do humor escrachado, mas o reconhecimento de uma verdade fundamental: em uma era saturada pela autoimportância dos épicos de super-heróis, "Super-Herói: O Filme" cometeu o ato mais heroico de todos — ele ousou rir na cara do perigo, e na nossa também.

Esta obra, dirigida pela mente visionária de Craig Mazin — um nome que o mundo viria a associar ao drama sombrio e prestigioso de "Chernobyl", numa das reviravoltas mais extraordinárias da história do cinema, provando que apenas um verdadeiro mestre pode dominar tanto o sublime quanto o ridículo —, é a coroação de um legado. É o herdeiro direto da linhagem sagrada de Zucker, Abrahams e Zucker ("Apertem os Cintos... O Piloto Sumiu!") e o portador da tocha passada pelo titã Leslie Nielsen, que aqui nos agracia com uma de suas últimas e mais comoventes atuações. Este não é apenas um filme; é um testamento.

A trama segue a jornada arquetípica de Rick Riker (um Drake Bell em estado de graça cômica), um jovem fotógrafo fracassado cuja vida é irrevogavelmente alterada por um encontro com o destino na forma de uma libélula radioativa. Este evento catalisador não apenas reescreve as leis da física em seu corpo adolescente, mas também serve como uma profunda metáfora para a puberdade em si: uma transformação desajeitada, confusa e muitas vezes embaraçosa que concede poderes estranhos e uma responsabilidade para a qual ninguém está preparado. A partir daí, Rick se torna o Libélula, um herói cuja maior fraqueza não é a criptonita, mas sua própria e espetacular falta de coordenação motora.

O que a crítica míope da época falhou em entender é que "Super-Herói: O Filme" não é uma mera sucessão de gags. É uma dissecção cirúrgica do monomito do super-herói, despindo-o de sua pompa e revelando o absurdo que jaz por baixo. A paródia ao "Homem-Aranha" de Sam Raimi é o fio condutor, mas a análise de Mazin é muito mais ampla. Cada tropeço, cada falha de equipamento, cada tentativa de voo que termina em colisão frontal com um objeto inanimado é um comentário mordaz sobre a fragilidade do ideal heroico. O filme nos pergunta: o que aconteceria se o escolhido fosse, na verdade, um completo idiota? A resposta é um caos hilário que expõe a fina linha entre o heroísmo e a humilhação pública.

A galeria de personagens secundários forma um coro grego de disfunção suburbana. A tia Lucille (a lendária Marion Ross) e o tio Albert (Leslie Nielsen) não são apenas figuras parentais; são a personificação da inocência de uma era passada, colidindo violentamente com a ansiedade da nova era dos super-humanos. As piadas flatulentas da tia Lucille, descartadas como humor rasteiro pelos não iniciados, são na verdade uma metáfora olfativa para as tensões não ditas e as pressões reprimidas que borbulham sob a superfície do lar americano. E a presença de Nielsen, o Sumo Sacerdote da Sátira, serve como uma bênção papal. Cada uma de suas falas, entregue com aquela seriedade imperturbável que só ele possuía, é uma aula magna em tempo cômico, um elo vivo com a era de ouro da paródia.

O antagonista, Lou Landers, o Homem-Ampulheta (um Christopher McDonald deliciosamente canastrão), é uma crítica feroz ao complexo industrial-militar e à ganância corporativa. Seu plano de sugar a força vital das pessoas para alcançar a imortalidade não é apenas um plano vilão; é um comentário sobre a natureza predatória do capitalismo tardio, uma sátira da busca fútil da nossa cultura pela juventude eterna às custas dos outros. É Karl Marx reescrito como uma comédia de erros com um vilão que usa uma couraça ridícula.

Esteticamente, o filme é uma obra-prima de design intencional. Os efeitos visuais, que podem parecer rudimentares para o olho destreinado, são na verdade uma escolha metalinguística. Eles zombam da dependência do cinema de grande orçamento em um CGI polido e impessoal, optando por uma artificialidade que constantemente lembra ao espectador que tudo é uma grande e gloriosa farsa. A própria "breguice" é a mensagem.

Portanto, colocar "Super-Herói: O Filme" no mais alto pedestal não é um ato de ironia, mas de clareza. É reconhecer que a desconstrução é tão importante quanto a construção. Em um futuro onde os multiversos se tornarão cada vez mais complexos e as sagas de super-heróis cada vez mais solenes, a necessidade de um filme como este só se tornará mais aguda. Ele é o bobo da corte que ousa dizer a verdade ao rei, o antídoto para a grandiosidade excessiva. É um lembrete de que, por baixo da capa e da máscara, todos nós somos apenas Rick Riker, tentando desesperadamente não tropeçar nos próprios pés enquanto o mundo assiste. Por sua coragem, sua inteligência subestimada e sua capacidade de provocar a mais pura e libertadora das gargalhadas, "Super-Herói: O Filme" não é apenas um clássico da comédia — é um pilar essencial do cinema, hoje e para todos os tempos que ainda virão.
Giovana L.
Giovana L.

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5,0
Enviada em 2 de março de 2013
eu ri o filme inteiro quem sabe q nao pode pra menores de 10 anos e so nao deixa assistir ri
toda hora eu ria nao consigo parar de rir maior comedia
Marcos Feki
Marcos Feki

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2021
Vocês estão de sacanagem esse filme é de comédia não é pra levar a sério mesmo não e mano esse filme é muito bom melhor que muitos filmes de comédia aí o elenco do filme é incrível a história nos dar uma forma de ver algumas cenas diferentes do que nos filmes originais como batman e homem aranha e a parte dos x men é sem dúvida algo gênio as vezes a gente não precisa de algo tão bem elaborado as vezes a gente só precisa de algo bom é impossível não rir com esse filme quer minha opinião assista esse filme e tire suas conclusões.
Henrique
Henrique

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2022
Se você quer um filme, com história, coerência etc, assista outro. Agora, se a intenção é rir até a barriga doer, essa é uma das melhores comédias da história. Galera nos comentários acho que estava procurando um filme de super-herói com um enredo elaborado e tudo mais.
Ezequiel Roberto
Ezequiel Roberto

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5,0
Enviada em 17 de outubro de 2025
MUITO BOM, MELHOR FILME QUE ASSISTI NAMINHA VIDA INTEIRA. NOTA 1000, SO NÃO É MELHOR DOQUE O FILME TITANIC.
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