Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Almir S.
306 seguidores
214 críticas
Seguir usuário
4,5
Enviada em 29 de maio de 2015
Ótimo, o melhor filme do ano, ação frenética do começo ao fim, trilha sonora espetacular, ótimas interpretações e um 3d que realmente salta da tela. assisti 2x no Imax e queria ver mais de tão bom que é o filme e muito raramente um filme me faz essa sensação. recomendadissimo.
Sem Mel Gibson,vamos embarcar novamente em uma aventura de "Mad Max".Novamente,uma sequência invade Hollywood,e mostra que continuam sem algo novo para mostrar.O problema maior,é que esse novo filme de George Miller conseguiu manter a boa qualidade na história.Conta com sequências de cenas absurdamente lindas,com efeitos gigantescos e uma aflição que movem os personagens.Impressionante perceber que o filme aproveita os detalhes,deixando um pouco os efeitos sobre os personagens.Outro ponto interessante é que se usa apenas uma fotografia desértica,que faz o filme focar com um visual lindíssimo.
Tom Hardy consegue mostrar um ótimo trabalho.Realiza boas cenas de ação,e mantém a seriedade de sempre.Charlize Theron não tem comparação.Está em uma ótima forma,e ao lado de Tom, fazem um bom protagonismo.Nicholas Hoult tem um personagem bem mais inferior,só que é um daqueles importantes ao filme.
-Filme assistido em 19 de Outubro de 2015 -Nota 9/10
Muita originalidade deste filme. Não foi a toa que levou seis estatuetas. Fugiu do clichê instalado em Hollywood e a trama fora conduzida brilhantemente. Óbvio que há muitas loucuras durante as duas horas diante da telinha, mas a criatividade foi bem conduzida e não caiu em mesmices de sempre. Adrenalina do começo ao fim. Enfim, uma tacada certeira.
O nome do filme é “Mad Max: Estrada da Fúria”, mas bem que poderia se chamar “Furiosa”, já que, na obra dirigida e co-escrita por George Miller, é em torno dessa forte personagem feminina (interpretada por Charlize Theron) que gira toda a trama, bem como a maior parte das personagens. Como nos outros filmes dessa clássica trilogia dos anos 80, então estrelada por Mel Gibson, estamos num mundo pós-apocalíptico, em que os recursos naturais do planeta terra estão escassos e em que os seres humanos regrediram ao ponto de terem um único instinto: o de sobrevivência.
O deserto australiano no qual se passa “Mad Max: Estrada da Fúria” é perfeito para retratar a solidão e a sujeira dessa nova conjuntura humana, mas, principalmente, o inferno em que o mundo se transformou. A loucura de Max (Tom Hardy) é um reflexo dessa nova realidade, bem como do seu turbulento passado. Por outro lado, o foco e a força da Imperatriz Furiosa também são um produto dessa realidade. O contraponto interessante, nesse caso, é que é justamente a esperança em vivenciar algo melhor que acaba unindo todos eles – mesmo que eles sejam céticos em acreditar nisso, em primeiro lugar.
O roteiro escrito por George Miller, Brendan McCarthy e Nico Lathouris se passa num momento em que Furiosa lidera um grupo em fuga da cidadela tiranizada por Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne). Com a ajuda de Max e de Nux (Nicholas Hoult), Furiosa irá enfrentar todas as gangues convocadas por Joe com o objetivo de mostrar que uma nova realidade pode ser vivida e conhecida, em que os seres humanos podem voltar aos seus instintos básicos, sem escravidão e pobreza.
“Mad Max: Estrada da Fúria” parece uma grande viagem conceitual em torno de algo que merece uma reflexão importante: a possibilidade real da escassez dos recursos naturais que temos no planeta terra. George Miller potencializa isso ao mostrar a obsessão humana pelo controle e pela submissão como uma verdadeira loucura. Pessoas como Furiosa, Max e Nux oferecem o outro lado: o da coragem suficiente para colocar toda a sujeira no ventilador e enfrentar as consequências por isso. Talvez, em decorrência dessa escolha narrativa, “Mad Max: Estrada da Fúria” seja um filme, por muitas vezes, esquizofrênico, rock ’n roll, exagerado e berrante. Mas, necessário, especialmente numa época em que o cinema está carente de filmes como esse, que são cheios de originalidade e de uma visão de autor.
Um excelente filme! Certamente tem a aceitação que merece. Alguns que assistiram e não gostaram, se importaram mais com a quantidade de falas que, na minha opinião, está ótima! E essas foram muito bem escolhidas e exaltantes. Não há muito o que falar após perder sua família, as pessoas que você ama, e que poderia ter feito algo para evitar a morte deles, mas por algum motivo não fez. Max queria apenas sobreviver, essa era a sua luta, a mesma de todos outros. Imperatriz Furiosa perdeu sua família ainda quando criança e vivia em guerras. Esperava o quê? Que eles tivessem um aberto diálogo, depois se apaixonassem um pelo outro, assim, bonitinho? Nessa altura do campeonato as pessoas são como animais em busca da sobrevivência. Viver em um mundo morto! Claro que não é só isso, há muitas coisas que se você não pôde entender, não sou eu quem vai te falar.
Muito bom filme, ainda bem que não é um remake do clássico original com Mel Gibson, Remakes sempre são um lixo, pois distorcem a história original, e esse Mad Max tem uma história própria muito boa com muita ação e cenas tipicas da franquia, sem contar as atuações ótimas de tom Hardy e Charlize Theron.
Filme fantástico, tenso e com muita ação e cenas apocalípticas, trama bem feita de tirar o fôlego qdo o filme é bom a gente assiste várias vezes, e foi oque aconteceu comigo , se vc ainda não assistiu não estava no planeta terra !!!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade