Mad Max: Estrada da Fúria
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4,5
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638 Críticas do usuário

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Alex G.
Alex G.

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de maio de 2015
Não conheço os outros para comparar, efeitos bons mas história não me agradou tanto.
alexandrecunha
alexandrecunha

53 seguidores 34 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de agosto de 2015
Excelente filme de ação, ótimos takes, mas só. Enredo bem pífio, para não dizer, escroto.
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de julho de 2015
Mas afinal, o que vem a ser este “Mad Max 4”? Continuação? Releitura? Revisitação? Reboot?

Trinta anos após o último – e fraco – filme com Mel Gibson, é hora de Miller mostrar o seu valor. De lá pra cá, muita água passou por baixo da ponte. Miller continuou na ativa, ora levando os adultos às lágrimas, num dramalhão baseado em fatos reais – Óleo de Lorenzo (1992) –, ora levando às crianças interessantes reflexões sobre a aceitação do diferente e a luta contra o preconceito – como no bom “Babe – O Porquinho Atrapalhado na Cidade” (1998) e no premiado “Happy Feet – O Pinguim” (2006).

Mas é em Mad Max que Miller é facilmente reconhecido e lembrado.

O novo filme de Mad Max esmaga o público com um ritmo alucinado, de explosões, perseguição de carros, tiros, bombas. Solene e sisudo, Miller realmente assume a vocação da história para ser HQ, com vilões cartunescos, como que saídos de alguma saga da Marvel.

“Mad Max – Estrada da Fúria” não é um filme nostálgico, nem anacrônico, muito pelo contrário. Não é continuação, porque embora haja cenas que mantenham diálogo com os filmes predecessores, a trama é praticamente outra, independente.

A melhor maneira de fruir Mad Max 4 é encará-lo como uma “revisitação” – até porque o filme é fruto do nosso tempo, pois incorpora elementos dos atuais filmes-pipoca que mais se parecem com videogame. Em outras palavras, Mad Max 4 é um filme muito próximo de nós, mas muito, muito distante da trilogia consagrada com Mel Gibson.

Eis o gesto controverso de Miller: ele reconstruir seu próprio “clássico”.

O estranhamento é inevitável para quem se fez fã desde o primeiro filme (1979). E isso não ocorre só porque Tom Hardy assumiu – ainda que razoavelmente – o papel de Max Rockatansky. A estranheza está na mudança de “tom”.

Mad Max 4 é uma releitura modernosa, com suas pitadas de feminismo e ambientalismo – a água, aqui, vira relíquia, objeto de poder e opressão de um povo. Há também uma versão motorizada dessa religiosidade estranha dos nossos dias (leia-se fanatismo religioso) que leva jovens a matar e a se matar – como alusão clara ao terrorismo pós-11 de setembro.

Mas a perseguição sem fim é a locomotiva de todo o longa. Poucos diálogos, quase nenhuma explicação, e muito, muito ronco de motores. Se a saga Mad Max foi concebida como um “faroeste motorizado”, aqui toma proporções espetaculares.

O convencionalismo da narrativa vai abrindo caminho para o espetáculo. Miller faz de seu filme um balão de ensaio, em reempacotar todos elementos da mitologia do outback australiano pós-apocalíptico. Mad Max – Estrada da Fúria é o cúmulo high-tech de uma saga que já em 85 se esforçava em ‘hollywoodificar-se’, nem que para isso pagasse o preço de descaracterizar Max (como foi o caso do terceiro) ou relegá-lo a um segundo plano (como acontece aqui).

Até porque, digam o que quiser, a impressionante Rainha Furiosa (Charlize Theron) é a personagem principal.
Nelson J
Nelson J

51.031 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de maio de 2024
Furiosa: uma saga Mad Max de 2024 dá sentido a este filme, por ser anterior a ele. Furiosa é um personagem complexo e rico, mais do que o próprio Max. Se este filme fosse posterior ao de 2024 faria maior sentido.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de maio de 2020
Sem o brilhantismo do Mel Gibson, o original Max, ainda assim o filme é bacana já que procura explorar o mundo apocalíptico em que vive a raça humana, se não pela luta atrás da gasolina também pela busca da água. Lembrando que o último filme foi em 1985, para mim o pior de todos, esse de agora explora bem mais o cenário do mundo e mais legal. O filme passa inteiramente em torno da fuga da Imperatriz com as mulheres para um lugar longe da tirania do Immortan Joe e seu reino. Bom filme, divertido.
Mario M
Mario M

13 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de agosto de 2015
Muita ação porém a história é fraca . Esperava mais do filme .
Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de março de 2016
Entretenimento hollywoodiano tecnicamente muito bem realizado. Mereceu alguns prêmios do Oscar. As cenas com Charlize Theron sem um braço são incrivelmente bem feitas. O roteiro, claro, é simplório.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de maio de 2021
4° filme da franquia de 1979 (que não vi nenhum),mas dá pra entender de boa,depois de 30 anos. Tem revistas e jogos inspirados na série.
Qual era a serventia daquele cara tocando guitarra amarrado no carro,senão a da trilha sonora?! Parecia um desfile de escola de samba,só que de carros.
O Immortan é muito do feio,o que adianta ser imortal e ficar feioso assim? E ainda quer ter um filho bonito e perfeito.O cara tinha uma mulher de cada raça praticamente,mas a preferência era por loiras.
Aquele filho dele anão velho combinava perfeitamente com a beleza dele.
O banco de sangue Max, no começo todo revoltado e não querendo ficar com ninguém e depois ajudando todo mundo.
As lembranças dele,principalmente a da garotinha me lembraram muito "Resident Evil".
Temos muita ação,perseguição e adrenalina mesmo,não deixando quase espaço para diálogos (o que era a intenção do diretor).
Quase não reconheço Theron,deixaram a mulher feia e sem braço (que aflição! ),mas a Furiosa é até melhor do que o próprio Max.
O casalzinho formado por uma das mulheres de Immortan e um dos filhos é bem estranho.

Citação:

"Eu tinha um irmãozinho e ele era perfeito."
Fábio R.
Fábio R.

23 seguidores 85 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de junho de 2015
O excesso de cenas com perseguições entre os veículos deixa o filme um pouco cansativo, mais o roteiro ficou muito bom.
Luiz A.
Luiz A.

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de maio de 2015
Esse "novo" Mad Max cai na vala comum para ganhar os teens de hoje: muita ação, vilões interessantes, barulho e roteiro fraco. As noivinhas em fuga que me desculpem, mas não convenceram como argumento do filme! Para quem assistiu a trilogia, esse quarto filme é menos interessante e charmoso que os anteriores...
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