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Ricardo L.
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3.227 críticas
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5,0
Enviada em 30 de setembro de 2017
Obra prima, não perde em nada para os filmes anteriores, roteiro quase perfeito e atuações melhores do que os antigos filmes, fotografia esplendida e ação de tirar o fôlego! Um filmaço!!!!!
Sem Mel Gibson,vamos embarcar novamente em uma aventura de "Mad Max".Novamente,uma sequência invade Hollywood,e mostra que continuam sem algo novo para mostrar.O problema maior,é que esse novo filme de George Miller conseguiu manter a boa qualidade na história.Conta com sequências de cenas absurdamente lindas,com efeitos gigantescos e uma aflição que movem os personagens.Impressionante perceber que o filme aproveita os detalhes,deixando um pouco os efeitos sobre os personagens.Outro ponto interessante é que se usa apenas uma fotografia desértica,que faz o filme focar com um visual lindíssimo.
Tom Hardy consegue mostrar um ótimo trabalho.Realiza boas cenas de ação,e mantém a seriedade de sempre.Charlize Theron não tem comparação.Está em uma ótima forma,e ao lado de Tom, fazem um bom protagonismo.Nicholas Hoult tem um personagem bem mais inferior,só que é um daqueles importantes ao filme.
-Filme assistido em 19 de Outubro de 2015 -Nota 9/10
Furiosa: uma saga Mad Max de 2024 dá sentido a este filme, por ser anterior a ele. Furiosa é um personagem complexo e rico, mais do que o próprio Max. Se este filme fosse posterior ao de 2024 faria maior sentido.
Muita originalidade deste filme. Não foi a toa que levou seis estatuetas. Fugiu do clichê instalado em Hollywood e a trama fora conduzida brilhantemente. Óbvio que há muitas loucuras durante as duas horas diante da telinha, mas a criatividade foi bem conduzida e não caiu em mesmices de sempre. Adrenalina do começo ao fim. Enfim, uma tacada certeira.
Quando vi Kingsman estava convicto que qualquer filme de ação esse ano seria uma versão menor deste trabalho exemplar do que o uso da paródia com toques de realismo pode fazer. Até tomar coragem e ir conferir na telona esse novo Mad Max, que retorna aos anos 80 (ou 1979, estreia do original), mas mantém sua ideologia com um pé nos anos atuais enquanto realiza não só uma homenagem, mas uma redimensionada na série de filmes que estava já há algum tempo esquecida.
Mad Max entrega aquilo que eu esperava, muita ação, mas também muita emoção e empolgação. Trilha sonora, edição de som e efeitos visuais dignos de oscars. Bravo!!!!
O nome do filme é “Mad Max: Estrada da Fúria”, mas bem que poderia se chamar “Furiosa”, já que, na obra dirigida e co-escrita por George Miller, é em torno dessa forte personagem feminina (interpretada por Charlize Theron) que gira toda a trama, bem como a maior parte das personagens. Como nos outros filmes dessa clássica trilogia dos anos 80, então estrelada por Mel Gibson, estamos num mundo pós-apocalíptico, em que os recursos naturais do planeta terra estão escassos e em que os seres humanos regrediram ao ponto de terem um único instinto: o de sobrevivência.
O deserto australiano no qual se passa “Mad Max: Estrada da Fúria” é perfeito para retratar a solidão e a sujeira dessa nova conjuntura humana, mas, principalmente, o inferno em que o mundo se transformou. A loucura de Max (Tom Hardy) é um reflexo dessa nova realidade, bem como do seu turbulento passado. Por outro lado, o foco e a força da Imperatriz Furiosa também são um produto dessa realidade. O contraponto interessante, nesse caso, é que é justamente a esperança em vivenciar algo melhor que acaba unindo todos eles – mesmo que eles sejam céticos em acreditar nisso, em primeiro lugar.
O roteiro escrito por George Miller, Brendan McCarthy e Nico Lathouris se passa num momento em que Furiosa lidera um grupo em fuga da cidadela tiranizada por Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne). Com a ajuda de Max e de Nux (Nicholas Hoult), Furiosa irá enfrentar todas as gangues convocadas por Joe com o objetivo de mostrar que uma nova realidade pode ser vivida e conhecida, em que os seres humanos podem voltar aos seus instintos básicos, sem escravidão e pobreza.
“Mad Max: Estrada da Fúria” parece uma grande viagem conceitual em torno de algo que merece uma reflexão importante: a possibilidade real da escassez dos recursos naturais que temos no planeta terra. George Miller potencializa isso ao mostrar a obsessão humana pelo controle e pela submissão como uma verdadeira loucura. Pessoas como Furiosa, Max e Nux oferecem o outro lado: o da coragem suficiente para colocar toda a sujeira no ventilador e enfrentar as consequências por isso. Talvez, em decorrência dessa escolha narrativa, “Mad Max: Estrada da Fúria” seja um filme, por muitas vezes, esquizofrênico, rock ’n roll, exagerado e berrante. Mas, necessário, especialmente numa época em que o cinema está carente de filmes como esse, que são cheios de originalidade e de uma visão de autor.
Após ser capturado por Immortan Joe, um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentanto fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.Excelente , Mad Max: A Estrada da Fúria Consegue Supera os 3 Filmes com Mel Gibson , Filme que tem como Diretor George Miller Que Tambem era o Diretor dos outros 3 , Tom Hardy Fico Muito Bem Como Max , Assim Como Charlize Theron Ficou Tambem Muito Bem como Furiosa , Hugh Keays-Byrne Que Foi Toecutter no Primeiro Filme Nesse Ele Volta como Immortan Joe Tao Dizendo Que Se Trata do Mesmo Personagem , Bem o Filme Tem Açao do Começo Ao Fim Muito Bom , Bem Recomendo Esse Excelente Filme , Eu Espero Que o Oscar Lembre de Mad Max: Estrada da Furia , Nota 10
4° filme da franquia de 1979 (que não vi nenhum),mas dá pra entender de boa,depois de 30 anos. Tem revistas e jogos inspirados na série. Qual era a serventia daquele cara tocando guitarra amarrado no carro,senão a da trilha sonora?! Parecia um desfile de escola de samba,só que de carros. O Immortan é muito do feio,o que adianta ser imortal e ficar feioso assim? E ainda quer ter um filho bonito e perfeito.O cara tinha uma mulher de cada raça praticamente,mas a preferência era por loiras. Aquele filho dele anão velho combinava perfeitamente com a beleza dele. O banco de sangue Max, no começo todo revoltado e não querendo ficar com ninguém e depois ajudando todo mundo. As lembranças dele,principalmente a da garotinha me lembraram muito "Resident Evil". Temos muita ação,perseguição e adrenalina mesmo,não deixando quase espaço para diálogos (o que era a intenção do diretor). Quase não reconheço Theron,deixaram a mulher feia e sem braço (que aflição! ),mas a Furiosa é até melhor do que o próprio Max. O casalzinho formado por uma das mulheres de Immortan e um dos filhos é bem estranho.
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