Mad Max: Estrada da Fúria
Média
4,5
6947 notas

638 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de setembro de 2017
Obra prima, não perde em nada para os filmes anteriores, roteiro quase perfeito e atuações melhores do que os antigos filmes, fotografia esplendida e ação de tirar o fôlego! Um filmaço!!!!!
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de maio de 2024
Furiosa: uma saga Mad Max de 2024 dá sentido a este filme, por ser anterior a ele. Furiosa é um personagem complexo e rico, mais do que o próprio Max. Se este filme fosse posterior ao de 2024 faria maior sentido.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de setembro de 2015
Após ser capturado por Immortan Joe, um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentanto fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.Excelente , Mad Max: A Estrada da Fúria Consegue Supera os 3 Filmes com Mel Gibson , Filme que tem como Diretor George Miller Que Tambem era o Diretor dos outros 3 , Tom Hardy Fico Muito Bem Como Max , Assim Como Charlize Theron Ficou Tambem Muito Bem como Furiosa , Hugh Keays-Byrne Que Foi Toecutter no Primeiro Filme Nesse Ele Volta como Immortan Joe Tao Dizendo Que Se Trata do Mesmo Personagem , Bem o Filme Tem Açao do Começo Ao Fim Muito Bom , Bem Recomendo Esse Excelente Filme , Eu Espero Que o Oscar Lembre de Mad Max: Estrada da Furia , Nota 10
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de maio de 2015
Mad Max entrega aquilo que eu esperava, muita ação, mas também muita emoção e empolgação. Trilha sonora, edição de som e efeitos visuais dignos de oscars. Bravo!!!!
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Quando vi Kingsman estava convicto que qualquer filme de ação esse ano seria uma versão menor deste trabalho exemplar do que o uso da paródia com toques de realismo pode fazer. Até tomar coragem e ir conferir na telona esse novo Mad Max, que retorna aos anos 80 (ou 1979, estreia do original), mas mantém sua ideologia com um pé nos anos atuais enquanto realiza não só uma homenagem, mas uma redimensionada na série de filmes que estava já há algum tempo esquecida.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de agosto de 2016
Filme tem ritmo intenso e empolgante,Furiosa(Charlize Theron) é uma personagem magnifica,Tom Hardy interpreta a altura Max,as cenas de ação são eletrizantes e o visual do filme é admirável.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de maio de 2015
Insano, loucura total e com plano de sequências de batalhas na estrada incessantes, o filme entregou tudo que prometeu nos trailers, baita filme, só não é ótimo porque Max não parece ser o principal do filme, mas é o de menos dentro de uma baita produção, você sai pilhado do filme, pois são 2 horas de incessante insanidade dos personagens.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de agosto de 2016
Muita originalidade deste filme. Não foi a toa que levou seis estatuetas. Fugiu do clichê instalado em Hollywood e a trama fora conduzida brilhantemente. Óbvio que há muitas loucuras durante as duas horas diante da telinha, mas a criatividade foi bem conduzida e não caiu em mesmices de sempre. Adrenalina do começo ao fim. Enfim, uma tacada certeira.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de julho de 2015
Muito mais do que Max.

Quando o primeiro Mad Max foi lançado a 35 anos, pouco se esperava que tal filme desse início a uma franquia. Principalmente porque o filme não apresentava nada de tão diferente em seu contexto, talvez a única novidade de fato foi a presença do então desconhecido Mel Gibson, que alçou sua carreira ao estrelado graças a este filme. Com o sucesso, as continuações foram inevitáveis, Mad Max 2 e Mad Max: Além da Cúpula do Trovão foram sucessos de publico e crítica, deixando na história uma marca fantástica e louca de uma franquia pra lá de divertida.

Eis que em 2015, exatos 30 anos após o terceiro filme, somos presenteados com MAD MAX: ESTRADA DA FÚRIA. Roteirizado e dirigido também por George Miller, este quarto filme não almeja ser uma continuação e nem mesmo um reboot, mas uma produção que usa e abusa da experiência conquistada pela equipe técnica e avanço da tecnologia, e isso fazem muito bem. Neste episódio, temos o de volta o insano Max Rockatansky (Tom Hardy), que já é apresentando na telinha com uma cena bem bizarra, certamente uma pequena dose das loucuras que ainda veremos nas próximas duas horas de projeção. Max é capturado por um grupo e levado para um local chamado Cidadela, local comandado pelo bisonho Immortan Joe, um indivíduo frio, covarde e com o corpo plenamente deteriorado por uma doença que o faz depender de aparelhos para respirar. E já na cidadela que começamos a perceber o pedigree de Estrada da Fúria. A estrutura do local mostra os servos de Joe pintados de branco extremo, as partes mecânicas que movimentam o local possuem um roda girada com pessoas caminhando sobre ela e como não citar o ponto no qual o déspota se apresenta à população, nada menos que uma espécie de caveira esculpida em uma montanha que jorra água quando ele quer agradar seu "público".

Mas isso é apenas uma dose superficial, já que em seguida começaremos a perceber do que o filme será capaz. A primeira sequência de ação é protagonizada pela ótima Imperator Furiosa (Charlize Theron), que em posse de um caminhão nos apresenta as loucuras que Miller. Aqui já se percebe que a violência e as perseguições são dignas de nota pela ferocidade com que ocorrem, uma vez que carros capotam, explodem, viram pedaços nas batidas e ainda arremessam seus condutores e passageiros sem o menor pudor. Isso ajuda e muito a tornar o filme crível e impressionar com a qualidade com que as cenas foram preparadas e executadas, mais ponto positivo para Miller.

Por falar em veículos, estes são personagens chaves deste quarto filme, todos eles são frutos da uma imaginação alucinada e caótica dos designers de produção, pois suas modificações são completamente nonsense, deixando o filme ainda mais interessante. Algumas alterações soam impressionantes, como o carro-tanque ou mesmo o caminhão que, na verdade é um amontoado de peças e carcaças de veículos menores usadas para formá-lo. As estranhas motocicletas e as carenagens aplicadas aos veículos deixam cada um distinto dos demais, como se possuíssem DNA para torna-los visualmente único. Isso sem falar do veículo que tem indivíduos tocando tambor o tempo todo e um guitarrista pendurado diante de caixas de som e tocando uma guitarra que lança chamas, sensacional.

Nos quesitos técnicos, fica até difícil pontuar as qualidades, pois o filme surpreende e muito desde o início, a começar pela belíssima fotografia que oscila entre tons mais quentes e amarelados durante as cenas desérticas e tons azuis mais escuros quando há calmaria no período da noite, isso é destacável, pois mesmo durante as partes que se passam no período noturno, tudo é nítido e facilmente identificado pelo expectador. Na parte sonora, outra sagaz qualidade de Miller e sua equipe, somos norteados por musicas e sons dos mais diversos que ajudam e muito a intensificar a ação, isso é tão eficiente que me senti como uma cobaia do experimento conhecido com cães de Pavlov, pois uma certa música quando tocada, automaticamente coloca o cérebro em estado de tensão abrupta, pois, como ocorrido em cenas anteriores, sua reprodução foi nos mostrando do que é capaz. E não se assuste, pois isso se torna comum ao longo do filme e é brilhante. Gorge Miller também nos contempla com a qualidade provida com décadas de experiência, já que os planos que opta em usar deixam a ação tensa mas sempre plenamente compreendida pelo expectador, mesmo que seja em lutas, explosões ou perseguições.

O roteiro, apesar de ser um filme de ação também é competente, pois, ao contrário dos demais episódios da franquia, não usa apenas o petróleo/combustível com foco da história, isso esta lá de fato, mas a água é o elemento dominador, principalmente porque é com ele que o déspota da vez impele sua tirania. Em algumas situações percebemos como a perspicácia do diretor realça tal detalhe. Outra circunstância interessante é que, embora Max seja o protagonista, Furiosa é digna de nota, pois é uma personagem complexa e capaz de fazer coisas que nem mesmo o personagem principal acreditaria, inclusive na fantástica cena em que dá cabo do vilão... fantástico!

Estrada da Fúria não é um filme nem um pouco peculiar, mas uma produção com capricho, cara e que realça nitidamente o cuidado que a equipe técnica, sob a liderança do australiano Geroge Miller, teve ao longo das gravações. É um filme de ação competente, com sequências insanas que dão inveja a Michael Bay e seus Transformers, uma história envolvente, tensa e notavelmente funcional. Ao mesmo tempo que nos faz perder o folego, nos confunde com a mistura de elementos de jogos como Borderlands e Just Cause, mas ainda sim resultando em uma pérola cinematográfica inegavelmente eficaz e digna se ser assistida. Por fim, só tenho a dizer: Assista Mad Max! Assista Mad Max! Assista Mad Max! Assista Mad Max!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de julho de 2015
O nome do filme é “Mad Max: Estrada da Fúria”, mas bem que poderia se chamar “Furiosa”, já que, na obra dirigida e co-escrita por George Miller, é em torno dessa forte personagem feminina (interpretada por Charlize Theron) que gira toda a trama, bem como a maior parte das personagens. Como nos outros filmes dessa clássica trilogia dos anos 80, então estrelada por Mel Gibson, estamos num mundo pós-apocalíptico, em que os recursos naturais do planeta terra estão escassos e em que os seres humanos regrediram ao ponto de terem um único instinto: o de sobrevivência.

O deserto australiano no qual se passa “Mad Max: Estrada da Fúria” é perfeito para retratar a solidão e a sujeira dessa nova conjuntura humana, mas, principalmente, o inferno em que o mundo se transformou. A loucura de Max (Tom Hardy) é um reflexo dessa nova realidade, bem como do seu turbulento passado. Por outro lado, o foco e a força da Imperatriz Furiosa também são um produto dessa realidade. O contraponto interessante, nesse caso, é que é justamente a esperança em vivenciar algo melhor que acaba unindo todos eles – mesmo que eles sejam céticos em acreditar nisso, em primeiro lugar.

O roteiro escrito por George Miller, Brendan McCarthy e Nico Lathouris se passa num momento em que Furiosa lidera um grupo em fuga da cidadela tiranizada por Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne). Com a ajuda de Max e de Nux (Nicholas Hoult), Furiosa irá enfrentar todas as gangues convocadas por Joe com o objetivo de mostrar que uma nova realidade pode ser vivida e conhecida, em que os seres humanos podem voltar aos seus instintos básicos, sem escravidão e pobreza.

“Mad Max: Estrada da Fúria” parece uma grande viagem conceitual em torno de algo que merece uma reflexão importante: a possibilidade real da escassez dos recursos naturais que temos no planeta terra. George Miller potencializa isso ao mostrar a obsessão humana pelo controle e pela submissão como uma verdadeira loucura. Pessoas como Furiosa, Max e Nux oferecem o outro lado: o da coragem suficiente para colocar toda a sujeira no ventilador e enfrentar as consequências por isso. Talvez, em decorrência dessa escolha narrativa, “Mad Max: Estrada da Fúria” seja um filme, por muitas vezes, esquizofrênico, rock ’n roll, exagerado e berrante. Mas, necessário, especialmente numa época em que o cinema está carente de filmes como esse, que são cheios de originalidade e de uma visão de autor.
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