Mad Max: Estrada da Fúria
Média
4,5
6947 notas

638 Críticas do usuário

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Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de março de 2016
Entretenimento hollywoodiano tecnicamente muito bem realizado. Mereceu alguns prêmios do Oscar. As cenas com Charlize Theron sem um braço são incrivelmente bem feitas. O roteiro, claro, é simplório.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Quando vi Kingsman estava convicto que qualquer filme de ação esse ano seria uma versão menor deste trabalho exemplar do que o uso da paródia com toques de realismo pode fazer. Até tomar coragem e ir conferir na telona esse novo Mad Max, que retorna aos anos 80 (ou 1979, estreia do original), mas mantém sua ideologia com um pé nos anos atuais enquanto realiza não só uma homenagem, mas uma redimensionada na série de filmes que estava já há algum tempo esquecida.
Abraão M.
Abraão M.

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de maio de 2015
tudo muito bom imagem gráficos história efeitos filme simplesmente muito da hora mesmo iradooooooo \_/
Guilherme B.
Guilherme B.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de maio de 2015
História rasa, sem pé nem cabeça, ator principal fraco, efeitos especiais ok
Matheus S.
Matheus S.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de junho de 2015
Filme tediante, sem nexo algum e sem historia.......................................................
Gilberto S.
Gilberto S.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de junho de 2015
Se fosse para resumir em poucas palavras o que foi este filme, eu diria o seguinte: surtado e insano, sendo uma mistura uníssona de Cirque Du Soleil com Slipknot.
Mad Max: Estrada da Fúria é nostálgico, referenciando com honra os clássicos dos anos 80. É um grande espetáculo teatral de malabarismos das mais diversas formas, embalados por uma trilha sonora tão impactante capaz mesmo de colocar um palco móvel no meio de toda uma perseguição frenética, com direito a um guitarrista com sua guitarra de fogo, funcionando como um corneteiro de guerra deste mundo pós-apocalíptico. Ela é tão fantástica, combinando perfeitamente com a proposta de filme de insanidade e loucura total de um mundo perdido. Uma verdadeira ópera rock para nenhum amante do gênero botar defeito.
A história é simples: um mundo devastado pelas guerras do passado, na qual os que restaram brigam pelos poucos recursos disponíveis, como petróleo e água. Há vários clãs espalhados pelo imenso deserto que a Terra se tornou, onde em um desses grupos é que temos a presença de Immortan Joe, uma espécie de patriarca que domina a massa através do controle de água, um recurso escasso e tão valioso nesses tempos. E para proteger esses recursos, cada clã prepara fortemente seus lugares, armados até os dentes, para que ninguém ouse a tirar os recursos. E claro, nessa preparação é que temos a alma do filme: os carros. Pronto, já está formado o cenário de Mad Max.
Mas a beleza desta película não está na história simples e sim, no contar dela. O diretor George Miller simplesmente leva a loucura ao pé da letra, em que através da aceleração das imagens e closes nas expressões dos personagens nos passa a sensação de hiperatividade, na qual tudo tem que ocorrer rápido devido ao caos instaurado. Os personagens com os seus trejeitos agoniados e agitados nos remetem ainda mais a sensação de que as coisas mudaram bastante neste futuro distópico. As cenas de perseguição e destruição foram totalmente práticas, quase não tendo auxílio de computação gráfica, o que tornou o filme ainda mais realista. Ou seja, um filme tecnicamente muito bem pensado para a proposta a que se destinou.
E por falar em loucura, o que tem de mais louco neste filme? Sim, eles, os veículos, os colírios dos olhos, o coração e alma de toda esta loucura. Vão desde os grandes, como a Máquina de Guerra, pilotados por Furiosa (Charlize Theron), aos inusitados, como os espinhosos e motocicletas. E claro, os carros V8 que são até mesmo objeto de veneração pelos War Boys (Garotos de Guerra), que é como um deus a ser seguido. As cenas das motocicletas é uma das melhores fotografadas e emocionantes do cinema, um verdadeiro espetáculo de motocross aos fãs desta modalidade esportiva.
Não é só pura ação. Há muitas mensagens, inclusive ao atual momento que vivenciamos. São desde a preocupação com recursos naturais escassos, a dominação de uma classe dominante e opressora aos mais fracos até crenças radicais tornando até mesmo um motor um objeto de veneração, sendo capazes de morrer por este ídolo. Outra muito evidente, é a libertação da mulher, vista neste épica apenas como um mero objeto reprodutor. O desejo de liberdade feminina do filme é tão forte que de algum modo, as mulheres de Mad Max são duras, mas sem perder a ternura e a essência feminina.
Mad Max: Estrada da Fúria não se trata apenas do renascimento do mundo através de sucatas, mas sim de técnicas, crenças, culturas, política e valores. Reflete um mundo completamente possível, um futuro não muito distante do que temos hoje. Graças ao criatividade e trabalho duro de umas pessoas visionárias é que ainda podemos ter não somente grandes produções hollywoodianas com explosões, mas sim, de podermos nos deleitar com uma aventura tão empolgante e nostálgica como Mad Max: Estrada da Fúria. “Brilhantes e cromados” sejam os que puderam testemunhar essa obra da 7º arte.
Felipe N.
Felipe N.

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de junho de 2015
Ação intensa!
Muito bom!
Típico filme hollywoodiano com frenesi intenso do início ao fim. Os diálogos curtos, quando há algum. Não preocupação alguma em descrever a origem complexa de qualquer personagem.
Dan G.
Dan G.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de maio de 2015
Um excelente filme! Certamente tem a aceitação que merece. Alguns que assistiram e não gostaram, se importaram mais com a quantidade de falas que, na minha opinião, está ótima! E essas foram muito bem escolhidas e exaltantes. Não há muito o que falar após perder sua família, as pessoas que você ama, e que poderia ter feito algo para evitar a morte deles, mas por algum motivo não fez. Max queria apenas sobreviver, essa era a sua luta, a mesma de todos outros. Imperatriz Furiosa perdeu sua família ainda quando criança e vivia em guerras. Esperava o quê? Que eles tivessem um aberto diálogo, depois se apaixonassem um pelo outro, assim, bonitinho? Nessa altura do campeonato as pessoas são como animais em busca da sobrevivência. Viver em um mundo morto! Claro que não é só isso, há muitas coisas que se você não pôde entender, não sou eu quem vai te falar.
José Henrique V.
José Henrique V.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de maio de 2015
Excelente filme, sendo dúvida o melhor de todos 4, mas não é para quer um.
Eber R.
Eber R.

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de junho de 2015
Para quem nunca assistiu nenhum filme da franquia, havia o medo de sair do cinema sem compreender nada da história. Ok, se existe algo fraco neste é justamente a história. É bastante simples. E só. No entanto, o filme surpreende o tempo inteiro. É impossível respirar tranquilo. Muita, muita, muita ação. Mas, muita mesmo! E saber que a maioria das cenas foi gravada "ao vivo", torna o longa ainda mais especial. Atuações espetaculares, principalmente Charlize Theron, Nicholas Hoult e Hugh Keays-Byrne. Tom Hardy fica bem apagado, mas nem faz falta. Ao menos, para quem não esperava nada. Efeitos absurdamente incríveis, somado à fotografia sensacional e uma trilha sonora que invade a alma. Os poucos momentos de respiro, rápidos, acabam ajudando a não sofrer um infarto na cadeira do cinema. Porque a aventura nos leva exatamente para o que se passa dentro da telona. Impossível não se acelerar com todos os elementos desse filme. Genial. De longe, o melhor de 2015 até agora. E, se bobear, o melhor ao longo do ano todo...
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