Mad Max: Estrada da Fúria
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4,5
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638 Críticas do usuário

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danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de novembro de 2015
Não esperava muito, mas fui surpreendido por esta obra-prima, sem sombra de dúvidas um dos melhores filmes de 2015. Boa fotografia, caracterização, efeitos especiais sensacionais e atuações marcantes da Charlize e do Nicholas (esse tem futuro).
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2016
Eu reconheco a grandeza do filme, é de como ele é bem feito! Após rever o filme descordo com muito de minha antiga crítica, porém a mantenho por ser minha primeira impressão. Aumentei 0,5
da antiga nota.
Crítica antiga :

Um filme pura ação. Nasce em hollywood mais
um filme impossível, que no caso, seria uma série de cenas de ação onde o protagonista está cercado pelos vilões e mesmo assim, ele consegue escapar de uma maneira fantástica. Pois é. Bem, eu não curto esses tipos de filme, e também não adorei Mad Max, não gostei da história. Teve seus pontos positivos como o elenco, com boas atuações. Os personagens também possuem boas características, além de brilhantes efeitos especiais. Um bom entreterimento, porém clichê e como falei, impossível.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de maio de 2015
Não citarei os filmes antigos estrelados por Mel Gibson, que, aliás, o alçaram a fama internacional. Vou direto ao ponto. Este novo Mad Max é divertidíssimo. Embora Max (Tom Hardy) não esteja assim tão “mad”, o filme narra uma curiosa e intrigante aventura deste atormentado homem solitário, que capturado e transformado num tipo de “bolsa doadora de sangue ambulante”, se vê envolvido na fuga de um grupo de mulheres que fogem de um homem assustador, de certa forma hedonista e sanguinário, que no meio do deserto árido controla com mãos de ferro uma população miserável e sedenta. Essas mulheres, lideradas pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron), partem em busca de um futuro melhor na esperança de encontrarem o Vale Verde, que seria como um oásis em meio à aridez do deserto. Nem cabe falar mais sobre o enredo em si. O que vale a pena ressaltar é que o filme traz consigo um frescor na mesmice reinante dos blockbusters multimilionários. George Miller, intitulado por muitos como um cineasta revolucionário por esta série de filmes, parte de um pano de fundo filosófico e apocalíptico, passeando por uma criatividade absurdamente interessante, com fortes toques de bizarrice e violência, além de uma estética incrível milimetricamente calculada. Os tons variantes de amarelo, laranja, vermelho e marrom pintam a tela com uma beleza ímpar de fotografia e montagem, fazendo da areia praticamente um personagem à parte. O ritmo frenético, diálogos insanos, e figuras tão assustadoras quanto cadavéricas em meio a uma sequência de barbaridades non-sense fazem com que o filme tenha essa aura tão peculiar e intrigante. No elenco, rostos conhecidos como os de Tom Hardy, Charlize Theron e um quase irreconhecível Nicholas Hoult, se mesclam com desconhecidos rostos, ou atemorizantes ou atemorizados. Enquanto a figura inflada de testosterona de Hardy dá bem a conta do recado como o semiprotagonista Max, e o agora minguado Hoult dá vida a um careca branquelo de lábios inchados e cortados que se transforma durante a película, é Charlize Theron quem chama a atenção. Além de ser a melhor atriz em cena, e continuar sendo estonteante mesmo com pouco cabelo e graxa na testa, ela parece ser a verdadeira protagonista do filme. Max perde espaço para ela, já que é nas costas dela que recai todo o teor dramático e espinha dorsal do longa-metragem. Algumas pessoas devem achar o filme bastante estranho, principalmente pelas insanas cenas de ação – as cenas de luta entre Max e Furiosa ao se encontrarem pela primeira vez, os “circenses” stunts que ficam pra lá e pra cá em varas maleáveis já mostradas pela União da Ilha na Sapucaí e um “roqueiro” bastante inusitado que faz parte deste road movie desértico – podem causar estranheza, mas ao mesmo tempo mostram uma admirável e original dose de atrevimento e fuga da uniformidade dos filmes do gênero. O filme tem sacadas muito bem boladas, e coisas que não funcionam muito bem, mas visualmente é bem bonito e embora não tenha um roteiro perfeito, é bem divertido. Não é um filme que mudará sua vida, mas por ser tão inusitado, ganha muitos pontos. Pegue sua pipoca e divirta-se!
William
William

160 seguidores 173 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de julho de 2015
Confesso que esperava menos, esse realmente me surpreendeu! Ótima cenas de ação, muito bem feitas e na medida(frenética) do filme, nada aqui se perde, até alguns detalhes que poderíamos encarar como bobagens se tornam especiais, e isso é um grande diferencial em Mad Max. Trilha sonora 10!! Muito bom!
Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de maio de 2015
Filme muito bom mesmo. Quando vi o trailer não me animei muito, mas depois de ler as críticas especializadas tão positivas, fui assistir hoje.

Realmente é um filme muito bem produzido, com ação eletrizante e que nos deixa com um aperto no peito do começo ao fim do filme. Também nota-se mais naturalismo nas cenas, sem tantos exageros de efeitos especiais que vemos na maioria dos blockbusters. Os carros e as paisagens são um show a parte.

Atuação fantástica da Charlize e muito boa também do Tom. A atuação do Nux e do Imortal Joe também merecem menção. Vale muito a pena assistir.
Vagne L
Vagne L

38 seguidores 63 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2016
Fotografia e a ação são os pontos fortes deste filme.
A história deixa um pouco a desejar, mas nada que não valha a pena ver...
Marcão
Marcão

24 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de janeiro de 2016
O melhor filme do ano, perfeito, empolgante e pura grinalina, muita loucura para um filme só, doideira artística, cheio de efeitos e enredo sobre a falta da água e original, um filme inesquecível vai virar cult os atores estão muito bem categorizados o figurino e muito legal com carros muito louco, alem de ter uma banda muito doida tocando em ritmo frenético musica que ninguém entende
Rodrigo C.
Rodrigo C.

15 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de maio de 2015
Em um futuro não tão longínquo, a Terra foi devastada e o apocalipse aconteceu. Para as pobres criaturas que aqui permaneceram, restaram apenas fogo e sangue. No que antes era uma imensidão de vida, agora se tornou areia. Nesse mundo estéril, não há espaço para esperança, para leis ou para clemência. O mundo enlouqueceu. E vai enlouquecer você também...

Depois de tantos anos (trinta, para ser exato), George Miller retorna a saga de Max (agora interpretado por Tom Hardy) em sua grande empreitada pela sobrevivência em um mundo pós-apocalíptico. Miller parece que guardou todas as suas energias para fazer esse filme, que na verdade não saía do papel há mais de dez anos, e não decepcionou. Nos últimos anos, Miller se dedicou a filmes um pouco menos agressivos, como “Happy Feet”, “Happy Feet 2”, e “Babe: Um porquinho atrapalhado na cidade”. Talvez toda essa versatilidade do criador da trilogia “Mad Max” da década de 80, tenha gerado certo receio no fãs da saga. A grata surpresa é descobrir que o plurivalente diretor não perdeu a mão, e entregou o melhor filme de ação de 2015 até o momento.

Com Tom Hardy como Max Rockatansky, Charlize Theron como Imperatriz Furiosa, e Nicholas Hoult como Nux, “Mad Max” tem um elenco de astros, e interpretações notáveis.

Tom Hardy interpreta um Max assombrado pelos fantasmas do passado, pelas perdas que não conseguiu evitar, e talvez, pelo próprio mundo insano do qual foge a todo momento. Tom Hardy talvez não seja tão conhecido pelo público em geral, apesar de ter aparecido em alguns filmes de destaque como “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” como Bane, no drama “Guerreiro” e na comédia romântica ao lado de Chris Pine e Reese Witherspoon, “Guerra é Guerra”. Vale a pena conferir mais uma boa interpretação do ator, que atualmente é um dos melhores do ramo, e se tudo der certo, deve ganhar ainda mais destaque. Charlize Theron interpreta a Imperatriz Furiosa, uma mulher com certo status na cidadela do tirano Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne). Charlize dá vida a essa personagem de maneira ímpar, nada de estereótipo feminino fraco, superficial e indefeso. Ela é independente, destemida, forte, talvez um retrato de como é a mulher realmente. E essa representação dela é altamente contrastante com o modo que as outras mulheres são tratadas no filme, como simples objetos de procriação do insano vilão. É uma excelente crítica a essa e a nossa sociedade, sem ser exagerada, mas no ponto certo. É claro que não precisa dizer que Charlize executa o papel com maestria. Por fim, temos Nicholas Hoult, o “Fera” dos novos filmes dos “X-men”, que se destacou também no excelente filme com péssimo título “Meu Namorado é um Zumbi” baseado na obra igualmente excelente com título decente “Sangue Quente” de Isaac Marion. Hoult dá vida a Nux um “menino de guerra” de Immortan Joe, uma espécie de soldado que é treinado desde a infância para o combate. A devoção desses “meninos de guerra” é tão grande, que eles podem, literalmente, morrer pela causa e pelos ideais de Joe. Nux é um personagem misterioso, confuso, caótico, louco e o mais interessante. Sua expressão, modo de falar, olhar, agir e andar é a personificação do mundo, ou do que o mundo se transformou: insano. Hoult faz esse personagem esquisito, ser, ao mesmo tempo, carismático, ganhando a atenção e simpatia imediata do público.

Além disso, temos a ação desenfreada, frenética e praticamente constante. Não há tempo para respirar. Miller optou em utilizar poucos efeitos especiais, buscando uma ação mais realista, bem mais palpável. Isso transporta, e aproxima o público para dentro do mundo de Mad Max.

Além disso, há a sensação de perigo e de ameaça a todo e qualquer momento, mostrando a angústia dos personagens que é transmitida para o público. Quando essa sintonia acontece, a experiência de ver um filme desse tipo muda completamente. Mad Max, nesse aspecto, é uma obra prima de ação dos tempos modernos, pintado a sangue e fogo.

Um bom filme de ação, não é nada sem uma boa trilha sonora. Felizmente, Mad Max conta com a experiência do talentoso compositor Hans Zimmer (que ao longo da carreira criou centenas de trilhas para filmes como a trilogia “Batman” de Nolan, “Interestelar”, “O Homem de Aço”, entre outros) e do músico Junkie XL. Juntos criaram uma trilha sonora impactante, muito presente nas cenas de ação, quase como um elemento participante daquela confusão de fogo e metal, e igualmente eletrizante.

Mas isso não é tudo. Falta a fotografia. E depois de acertar tanto, “Mad Max” acerta mais uma vez. O diretor de fotografia, e ganhador do Oscar de melhor fotografia por “Paciente Inglês” John Seale, nos presenteia com incríveis imagens do deserto australiano. Imagens essas que aprimoram a nossa viagem a esse mundo arrasado, mas que ao mesmo tempo é incrivelmente estonteante.

Ao final, “Mad Max” nos faz experimentar o cinema em sua melhor forma. Com cenas de ação viscerais, com uma trilha sonora arrepiante, atores em suas melhores formas, imagens deslumbrantes, e uma direção admirável. “Mad Max” não é apenas um filme, é uma aula de como transportar o público para dentro de um universo, trazendo ele completamente, o fazendo submergir totalmente na trama, apreciando todos os elementos que o cinema tem a oferecer.
Willian C.
Willian C.

13 seguidores 17 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de maio de 2015
Muito bom filme de ação top um dos melhores do gênero
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2023
Dispensável; não acrescenta nada aos anteriores. Como estética está à altura das produções de TV, bem como os temas. Parece tudo dejá vu.
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