A Pele que Habito
Média
4,1
1567 notas

138 Críticas do usuário

5
47 críticas
4
40 críticas
3
19 críticas
2
12 críticas
1
6 críticas
0
14 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Jessica M.
Jessica M.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de julho de 2013
Filme excelente.... Altamente recomendável...
Muitos criticam o filme pelo simples motivo de não o ter entendido. É um filme diferente para um publico diferente!
Já assisti umas três vezes... Valeu cada centavo pago pelo ingresso...
Fernanda Silveira
Fernanda Silveira

54 seguidores 117 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de agosto de 2017
Um filme de tirar o fôlego, no começo parece louco e sem nenhum nexo, mas ao desenrolar do roteiro ele traz um plot twist incrível. Vale muito a pena ver.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de março de 2016
Esse filme é sem palavras,forte,chocante que marca,mas macabro também,imagine que louco seria se fosse realidade,mas a trama é muito boa,tem mistério e suspense até o fim.
William Castilho W.
William Castilho W.

6 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de janeiro de 2016
Um filme brilhantemente lírico, cruel e estarrecedor. Um filme que fica para sempre em sua memória. Almodovar como sempre surpreende e marca mais uma vez o nosso imaginário. Antonio Bandeiras volta a filmar com seu diretor e descobridor, depois de mais de 20 anos.
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de setembro de 2015
Surpreendente e bem realizado o roteiro. Vale a pena ver mais um trabalho do Almodovar
Sil R.
Sil R.

11 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de junho de 2017
Quando assisto Almodôvar sempre espero por "algo", espero ser surpreendida de alguma forma, mas confesso não estava preparada para esse filme, conforme o enredo foi tomando corpo, meu pensamento ia em um crescente de - não...não é isso...não pode ser isso... o que é isso? estava com amigos no cinema, saímos em silêncio.
Carolina B.
Carolina B.

20 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de junho de 2017
O filme é incrivelmente bem elaborado. Do início até a metade é um tanto quanto "parado", mas da metade pro final é sensacional! Uma loucura genial demais!
Rafael Hades
Rafael Hades

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de julho de 2014
O que dizer sobre esse filme? Surpreendente, estranho, diferente, esquisito, "sem noção", "nada a ver"...
Talvez todos esses adjetivos de certo modo configuram o filme em um todo. Pedro Almodován nunca teve medo de ser expor, ele sempre achou que o normal é a maior exposição. Nessa trama que envolve o telespectador do começo ao fim, já se começa com uma pergunta: Porque ele deixa Vera naquele quarto como uma prisioneira? Nos traillers e fotos dá para sacar que ele é um cirurgião plástico e ela uma paciente, mas só.

O longa vai ganhando importância maior a cada cena, é como se cada parte do filme fosse uma cena teatral do estilo shakesperiana, em que cada narrativa tem completa significância no ato final. O elenco interage muito bem entre si, claro, os personagens de difícil criação ou acabariam com o filme ou o elevariam ao êxito. Não se teve um ator (atriz) que roubasse a cena, perdoe-me Banderas, perdoe-me Elena Anayam - que concerteza deixou a academia em dia, mas cada cada atuação e personagem mostrou relevância.

É um filme sofisticado, que com absoluta certeza afeta mais a mente masculina (assista e concorde), e que deve ser assistido e discutido. E pode ter certeza, no final desse filme você entenderá o título para lá de diferente: A PELE QUE HABITO.
Paulo
Paulo

128 seguidores 201 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2022
Um roteiro intrigante sobre mudança de sexo. Bons atores garantem esse forte suspense até o final.Muito bom.
Wellinton d
Wellinton d

2 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de novembro de 2016
As experiências de Pedro Almodóvar sobre a subjetividade humana

Vingança, juízo de valor e paternalismo. Temas frequentes na obra de Almodóvar tornam a figurar em A Pele que Habito (2011). A produção espanhola foge do gênero habitual do cineasta, contudo reforça algumas das suas suas marcas e agrada a maioria dos fãs que o autor conquistou em tantos anos de cinema dramático, romântico e crítico.

A trama que tem como base o romance Tarântula, de Thierry Jonquet, é uma enxurrada de referências, que vão desde a obra de Franz Kafka passando pela história de Kaspar Hauser e cercando Frankenstein, e são anexadas em um enredo atual e transpassadas aos olhos do espectador por um belíssimo elenco e atuações minimalistas.

Robert (Antonio Banderas) é um cirurgião plástico que sofre de diversos traumas, desde uma criação atribulada, com os pais ausentes, até à trágica morte da esposa, que acabou cometendo suicídio após ter o corpo inteiramente queimado em um acidente de carro. A filha do casal, Norma (Blanca Suárez) presencia o ato e desenvolve uma série de problemas psicológicos, enquanto Robert torna-se obcecado em estudar o tecido epitelial humano, tentando reconstituí-lo por completo, justamente para que a história de sua esposa não se repita.

A partir deste ponto, cada vez mais a insanidade domina Robert, que acaba não medindo a intensidade dos seus atos. E nesse contexto é que Almodóvar apresenta Vera (Elena Anaya) ao espectador. Uma mulher calma e aparentemente complacente com a situação de ser mantida em cárcere privado dentro da casa do cirurgião.

Sobrecarregado de informações, porém com narrativa de fácil compreensão e um ótimo andamento, A Pele que Habito é um ensaio sobre as relações humanas, as máscaras sociais, a essência do ser, a liberdade individual e os limites da crueldade intraespecífica.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa