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Elvira A.
937 seguidores
266 críticas
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3,5
Enviada em 16 de setembro de 2013
Um tema perturbador e polêmico. Antonio Banderas, Elena Anaya, Marisa Paredes convencem como o atormentado trio que mora na mesma casa, mas não consegue se comunicar. Boa atuação também de Jan Cornet, o Vicente. O público deve prestar atenção à passagem do tempo. As experiências transgênicas e outras do cirurgião plástico são altamente discutíveis. A tensão vai num crescendo, até atingir o clímax, neste filme diferente das tragicomédias anteriores do diretor Pedro Almodóvar.
Esperava mais pelo tanto de indicações que vejo deste filme. A história é surpreendente e gera muito suspense e até um certo pânico, o roteiro também não fica pra trás, porém não gostei da forma como é conduzido o filme, com pouca seriedade e várias situações desnecessárias, parecendo até uma novela mexicana. Não conheço outros filmes do Almodóvar, mas esse peca muito na direção, poderia ter feito uma obra prima.
O filme é famoso por ter uma grande surpresa na história. E se é o que espera, consegue. O filme tem uma das maiores reviravoltas do cinema. Fora isso, não apresenta grandes motivos para você se interessar pela história. É um filme comum, talvez fraco, com uma grande surpresa.
Creio que as críticas negativas, se dão unicamente por "esperarem o mesmo estilo do Almodóvar", mas essa loucura posta no filme, o torna singular. Um médico que tem sua vida transformada com o acidente da esposa em que fica com o corpo desfigurado. spoiler: E seu consequente suicídio . Após tal incidente, sua filha passa a ter problemas psiquiátricos, e numa tentativa de tentar socializar a filha novamente, o médico pensa que sua filha fora estuprada, eis ai um ponto crítico em relação a crimes, eles não podem partir de achismos, tem que haver a certeza, ter pessoas competentes não envolvidas sentimentalmente para investigar e julgar. Porém, em consequência de tal fato, ele cria experiências novas no estuprador, depois de alguns anos, realmente se ver o resultado negativo na mente do acusado. Um filme válido.
Está longe de ser uma grande filme de Pedro Almodóvar. Mas não é um filme ruim e nem tão sem pé nem cabeça. Afinal, vivemos em um mundo cheio de machismo, psicopatas por toda a parte. A história é conduzida sob o ponto de vista da personagem de Antônio Banderas (que bom rever o ator hablando en español). Banderas é convicente na pele do médico aparentemente normal, mas que guarda dentro de si um comportamento psicótico e machista. Chega a incomodar, as vezes. Não é um filme agradável, mas leva à reflexão!
Bem... O que posso dizer... Intrigante? Um filme "assistível", mas tem que possuir a mente aberta a possibilidades. Há momentos geniais, mas no contexto geral, sem grandes expectativas.
Pela sua história A Pele que Habito tinha tudo pra ser um grande destaque, apesar do elenco um tanto quanto fraco, mesmo assim o filme poderia ter causado muito mais impacto. O filme dança em um precipício com o modo que a história é contada, quase se tornando um filme enrolado do que um filme que te prende e faz querer sacar o que se passa na história, felizmente a partir da segunda metade o filme se desenrola de vez. Por fim é um filme com uma história muito interessante porém com uma execução muito pobre, ao contrário do que diz a crítica do AC, "Abrazo Rotos" (Abraços Partidos) de 2009 é infinitamente melhor que este.
Ok, ta eu sou bem maluca por achar que o filme deveria ter um desfecho complemente diferente spoiler: eu queria que os dois ficassem juntos. aff. Sou muito louca !
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