Bastante original, tinha tudo para ser uma excelente obra cinematográfica. O fato de não seguir uma cronologia, acentuou o suspense da narrativa, deixando o filme imprevisível. Em várias cenas mais parece um horror que suspense e drama. As atuações não são as mais convincentes. O diretor se perdeu principalmente no desfecho que evidentemente ficou mal dirigido. O final do filme é terrível, um desfecho fraco, sem graça, sem feeling.
O filme tinha tudo pra ser bom. O diretor/ roteirista pensou em algo surreal, mas o filme se perde no final. Parece que ficaram sem ideia pra terminar, e acabou de qualquer jeito. Uma pena, pois tinha um potencial grande pra ser um dos melhores filmes já vistos pelo público que adora cinema.
filme com uma proposta ate boa. roteiro original, o que faz com que o final seja imprevisivel. mas nao gostei da forma com que a historia foi contada, ficou muito cansativo. nao consegue prender o telespectador, ao longo de suas 2 horas de duração. tanto é que eu tive que ver em 3 VEZES!!!!! a mesma historia, contada com um roteiro diferente, talvez poderia ter feito do filme, um espetaculo.
Tem um roteiro diferente do comum porém com alguns furos, a cena da moto n conseguindo escapar de um furgão pesado é difícil de engolir, fora algumas outras q chegam a ser deprimentes, nem parecem ser desse conceituado diretor. O final tbm foi bem fraco.
Assisti A pele que habito e acredito não ter tido o impacto que a maioria das pessoas que assistiram tiveram. Uma coisa é abordar a transexualidade de um ponto de vista positivo, ( e essa positividade que falo é a aceitação que a pessoa transexual tem de si e a necessidade de se identificar como portadora do sexo psicológico cujo qual não pertence). Outra coisa é você ver um médico louco que pega um homem heterossexual e o transforma em mulher transexual, qual a mensagem que fica disso? Ok, o corpo é mutável realmente o é, porém a impressão que me passou é que o processo de transexualidade seria uma coisa banal, coisa que sabemos que não é! Vendo este filme deu a entender que qualquer pessoa (sem nenhum processo específico de tratamento, tanto hormonal como psicológico poderia mudar de sexo/gênero). Achei meio infundado esse filme. Sem contar que a passividade da atriz no primeiro momento do filme (começo) denota uma satisfação/aceitação de sua nova condição e isso não é uma verdade. O médico pega um rapaz (que por ter molestado sua filha (vingança) decide o transformar em mulher) e pior!!! Não é em uma qualquer mulher, mas sim sua falecida esposa!!!!!! Loucura???? Imagina!!!!! Claro que podemos olhar também para o ângulo de que a intensão do médico seria de fazer o rapaz sentir o mesmo que a filha sentiu ao ser violentada, (dai o habitar a mesma pele) Porém não é o que o filme retrata, tanto que a pele que o rapaz habita é uma super pele, uma pela geneticamente modificada, cuja qual nenhum inseto pode atingi-la (também retratado no começo do filme) Acredito que o roteiro do filme poderia sim!!!! ter sido bem melhor. Minhas duas estrelas para este filme vai para a trilha sonora que é perfeita e que amo Buika.
Um filme que começa confuso, e sua narrativa é construída de cacos e cacos até a metade do filme. Após o entendimento da narrativa, o filme começa a ficar sombrio. O plot-twist seria ótimo, se não fosse perturbador. Spoiler: spoiler: Quando você entende que o protagonista se apaixona pela sua criação que é inspirada em sua ex-esposa e na verdade é o "abusador" de sua filha que morre após ficar traumatizada, você tem vontade de parar de assistir.
Como suspense deixa a desejar. A trama principal que seria o sofrimento da vítima torna se demasiado teatral e o final é a la novela mexicana. Pena, pois Almodóvar costuma ser genial. Já Antonio Bandeiras e um ator limitado.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade