A noviça Viridiana (Silvia Pinal) faz uma visita ao seu tio moribundo, atendendo a um pedido do próprio. O pervertido homem, obcecado pela beleza da jovem, tenta seduzi-la de todas as formas. Ele morre e Viridiana decide não mais voltar ao convento. Em contrapartida transforma a antiga casa do tio num abrigo para necessitados e moradores de rua.
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O filme parece ter como intenção principal fazer uma crítica social, desmistificando os mendigos como pobres coitados que são apenas vítimas das mazelas sociais, bem como questionando a efetividade da caridade cristã para mudar essa situação, dentre outras críticas. O filme tem bons diálogos, personagens bem construídos, e o entretenimento fica em segundo plano.
mostra o lado mesquinho e mal agradecido ser humano.
O filme diz "ainda existem pessoas boas no mundo mas isso é temporario" e pare para pensar se vale realmente ajudar um pessoa numa situação ruim da próxima vez.
O filme diz "ainda existem pessoas boas no mundo mas isso é temporario" e pare para pensar se vale realmente ajudar um pessoa numa situação ruim da próxima vez.
Proibido
Foi banido na Espanha e extremamente criticado pelo Vaticano.
Cannes
Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1961.
A volta
Primeiro filme de Luis Bunuel na Espanha desde a década de 1930. Seu retorno foi festejado pelos jovens artistas espanhóis. Buñuel vinha trabalhando no México.
Nacionalidades
Espanha,
México
Distribuidor
-
Ano de produção
1961
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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