Guerra ao Terror
Média
3,8
1323 notas

56 Críticas do usuário

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William
William

160 seguidores 173 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
Fraco, sem muito enredo e um final broxante.
Deu sono.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de abril de 2013
É histórico ver uma um vencedora do Oscar de melhor diretor. Mas Guerra ao Terror não é nem um pouco memorável. Atuações fortes e muito polêmicas, mas não passou de mais um filme em que os Eua se posiciona na frente de qualquer país e tenta interferir na vida de pessoas, do outro lado do oceano... Pois é, o mundo não mudou, é isso o tema central do filme, mas com muitas apelações e fanatismo, a qualidade é pouca. Texto fraco e direção nada fora do comum... mais um fiasco da Academia.
Mr Alessandro King
Mr Alessandro King

7 seguidores 54 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de junho de 2021
O filme ficou muito grande para o conteúdo apresentado.
Os aspectos Técnicos é excelência
Mas a História da uma cansada,
Poderia ter cortado uns 20 min
Ronan A.
Ronan A.

13 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de novembro de 2017
Esse é paia. Não que seja um filme de todo ruim. Talvez eu precisasse ter assistido sem a pressão de saber que este ganhou o Óscar de melhor filme em 2010, acima de Avatar, Distrito 9, Bastardos Inglórios... humhum.
Sidney
Sidney

8.996 seguidores 636 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Fiquei muito feliz com a vitória do Guerra ao Terror, ontem no oscar. Foi mericido, pois este filme superou todas as minhas expectativas e, deixou o Avatar lá no chão. Parabéns a toda equipe de Guerra ao Terror...
fernandoparinos
fernandoparinos

8 seguidores 6 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Guerra ao Terror.
O filme é realmente impecavel. Apesar de nao conter uma historia linear, o longa consegue retratar de forma incrivel, a tensão que é presenciada por soldados americanos que lutam na guerra contra o terror.
As cenas em que bombas são desarmadas são realmente emocionantes e tensas, um suspense misturado com guerra e drama. Vale muito a pena, o diretor conseguiu realizar um trabalho épico com esse filme.
(não sei como nao passou nos cinemas)
 
Nota 0-10: 8.5
Valdeci C de Souza
Valdeci C de Souza

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Na época do Oscar sempre surge uma velha questão: O Oscar influencia a bilheteria de algum filme? Eu tinha minhas dúvidas sobre este fato. Mas é inegável que em um caso específico ele foi fundamental. Estou me referindo ao filme Guerra ao Terror que levou o Oscar de Melhor Filme na última edição. Dirigido por Kathryn Bigelow (também agraciada como a Melhor Direção) este filme surpreendeu a todos pela visibilidade inesperada e por ter recebido seis estatuetas douradas.
Neste caso específico o Oscar influenciou a bilheteria. Não só isso, fez com que os próprios produtores corressem atrás do prejuízo comercial e lançassem o filme novamente em uma maior quantidade de salas americanas. No Brasil, ele se quer foi lançado no circuito de salas de cinema, passando direto para DVD. Eu, como dono de locadora ha 17 anos também não acreditei no filme e, na época do seu lançamento há mais de um ano, também não disponibilizei na locadora. Agora estou correndo atrás do prejuízo. Sinal direto da premiação do Oscar. Até então, ninguém tinha procurado por Guerra ao Terror na locadora e, a grande maioria, nem sequer sabia de sua existência. Depois daquele domingo no Teatro Kodak a coisa mudou. E muito.
Só fui assistir ontem à noite a Guerra ao Terror. O filme realmente impressiona pela qualidade da direção de arte, pela direção competente de Bigelow e pelo excelente desempenho de Jeremy Renner na pele do destemido sargento William Jemes. Apesar de ser um filme de guerra (assim foi classificado), eu diria que é um bom filme de suspense muito bem articulado visto que as cenas de explosões e tiroteios, que se esperaria de um filme do gênero, não acontece de forma gratuita. A cena que o pelotão fica encurralado pelo inimigo escondido num casebre é fantástica. Assim como a cena do Sargento William James desmontando as bombas escondidas num carro em frente ao prédio da ONU.
Mas a razão deste comentário, no entanto diz respeito a uma outra cena e num ambiente bastante diferente. Seria cômica não fosse trágica. A cena em questão é a seguinte: Ele termina sua missão e volta para casa depois de ter desmontado inúmeras bombas e ter colocado a sua vida (e a de seus colegas) em risco por diversas vezes. James, a esposa e o filho pequeno estão no supermercado e ela pede que ele vá pegar os sucrilhos em outra estante. Ele encontra um corredor enorme com centenas de pacotes do cereal. De todas as formas, cores, tamanhos e preços. Olha pra esquerda tem sucrilhos, olha para a direita tem mais sucrilhos ainda. E agora? Qual levar? A cena fica alguns minutos neste “suspense”. Ele deve ter pensado: É mais fácil ter que escolher o fio azul ao vermelho em uma bomba letal do que escolher sucrilhos! Na cena seguinte ele aparece embarcando novamente para 365 dias de novas missões como o destemido homem que desarma bombas.
Interessante este aspecto colocado por Bigelow. Parece uma cena trivial e até engraçada. Mas ela quer dizer muito mais que isso. Não fosse o fato de mostrar, na cena seguinte, que ele desiste da família para voltar para o campo de batalha. Evidentemente não foi a compra do maldito sucrilho que desencadeou todo este processo. Mas fica claro que ele não tem um relacionamento familiar completo com a mulher e, apesar de amar o filho, também não tem um vínculo afetivo tão forte para mantê-lo por perto. Apesar de salvar vidas de estranhos e de se importar muito mais com outras pessoas, ele não consegue ter vínculos com sua família. Prefere arriscar a vida e neste aspecto buscar um sentido para ela a ter que ficar e criar raízes. É mais fácil para ele salvar a vida dos outros do que salvar a sua própria. No filme isto fica bem claro pela forma quase irresponsável como ele atua no desarmamento destes artefatos letais.
Um filme para se assistir por diversos ângulos e perspectivas. Mas a cena do supermercado foi a que mais me impactou e a que mais me fez refletir sobre esta obra. James poderia fazer uma guerra ao descaso familiar e, antes de salvar a humanidade, salvar a si próprio. Talvez seja este o recado do filme.


meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com
Felipe
Felipe

4 seguidores 26 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme excelente, mostra a guerra de uma maneira diferente!
 
Além de um retrato do conflito, Guerra ao Terror é um competente demonstrativo da natureza do homem que, colocado em situações de perigo e risco extremo, muitas vezes perde sua humanidade para agir de acordo com instintos primários como a agressão ou ser tomado por sentimentos como o ódio.
ale65
ale65

6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
e um filme com uma otica diferente...  mas tb daqueles pre-fabricados pela midia. tanto que assiste dvd piratex bx da net a algum tempo, e me surpreendi pelo aue de agora em cima dele.
faelmoreira
faelmoreira

4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Ficar impressionado com Guerra ao Terror é fácil. Logo no início do filme há uma ótima sequência estupendamente bem arquitetada por Kathryn Bigelow. Temos então a junção de três fatores essenciais para o funcionamento do longa: 1 - a montagem que constrói o filme de uma maneira extraordinária, tendo seu momentos sutis em edição lenta; 2 - a fotografia tecendo uma realidade fora do normal e 3 - Kathryn Bigelow sem cuja dedicação e técnica nada seria tão promissor. Guerra ao Terror é, portanto, verossímil acima de tudo e atire uma pedra aquele que achar o contrário. Porque alguns podem até taxá-lo como um filme mediano, mas não podem negar que há realidade em cada momento. Há uma tensão impenetrável no filme que parece ser a característica que mais conquista o público. Trata-se de um filme que é difícil apontar o seu melhor durante a projeção, mas quando terminamos de ver sabemos que mérito merece ser dado à Kathryn por ser, talvez, a melhor direção da temporada.Algo que pode deixar alguns incomodados são as pontas que alguns personagens fazem. Acontecem uma, duas e três vezes. Até porque, não motivo algum para aprofundar esses personagens, cumprem exatamente o que estão lá para fazer. No quesito atuação não há nenhuma queixa; Jeremy Renner faz mais do que desempenhar seu papel, a personalidade de seu personagem é altamente avassaladora e profunda. Ele é literalmente o protagonista, pois parte de seu passado é contada, sua vida pessoal, parte dos acontecimentos que o tornaram daquele jeito. E é com Jeremy Renner que presenciamos o momento mais chocante. Talvez compreendam quando visualizarem o ator numa encruzilhada frente a um carro.Retratando com perfeição o estado atual de calamidade vivenciado em Bagdá a trama do filme gira em torno do esquadrão anti-bombas norte-americanco composto por William James (Jeremy Renner), que costuma ser frio em ação, carrega uma grande experiência; Sanborn (Anthony Mackie), o típico soldado competente e “certinho” que não tolera certas atitudes de William; e Owen Eldridge (Brian Geraghty) que sabe que o risco de morrer é muito grande e aos poucos vai se adaptado a sua realidade. Nesse ínterim o filme segue corretamente até que em um momento surge uma cena deslocada. É um grande filme que merece todo o reconhecimento recebido.
E se fazer filmes de guerra virou moda é preciso competência para que o gênero não caia no clichê. Guerra ao Terror ganha destaque atualmente nas premiações por retratar muito bem a realidade, com uso de atores pouco conhecidos e que já tem o rostinho estampado em Hollywood tem espaço apenas para pontas. Há cenas ali que valem por mil filmes, momentos que não precisam de diálogo algum para tornar-se compreensível. Esquecemos que aquilo é um filme e achamos que que um cameraman saiu filmando a rotina dos soldados. A guerra é certamente uma droga, mas com este filme a guerra torna-se até fascinante.
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