filme tenso que mostra o realidade na guerra,filme muito bem feito que prende a atençao desde o inicio do filme.com mil anos-luz de vantagem foi o melhor fime do ano...
Fiquei decepcionado. Pensei que fosse melhor...já vi filmes de guerra muito mais movimentados, por isso é filme de guerra. Guerra mesmo, que é o que eu queria ver, não vi nada...
Na minha opinão pegaram DURO DE MATAR + BRUXA DE BLAIR, tacaram tudo no lidiquificador e despejaram no Iraque, e o que saiu foi esse filme que tirando o tema que "vamos incentivar + jovens a irem lutar (leia-se MORRER) pelo pais" ate poderia ser um filme interessante, fotografia boa, boa direção e talz, mas realmente mostrar como os soldados Estadunidenses são os coitadinhos invadindo e destruindo um pais alheio, não é algo que eu gosto de ver. Outro ponto que gostaria de salientar é o final, depois de mostrar "os horrores da guerra" o filme termina com um rockzinho e o personagem principal com kra de feliz indo "lutar pelo pais" no entando ele simplesmente sustenta seu vicio em adrenalina, num lugar aonde ele é recompensado por ser inconsequente. Quem entende um pouco sobre psicologia sabe, que na maioria das vezes não importa muito o decorrer do evento, pq o celebro tem a tendencia de lembrar + a ultima lembrança esquecendo tudo oq foi mostrado antes, e oque fica na mente das pessoas ao ver esse filme é exatamente a cena dele chegando todo feliz no iraque com um rock tocando no fundo ¬¬. (sei q apelei demais pra psicologia + fazer oq ne ^^)
A obra- prima da Bigelow. Foi maravilhoso ter ganho o Oscar por vários motivos: o filme em si, ao "não" á megalomania de Avatar que ganhou só os prêmios técnicos que merecia e pela Acadêmia premiar um filme que disseca de forma tão contudente e realista um tema como a Guerra no Iraque em pleno andamento. Será que a mentalidade americana está realmente mudando? Um filme guiado pela força da imagem, tomando quase sempre o olhar de um observador seguindo o exercito americano, que seria justamente a visão do roteirista Mark Boal que acompanhou por um tempo um daqueles batalhões para produzir uma série de reportagens e posteriormente o roteiro. Aliás baixei esse roteiro e é interessante como foi limada toda cena ou diálogo redundante ( o dialogo final do pai com o filho foi cortado pela metade, justamente a que fazia uma alusão mais explícita aos iraquianos). Lá estamos nós no meio de um povo estranho, sem entender a língua ou saber se deve- se proteger ou atirar nos cidadãos que estão nos observando. O filme nos coloca no meio disso, joga todas as contradições da ocupação em cenas rápidas (para mostrar que a resistência vai continuar nas gerações futuras basta mostrar garotos jogando pedras no veículo de transporte) e fazendo sentir a adrenalina/fascínio e medo/repulsa das situações limites (coisa que não se limita à guerra). Já um clássico!
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