Guerra ao Terror
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3,8
1329 notas

56 Críticas do usuário

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faelmoreira
faelmoreira

4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Ficar impressionado com Guerra ao Terror é fácil. Logo no início do filme há uma ótima sequência estupendamente bem arquitetada por Kathryn Bigelow. Temos então a junção de três fatores essenciais para o funcionamento do longa: 1 - a montagem que constrói o filme de uma maneira extraordinária, tendo seu momentos sutis em edição lenta; 2 - a fotografia tecendo uma realidade fora do normal e 3 - Kathryn Bigelow sem cuja dedicação e técnica nada seria tão promissor. Guerra ao Terror é, portanto, verossímil acima de tudo e atire uma pedra aquele que achar o contrário. Porque alguns podem até taxá-lo como um filme mediano, mas não podem negar que há realidade em cada momento. Há uma tensão impenetrável no filme que parece ser a característica que mais conquista o público. Trata-se de um filme que é difícil apontar o seu melhor durante a projeção, mas quando terminamos de ver sabemos que mérito merece ser dado à Kathryn por ser, talvez, a melhor direção da temporada.Algo que pode deixar alguns incomodados são as pontas que alguns personagens fazem. Acontecem uma, duas e três vezes. Até porque, não motivo algum para aprofundar esses personagens, cumprem exatamente o que estão lá para fazer. No quesito atuação não há nenhuma queixa; Jeremy Renner faz mais do que desempenhar seu papel, a personalidade de seu personagem é altamente avassaladora e profunda. Ele é literalmente o protagonista, pois parte de seu passado é contada, sua vida pessoal, parte dos acontecimentos que o tornaram daquele jeito. E é com Jeremy Renner que presenciamos o momento mais chocante. Talvez compreendam quando visualizarem o ator numa encruzilhada frente a um carro.Retratando com perfeição o estado atual de calamidade vivenciado em Bagdá a trama do filme gira em torno do esquadrão anti-bombas norte-americanco composto por William James (Jeremy Renner), que costuma ser frio em ação, carrega uma grande experiência; Sanborn (Anthony Mackie), o típico soldado competente e “certinho” que não tolera certas atitudes de William; e Owen Eldridge (Brian Geraghty) que sabe que o risco de morrer é muito grande e aos poucos vai se adaptado a sua realidade. Nesse ínterim o filme segue corretamente até que em um momento surge uma cena deslocada. É um grande filme que merece todo o reconhecimento recebido.
E se fazer filmes de guerra virou moda é preciso competência para que o gênero não caia no clichê. Guerra ao Terror ganha destaque atualmente nas premiações por retratar muito bem a realidade, com uso de atores pouco conhecidos e que já tem o rostinho estampado em Hollywood tem espaço apenas para pontas. Há cenas ali que valem por mil filmes, momentos que não precisam de diálogo algum para tornar-se compreensível. Esquecemos que aquilo é um filme e achamos que que um cameraman saiu filmando a rotina dos soldados. A guerra é certamente uma droga, mas com este filme a guerra torna-se até fascinante.
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rodrigowra
rodrigowra

3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
filme tenso que mostra o realidade na guerra,filme muito bem feito que prende a atençao desde o inicio do filme.com mil anos-luz de vantagem foi o melhor fime do ano...
 
Jose Luiz Soro
Jose Luiz Soro

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Fiquei decepcionado. Pensei que fosse melhor...já vi filmes de guerra muito mais movimentados, por isso é filme de guerra. Guerra mesmo, que é o que eu queria ver, não vi nada...
ODEVAL THOMPSON
ODEVAL THOMPSON

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
sensasionallllllll
difranca
difranca

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Na minha opinão pegaram DURO DE MATAR + BRUXA DE BLAIR, tacaram tudo no lidiquificador e despejaram no Iraque, e o que saiu foi esse filme que tirando o tema que "vamos incentivar + jovens a irem lutar (leia-se MORRER) pelo pais" ate poderia ser um filme interessante, fotografia boa, boa direção e talz, mas realmente mostrar como os soldados Estadunidenses são os coitadinhos invadindo e destruindo um pais alheio, não é algo que eu gosto de ver.
Outro ponto que gostaria de salientar é o final, depois de mostrar "os horrores da guerra" o filme termina com um rockzinho e o personagem principal com kra de feliz indo "lutar pelo pais" no entando ele simplesmente sustenta seu vicio em adrenalina, num lugar aonde ele é recompensado por ser inconsequente. Quem entende um pouco sobre psicologia sabe, que na maioria das vezes não importa muito o decorrer do evento, pq o celebro tem a tendencia de lembrar + a ultima lembrança esquecendo tudo oq foi mostrado antes, e oque fica na mente das pessoas ao ver esse filme é exatamente a cena dele chegando todo feliz no iraque com um rock tocando no fundo ¬¬. (sei q apelei demais pra psicologia + fazer oq ne ^^)
Carlos Alberto Farias
Carlos Alberto Farias

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A obra- prima da Bigelow. Foi maravilhoso ter ganho o Oscar por vários motivos: o filme em si, ao "não" á megalomania de Avatar que ganhou só os prêmios técnicos que merecia e pela Acadêmia premiar um filme que disseca de forma tão contudente e realista um tema como a Guerra no Iraque em pleno andamento. Será que a mentalidade americana está realmente mudando?
Um filme guiado pela força da imagem, tomando quase sempre o olhar de um observador seguindo o exercito americano, que seria justamente a visão do roteirista Mark Boal que acompanhou por um tempo um daqueles batalhões para produzir uma série de reportagens e posteriormente o roteiro. Aliás baixei esse roteiro e é interessante como foi limada toda cena ou diálogo redundante ( o dialogo final do pai com o filho foi cortado pela metade, justamente a que fazia uma alusão mais explícita aos iraquianos).
Lá estamos nós no meio de um povo estranho, sem entender a língua ou saber se deve- se proteger ou atirar nos cidadãos que estão nos observando. O filme nos coloca no meio disso, joga todas as contradições da ocupação em cenas rápidas (para mostrar que a resistência vai continuar nas gerações futuras basta mostrar garotos jogando pedras no veículo de transporte) e fazendo sentir a adrenalina/fascínio e medo/repulsa das situações limites (coisa que não se limita à guerra). Já um clássico!
 
 
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