Um super filme crítico aos olhos dos estúpidos certinhos que gostam ou esperam um" Happy End.¨"
Surpreendeu minhas expectativas, provocou novas curiosidades, ascendeu uma pequena chama para o que vem depois, um certo gostinho de quero mais, uma pequena confusão, gerada de tantos porquês e de uma história totalmente diferente. Stephen King, realmente é o cara da confusão e gerenciador de polêmicas e críticas. Sinceramente um final FODA com todas as letras.
Só que se fosse a minha história, aquela louca, insana tomada pelo fanatismo e não pelo amor verdadeiro a Deus, teria levado um tiro, a partir das primeiras palavras provocadas ao grande tumulto de insanidade que ela causou. A Bitch morreu só depois de muito tempo.....amarraria ela na cordinha e então esperaríamos se a fé dela iria salvar a puritana insana dos supostos demônios apocalípticos lá fora.
Fazia tempo que prometia ver esse filme. E se soubesse que ia me divertir tanto, já tinha o feito. Pra quem curte terror e suspense como eu, é uma pedida perfeita. É um filme que prende a atenção de quem está disposto a tentar compreender o que está acontecendo além daquele nevoeiro. Obrigatório pra quem gosta do gênero.
Pra que espera muito do terror, é um filme meio "mais ou menos". Não houve uma explicação detalhada sobre o "por quê?" daquelas criaturas terem aparecido no nevoeiro. O final foi surpreendente, bem imprevisível. Efeitos especiais e atuações deixam a desejar. Mas o filme é interessante, mostrando até mesmo conflitos em relação ao fanatismo religioso.
Baseado no livro homônimo de Stephen King que não li e tem até série de 2017! Só por isso, já se sabe que as coisas vão ser sinistras e loucas. Do spoiler: nada aparecem ets no lugar,a cara do King!
A religiosa é o ponto alto do filme,ela é quem dita o quanto seu nível de raiva está bom.
Criança super chata que até o pai inventa desculpa pra não ficar perto dela. Do nada a febre passa,dorme e acorda toda hora.
O fim é aquele negócio "o apressado come cru" no melhor estilo.
Ambientado no estado norte americano Maine, O NEVOEIRO conta a história de habitantes de uma cidade que, após passar por uma devastadora tempestade, acabam sitiados em um mercado local. A razão do isolamento se deve a um denso nevoeiro que toma conta da cidade, sendo percebido loco de imediato o perigo representado em transitar pela nuvem que impede ver até mesmo a curta distância.
Como boa parte das obras de Stephen King, O NEVOEIRO está repleto de elementos que transitam entre o sobrenatural e psiquê humana. No caso deste filme, o brilhante roteiro do também diretor Frank Darabont explora as nuances impostas por um encarceramento de pessoas de diferentes personalidades que fazem frente ao desconhecido imposto pelo recém chegado nevoeiro. Os conflitos psicológicos, as dúvidas e a exaltação baseados no fundamentalismo religioso explora lados da mente humana que surgem após situações complexas que muitas vezes deixam as pessoas reféns de si mesmas por não saberem como conduzir seu passo seguinte. As dúvidas e decisões tomadas sempre geram consequências, que podem variar dependendo muito da falta de reflexão individual em prol do coletivo, tendo um aspecto real implicado de forma coesa e brilhante no enredo que mistura realidade subjetiva e ficção.
Embora seja um filme de orçamento moderado, Darabont evita mostrar os monstros, já que o CG é visivelmente pobre em qualidade, mas isso não gera problemas por ficar em segundo plano na proposta do longa. O elenco encabeçado por um mediano Thomas Jane tem ainda Marcia Gay Harden, Andre Braugher, Toby Jones e uma turma que anos depois fariam parte de The Walking Dead, também produzido por Darabont e Greg Nicotero. No final das contas O Nevoeiro pode ser um filme que divide opiniões, mas sua complexidade narrativa flui de forma não menos que brilhante, levando a reflexão acerca de decisões pessoais que fica na mente por dias a fio.
Feito com base num conto de mesmo nome (da coletânia "Tripulação de Esqueletos"), o filme traduz bem para a linguagem cinematográfica o enredo de King. Há um crescente envolvimento do espectador e o final, de fato, é puro Stephen King... Como sempre (com King), não espere respostas. Veja e se deixe levar.
O nevoeiro é um filme de ficção científica/horror que foi dirigido e roteirizado por Frank Darabont. O filme é baseado no conto de Stephen King: The mist. O filme conta a história de David (Thomas Jane) que após uma forte tempestade, resolve sair com o seu filho até um supermercado próximo para conseguir suprimentos. Porém, David, o seu filho e os demais trabalhadores e clientes ficam presos no supermercado após uma densa nevoa pairar sobre toda a cidade. O terror aumenta quando estranhas criaturas começam a surgir. O filme consegue juntar muito elementos em uma simples premissa: medo do desconhecido, fanatismo religioso, jogo de poder e um sufocante confinamento. O filme demostra as diversas postura que os seres humanos adotam em situações extremas (algo que vimos na pandemia da covid-19). O filme procura ter um desfecho diferente da obra principal, sendo mais pessimista, e é o que indigna muitos que assistem. No mais, o desfecho é trágico e irônico ao mesmo tempo, mas devemos entender que a escolha dessa narrativa final crítica à perda da esperança e à rapidez em que as pessoas costumam tomar suas decisões extrema, principalmente quando são confrontadas com o medo absoluto.
Tinha de tudo pra ser um filme legal , mas abusaram muito da ficção científica , nem sei porque esse filme esta classificado no gênero de terror . Além de ter um final de amargar .
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