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3,2
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The Playlist
Para além do elogio da amizade feminina, "As Duas Rainhas" é tão alegremente feminista que você quase espera Mary sair dos seus aposentos com uma camiseta escrita "Destrua o patriarcado".
Collider
Está longe de ser um filme perfeito, pelos problemas de ritmo e pela frieza da parte inicial, mas ele ainda consegue evocar a história de uma mulher poderosa lutando para se estabelecer entre os homens.
The Guardian
Rourke e Willimon criaram um drama suculento e sombrio que oferece uma alternativa elegante ao que veio antes. É dificilmente revolucionário ou particularmente revisionista, mas há o suficiente aqui para fazer com que pareça um esforço digno.
Télérama
Ao invés do duelo de damas esperado, o encontro entre elas se apresenta como um ápice de emoção e da impossibilidade trágica de uma solidariedade feminina no meio do poder.
Cineweb
Uma história de ficção baseada em acontecimentos reais, que se interessa em colocar em discussão figuras femininas de poder em contextos altamente desfavoráveis.
Folha de São Paulo
O diferencial fica por conta da grata leitura feminista que permeia o drama: a sagacidade das mulheres, com seu senso estratégico acurado, terá obstáculos —por vezes, intransponíveis— na ignorância e brutalidade masculinas.
New York Times
Há espaço para duas rainhas em uma única ilha? Em um único filme? As respostas, de acordo com "Duas Rainhas", são "não exatamente" e "quase". [...] O filme é consistentemente interessante, mesmo que nem sempre seja convincente.
O Globo
Com competência visual e boas atuações, o filme olha o passado a partir de lentes atuais, interpretando os sentimentos das rainhas. A trama carece, porém, de uma elaboração que não resuma os conflitos à atração sexual, ou falta de, entre os personagens.
Observatório do Cinema
Há muito mais tragédia do que um empoderamento nesta produção, e embora a história real que o inspirou seja interessante e tenha mudado o rumo de um continente, o resultado não provoca grande entusiasmo.
The Guardian
"Duas Rainhas" tem que inventar um encontro face a face com Mary e Elizabeth que nunca aconteceu, uma ficção que infelizmente faz com que o resto pareça frustrante. [...] Ronan está muito bem no filme, e as partes de Robbie, muitas vezes carregadas de diálogos antigos, não têm o mesmo estalo.
The Hollywood Reporter
Ronan carrega o filme com um espírito ferozmente individualista. Robbie é durona e imperiosa, mas traz que um lado humano em sua performance. "Duas Rainhas" oferece uma abordagem mais tradicional ao melodrama histórico do que "A Favorita".
Variety
"Duas Rainhas" poupa não apenas da carnificina, mas também de um grande drama. [...] O filme parece bem adaptado ao momento do #MeToo, contrastando as diferentes estratégias das rainhas para manter o que cada um acreditava ser o legado dado por Deus.
Washington Post
O coração e alma comovente de "Duas Rainhas" são Saoirse Ronan e Margot Robbie como Mary e Elizabeth, cuja relação contraditória acomoda a hostilidade, o ciúme, a admiração e o amor fraterno, afetando a uniformidade.
Chicago Sun-Times
É um pouco problemático: certos personagens passam por mudanças radicais de personalidade e parecem ajustar seus motivos para se adequarem aos caprichos da história. Essa falta de consistência faz com que muitos pontos importantes da trama pareçam arbitrários.
Critikat.com
Pode-se perguntar porque a cineasta privilegia Mary ao invés de Elizabeth, colocando a primeira no título apesar das diversas idas e vindas. O arco dramático de Elizabeth se mostra igualmente cativante - talvez até mais - que o de Mary.