Identidade Roubada
Média
3,2
21 notas

5 Críticas do usuário

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Ana A S Cesar
Ana A S Cesar

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0,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2021
Nem sempre quando se assiste a um filme por causa da referência aos atores, dá certo. O filme é ruim, não se sustenta, mesmo com atores de tão bom quilate. Em alguns momentos o filme parece que vai 'deslanchar', porém vai se tornando confuso sem definir nada a que veio. No final, que é surpreendente (e fraco) o desfecho é bizarro. Não perca seu tempo.
Nelson J
Nelson J

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4,0
Enviada em 21 de dezembro de 2025
Sarandon, Neil e Blunt em suspense psicológico de primeira, sobre mulher que se sente perseguida, mas seus atos parecem indicar que esteja alucinando. Roteiro competente que prende a atenção do início ao fim.
O Tempo d.
O Tempo d.

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5,0
Enviada em 15 de julho de 2016
Difícil julgar um filme recheado de mistérios, suspense...
Conhecer a trama, aos poucos, se faz necessário;
No todo, foi um excelente filme.
Ainda mais com essas atrizes maravilhosas!
Sidney
Sidney

8.996 seguidores 636 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é realmente decepcionante, uma história que poderia ser muito mais aproveitada. Os atores não conseguem segurar a trama que é fraca. Fiquei frustado, esperava muito mais desse filme. Péssimo.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A atriz Susan Sarandon vai até a Austrália (Melbourne para ser mais específico) estrelar o filme no papel de Sophie, uma desenhista famosa, casada com um arquiteto de sucesso, Craig (Sam Neill) com duas filhas bonitas e sadias. A primeira grande guinada do filme ocorre quando a assessora de informática de Craig, a bela Mara (Emily Blunt) começa a se imiscuir na vida de Sophie. A primeira impressão que o espectador tem é de que está diante de uma trama que lembra muito "ATRAÇÃO FATAL". Inúmeros artefatos da casa de Sophie desaparecem misteriosamente. Vestidos, fotos, brinquedos das filhas dissipam-se, para uma Sophie que se torna cada vez mais paranóica em relação à Mara, com quem ela suspeita que o seu marido tenha um caso amoroso. Sophie passa a perseguir Mara pelas ruas de Melbourne. Quando ela invade a casa de Mara, o imbróglio vai parar na justiça. O juiz determina que Sophie mantenha-se afastada de Mara. Porém, quando uma mulher vê sua vida conjugal e familiar ameaçada, tal como sucede com Sophie, ela é capaz de cometer os atos mais tresloucados possíveis. Até esse ponto a trama ainda se sustenta, porém, com mais uma guinada inesperada e injustificável, o melodrama rocambolesco mais rasteiro substitui o thriller romântico. Êta roteirinho sem vergonha. Nem pense em ter o seu tempo roubado.
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