Ensaio sobre a Cegueira
Média
4,0
1160 notas

44 Críticas do usuário

5
10 críticas
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Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 339 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de setembro de 2018
O material fonte é excelente e o elenco é muito bom. Pena que a direção de Meirelles não foi tão inspirada quanto Cidade de Deus e o roteiro poderia ter sido melhor adaptado. Não acrescenta nada para a obra original mas também não compromete.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2013
-A história do filme é emocionante,mas o filme é bem chatinho.
-Esperava muito mas,por conter Mark Ruffalo,Julliane Moore e Danny Glover em seu elenco.Enfim,não esperem muito pelo filme,mas sim uma história bem contada.
ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de abril de 2016
Muito interessante. Já faz um tempo que assisti pela primeira vez e agora que assisti de novo, continuo fascinada. Uma bela adaptação para o cinema. Fernando Meirelles e o elenco não deixam nada a desejar. Atuação impecável de Julianne Moore, Gael García Bernal e Mark Ruffalo, atores que admiro muito. Faz você refletir muito sobre as atitudes humanas em situações críticas e é uma boa experiência pra amantes do cinema, principalmente dramas. É um pouco parado e cansativo, mas vale a pena.
wesleyaxe
wesleyaxe

10.962 seguidores 680 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
É um ótimo filme, reflexivo e muito original. Toda aquela bagunça beirando o holocausto quando é gerada quando se perde a visão, os homens e animais não então não se distinguem mais, pq o que nos diferencia é o raciocínio, mas sem a visão o raciocinio foi substituído pela lei da sobrevivência, assim como é na vida selvagem... adorei o filme e Alice Braga é sempre muito talentosa, além dos protagonistas Mark Ruffalo e Julianne Moore.
Andreia F.
Andreia F.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de março de 2014
Sinceramente, não li o livro, mas sei que os detalhes são maiores, mas o filme fica a desejar em cenas sem profundidade, em alguns momentos tem cenas boas, tipo quando ela mostra o dedo pra o soldado, ou quando são obrigados a ter que conseguir comida em troca de seus pertences e do coito com as mulheres dos outros grupos, porém tem coisas que não fazem sentidos... Os 'cegos' no isolamento por um instante não tem nomes, tem profissão. Todos muito resignados, praticamente sem personalidades, não se perguntam o porque, como, não pensam em outras soluções de socializar no isolamento... Outra situação é a traição com justificativa de que a mulher cuidava do cara como a mãe dele... Daí, a pessoa tá dando a vida pelo cara e por todos e ele ainda a esnoba, e ela leva numa boa a traição... O cara é inútil pra ir buscar comida, mas parece que tropeçou e caiu em cima da mulher que ele já devia gostar desde a época que a via. Outra, o filme não relata o tempo que durou o confinamento, mas por lógica, se a cegueira acontecia após dormir, quer dizer que a personagem que enxergava consegui ficar pelo menos 2 semanas sem dormir o suficiente pra cegueira não lhe contagiar.? Humanamente impossível!! Depois, eles saem do isolamento. A cidade tá um caos e ninguém, mesmo que cego tem reação alguma de horror, pânico, cansaço, estresse, medo, ou mesmo se questionam o suficiente diante de um possível fim em uma epidemia cega e selvagem da humanidade. Ps. pra mim resignação eh parte da cegueira interior dos homens de hoje, mas a revolta, medo, pânico generalizado diante de situações de como a do filme seriam frequentes pois não se tinha nenhum cuidado ou resposta das autoridades, mas não, existia resignação. E por fim, aquela que sustentou eles até ali, um pequeno grupo, o restante que morresse e se perdessem... não foi tão reconhecida pelo grupo. Teve que ser defendida quase que aos 48 do segundo tempo por um estranho, nem o marido defendeu e tem que quando todo mundo recuperasse a visão ficar cega. Será que o marido cuidaria bem dela?? E a explicação de tudo, dos porquês?? Pra mim, fica faltando, cabe a imaginação do leitor, telespectador completar lacunas? As vezes sim, mas... nem sempre... Não dá pra saber qual a intenção de fato.
Samuel Araujo Inacio
Samuel Araujo Inacio

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de abril de 2020
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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 881 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de janeiro de 2026
Ensaio sobre a cegueira é um filme de suspense/ficção científica que contou com a direção de Fernando Meirelles e roteiro de Don McKellar. No filme, uma epidemia chamada de cegueira branca atinge uma cidade. Um médico oftalmologista (Mark Ruffalo) contrai a doença e fica em quarentena com os demais doente, porém a sua esposa (Julianne Moore) é a ´nica que ainda enxerga. Precisamos antes de mais nada de reconhecer a grande responsabilidade de Meirelles ao aceitar o desafio de projetar a obra de José Saramago para o cinema, pois vale lembrar que na década de 1990, já se havia pensando nisso, mas o escritor português negou o projeto. Meirelles se esforçou em trazer uma adaptação quase fiel com uma linguagem literária no filme (exemplo: dos personagens não terem nomes). O ponto alto do filme foi a adaptação fiel e as boas interpretações de Rufallo e Moore, além das ótimas participações da brasileira Alice Braga e do consagrado Danny Glover. A aposta da direção foi mais no caos apocalíptico, mas não de uma forma de cinema pipoca, mas de deixar o público julgar o lado moral diante de toda a situação. Daí, talvez venha o lado mais frágil do longa, a quase ausência de exploração de temas sensíveis como sexualidade, feminismo e concentração de recursos. Percebemos que nas quase 2 horas de filme, a trama começa avança após a primeira hora, quando existe toda a treta envolvendo disputa por comida nas alas. A fotografia foi interessante, pois nas passagens de cenas sempre tinha tons brancos para representar a cegueira dos personagens
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