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Wellingta M
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257 críticas
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1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não gostei desses filme e vou explicar porque: Primeiro, o filme tinha tudo para seu um grande filme com um elenco de bons atores capitaneado por Julianne Moore, um diretor do quilate de Fernando Meirelles,baseado na obra de um dos maiores escritores da língua portuguesa: Saramago. Mas não é um grande filme.Ensaio sobre a cegueira é, acima de tudo, uma metáfora sobre a cegueira da humanidade, a cegueira da alma humana. Esse filme, mesmo sendo dirigido pelo competentissímo Meirelles se perde em meio à cenas confusas, algumas nojentas e sem sentido algum com atores que com exceção de Moore, não disseram a que vieram. Até Bernal está ruim. Uma pena, mas eu fico com o livro.
Excelente adaptação da obra do nobel José Saramago. A excelente interpretação de Julianne Moore (vestindo um personagem sutilmente enigmático) me levou, ao final do filme, a procurar pelo livro. A história nos remete a questionamentos a respeito do comportamento do ser humano diante do caos absoluto. Não existem pessoas exclusivamente "boas" ou "más" em sua essência. Após o filme, nos questionamos: somos tão mais racionais do que os macacos???
Filme ótimo, Original e muito inteligente, não li o livro, mas me parece ser um ótimo livro e logo de um Portugues que é a nação irmã do Brasil, e um filme dirigido por Fernando Meirelles é sempre bom, esse dá orgulho ao Brasil por ótimos filmes. Nunca que iria pensar nunha história tão original, pensam em epidemia de tudo até com virus Zumbis, Mas nunca que eu poderia imaginar em uma epidemia de Cegueira, muito inteligente dou nota 9,0 e já está entre os meus favoritos, nunca achei que um filme Brasileiro(Co-produzido) poderia estar na minha lista de melhores.
O filme consegue ser quase tão bom quanto o livro! A genialidade de Saramago consegue ser notada nesta obra adaptada para o cinema, em que podemos constatar a linguagem metafórica que é utilizada no livro e, posteriormente, no filme. Nos passa uma mensagem extremamente interessante
Não li o livro, que normalmente é sempre melhor que o filme, mas posso dizer que vale a pena assistir, pelo menos para quem curte este contexto psicológico onde a natureza humana é exposta de maneira crua e direta. Sempre dou preferência a filmes que acrescentem algo bom, valores, acredito que não há necessidade de se falar das coisas instintivas pois vivemos a maior parte do tempo nelas mas enfim, faz parte da nossa natureza e se ainda não se ligamos nisso vale a pena ver para refletir o quanto precisamos evoluir enquanto seres humanos verdadeiramente falando. Recomendo!
É um ótimo filme, reflexivo e muito original. Toda aquela bagunça beirando o holocausto quando é gerada quando se perde a visão, os homens e animais não então não se distinguem mais, pq o que nos diferencia é o raciocínio, mas sem a visão o raciocinio foi substituído pela lei da sobrevivência, assim como é na vida selvagem... adorei o filme e Alice Braga é sempre muito talentosa, além dos protagonistas Mark Ruffalo e Julianne Moore.
Bom eu li o livro , e assisti ao filme !e afirmo é muito sem noção quem crítica uma adaptação dessa, quase perfeita ! Fernando Meirelles fez um ótimo trabalho ! e pra quem falou que o filme é agonizante, a história é agonizante, o filme mostra isso perfeitamente em imagens, ( não assistam o filme esperando por um draminha água com açucar )
O que acontece com a gente quando somos privados de um sentido vital? A resposta está nesta obra interessantíssima de Fernando Meirelles, Ensaio Sobre a Cegueira. A população vive uma epidemia de cegueira, um tipo de cegueira leitosa, intransponível que é chamada de “cegueira branca” pelos especialistas, ou seja, as pessoas enxergam uma camada branca sobre os seus olhos. Quando todos parecem estar infectados, uma mulher misteriosa e esperançosa, enxerga tudo o que está à sua volta: o marido médico, mulheres e homens atingidos pela impotência, desejo, vergonha e instintos selvagens. O governo os coloca em quarentena, num sanatório onde vivem como animais em condições extremamente inadmissíveis, lutando por comida, dignidade e sobrevivendo de maneira desumana. A mulher que ficou imune à cegueira tenta os conduzir, de maneira amigável, e os guiar para fora do local onde foram aprisionados. Fernando Meirelles, diretor do fenômeno Cidade de Deus, foi incumbindo de transformar o livro de José Saramago em filme. A crítica ficou dividida em relação à adaptação, contudo a visão crítica do diretor é bem ampla sobre o comportamento do ser humano e traz a tona as questões morais e físicas presentes na trama de José Saramago. Nos perguntamos o porquê de todas as ações, práticas e insultos cometidas entre os personagens sem nome, sem rumo e sem visão. O autor não nomeia os personagens, temos que descobri-los através de suas atitudes, despertando dentro de nós a curiosidade de saber o que se passa na mente das vidas ali descritas. Imaginamos que perder a visão não é somente deixar de ver as coisas, mas sim se aproveitar da falta dela para cometer atrocidades e barbarismos, pois se você não vê, ninguém vê também. A obra é uma parábola de como nós precisamos enxergar a nós mesmos para poder enxergar o próximo e o quanto isto é difícil se de difundir.Um relato interessante sobre a vida, a doença, a razão,a sobrevivência transpostos na visão analítica desse grande escritor português. O filme é muito bom, vale a pena ressaltar a interpretação impecável da atriz Julianne Moore e do ator Mark Ruffalo. Fernando acertou na escolha do projeto, o bom sinal disso é que diretor brasileiro não faz só novelinha.
Nas lentes de Fernando Meirelles, o livro de José Saramago ganhou uma adaptação fantástica, em todos os sentidos. "Ensaio sobre a ceggueira", mais recente trabalho do diretor brasileiro, é daqueles filmes capazes de arrebatar a plateia indo a fundo em suas consciências, através de uma mensagem urgente. Capitaneado por um elenco que está em perfeita simbiose dramática, ele apresenta uma investigação, assim como acontece no livro, a respeito de uma inexplicável epidemia de cegueira branca que assola uma cidade que nunca é nomeada. Mais o filmenao é sobre a "cegueira" , e sim sobre como nos comportamos em sitações extremas.
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