Ensaio sobre a Cegueira
Média
4,0
1164 notas

44 Críticas do usuário

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Jair Santana
Jair Santana

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2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não é pro público médio. Não é pra quem é analítico, pra quem gsota de cinema acima de tudo. Roteiro impecável, quem pode criticar depois que o próprio Saramago aprovou???? Fotografia perfeita. Meirelles é realmente um dos maiores diretores de nosso tempo. Sem noção é criticar um filme apenas como "sem noção". Cadê a crítica?? Aponte os erros.
O filme é propositadamente angustiante, forte. Mostra como o ser humano é fraco, egoista e "sem noção".
Patrick S.
Patrick S.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de junho de 2018
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Samuel Araujo Inacio
Samuel Araujo Inacio

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de abril de 2020
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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de janeiro de 2026
Ensaio sobre a cegueira é um filme de suspense/ficção científica que contou com a direção de Fernando Meirelles e roteiro de Don McKellar. No filme, uma epidemia chamada de cegueira branca atinge uma cidade. Um médico oftalmologista (Mark Ruffalo) contrai a doença e fica em quarentena com os demais doente, porém a sua esposa (Julianne Moore) é a ´nica que ainda enxerga. Precisamos antes de mais nada de reconhecer a grande responsabilidade de Meirelles ao aceitar o desafio de projetar a obra de José Saramago para o cinema, pois vale lembrar que na década de 1990, já se havia pensando nisso, mas o escritor português negou o projeto. Meirelles se esforçou em trazer uma adaptação quase fiel com uma linguagem literária no filme (exemplo: dos personagens não terem nomes). O ponto alto do filme foi a adaptação fiel e as boas interpretações de Rufallo e Moore, além das ótimas participações da brasileira Alice Braga e do consagrado Danny Glover. A aposta da direção foi mais no caos apocalíptico, mas não de uma forma de cinema pipoca, mas de deixar o público julgar o lado moral diante de toda a situação. Daí, talvez venha o lado mais frágil do longa, a quase ausência de exploração de temas sensíveis como sexualidade, feminismo e concentração de recursos. Percebemos que nas quase 2 horas de filme, a trama começa avança após a primeira hora, quando existe toda a treta envolvendo disputa por comida nas alas. A fotografia foi interessante, pois nas passagens de cenas sempre tinha tons brancos para representar a cegueira dos personagens
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