O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Média
4,5
5960 notas

261 Críticas do usuário

5
134 críticas
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Bruno S.
Bruno S.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de dezembro de 2012
Nesse ano de 2012 houve ótimas produções cinematográficas, todas elas foram ofuscadas pelo lançamento desse, magnifico, grandioso filme, valeu a espera!
Luiz G.
Luiz G.

7 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2012
Filme espetacular usado de muito bom censo o 3D em todas as partes do filme. Incriveis efeitos especiais repitidos mas assim melhorados pelo grande Peter Jackson que promete fazer recordes de bilheteria com o hobbit. Atuações espetaculares de Martin Freeman, Ian McKellen e os demais. Um filme que se pode se divertir com toda a familia e apreciar a história!
William D.
William D.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2012
Soberbo, épico.Peter Jackson é o Georges Méliès da nossa era.
Fernanda F.
Fernanda F.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2012
Valeu a pena esperar tanto tempo. O filme é perfeito e muito bem detalhado. Simplesmente fantástico!!
Gabriel R.
Gabriel R.

6 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de dezembro de 2012
O filme e muito bom mais nao supera o senhor dos aneis
Felipe Blanco
Felipe Blanco

6 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de março de 2015
É muito bom poder voltar a terra média graças a esse filme. Todos os personagens tem uma individualidade e uma forte personalidade! Um dos melhores filmes de 2012, sem dúvidas nunca foi tão emocionante e divertido acompanhar as aventuras de 15 personagens!!
Obs: As canções dos anões são um brilho a parte, ficarão na minha memória por longos anos!!
Andre Luiz M.
Andre Luiz M.

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5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2012
O retorno à terra média é uma experiência inigualável, somente quem já teve contato com a narrativa de Tolkien pode descrever a sensação de vê-la mais uma vez , agora no Hobbit temos uma noção desta um pouco antes da épica guerra do anel. Mesmo os fãs mais exigentes deverão se render à versão do diretor Peter Jackson, que em muitos momentos consegue atenuar a tensão entre a linguagem de Tolkien e a linguagem do cinema. Neste ponto, mais uma vez ele conseguiu ser um excelente guia, pois, mesmo tendo uma visão bem fundamentada da obra de Tolkien, não faz disso uma visão privilegiada, permitindo ao expectador uma verdadeira imersão na linguagem simbólica do livro. Fica evidente que o diretor faz uso de enxertos de outras obras do autor como: Os contos inacabados, Silmarilion e os apêndices do Senhor dos anéis. Isso dá maior densidade à história contada na telona. Sem falar nos efeitos visuais, que mais uma vez são inovadores e geniais, com um 3D impecável, a captura de imagens em 48 quadros por segundo consegue nos lançar no universo ficcional de Tolkien quase em tempo real. O retorno à terra média é emocionante, aquele êxtase de 9 anos atrás, quando a trilogia do Senhor dos anéis se encerrou está de volta. Vamos nos perder mais uma vez na densas florestas da terra média. spoiler:
Janaína S.
Janaína S.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2012
ÓTIMO!!! SIMPLESMENTE DIGNO DE SENHOR DOS ANÉIS!!!
Gustavo O.
Gustavo O.

34 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de dezembro de 2012
Após a magnífica e emblemática trilogia “O Senhor dos Anéis” (baseada na obra do visionário “J.R.R. Tolkien”), não há como questionar a capacidade de Peter Jackson, gênio como diretor. E muito menos agora, com o tão aguardado lançamento de “O Hobbit – Uma Jornada Inesperada”, um filme que, apesar de seus defeitos, proporciona um grandioso espetáculo visual nos levando de volta à lendária Terra-Média do mundo criado pelo mestre da literatura.

Desta vez, a trama é mais pontual, não atingindo níveis globais como em “O Senhor dos Anéis”. “O Hobbit” conta a trajetória de Bilbo Bolseiro, que enfrenta uma jornada épica para retomar o Reino de Erebor, terra dos anões que foi conquistada há muito tempo pelo dragão Smaug (que não conseguimos ver inteiramente, por sinal). Levado à empreitada pelo mago Gandalf, o Cinza, Bilbo encontra-se junto a um grupo de 13 anões liderados pelo lendário guerreiro Thorin Escudo-de-Carvalho. Assim, o pequeno grupo de valentes guerreiros se vê obrigado a enfrentar criaturas sombrias para prosseguir em sua sinistra e inesperada jornada.

No entanto, o problema de dividir um livro pequeno e não muito consistente (isso não é uma crítica) em três partes rapidamente reflete na tela, quando “O Hobbit – Uma Jornada Inesperada” apresenta um ritmo narrativo lento, esticado e ,até mesmo, demasiado em sua introdução. Com isso, nem mesmo os ótimos artifícios utilizados por Jackson conseguem envolver – para falar a verdade, demora um pouco mais de 1 hora para realmente começarmos a nos empolgar (mas isso não quer dizer que, neste período inicial, a narrativa não possua momentos interessantes, aliás, muito pelo contrário, pois o prólogo e alguns flashbacks são incríveis). Resumindo, duvido muito que a trilogia “O Hobbit” consiga se desenvolver estruturalmente bem até o final neste compasso, e certamente não haverá comparações com “O Senhor dos Anéis”. Afinal, dois filmes já estavam de bom tamanho para esta nova aventura na terra média, mas, já que farão, acredito que Jackson e sua excepcional equipe não venham a, de fato, decepcionar.

Bom, mesmo assim, ainda há muita coisa boa para comentar.

Embora não tenha tido a oportunidade de assistir a projeção em “48 fps”, é notável que “O Hobbit” possua um requinte especial, por assim dizer, em relação aos demais filmes. Afinal, fica clara a evolução tecnológica natural até aqui, onde o 3D, apesar de não ser tudo o que se esperava, acrescenta um ótimo diferencial ao filme. A belíssima fotografia, de Andrew Lesnie (que merece Oscar, diga-se de passagem), aliada a ótima direção, ressalta de maneira incrivelmente perceptiva os exuberantes campos da Terra-Média (filmados na Nova Zelândia), fazendo com que, definitivamente, tenhamos a sensação de “sair de outro mundo” após deixar a sala de cinema – algo semelhante a assistir “Avatar”. E não há como deixar de mencionar a magnífica direção de arte, que, juntamente com a impecável maquiagem e os primorosos figurinos, torna “O Hobbit” esteticamente imperdível (seu favoritismo aos “prêmios técnicos”, deste ano, é inquestionável. Já os prêmios como “melhor filme”, “melhor diretor”... aí é outra história que acredito que esta produção não venha a contar). Além de tudo, os efeitos visuais nunca tiveram tão ricos em detalhes e, por vezes, esplêndidos.

Assim, ao passo que apreciamos todos os recursos que a obra possui, a narrativa, aos poucos, vai se desenvolvendo em meio a momentos de aventura, cantorias, extensos diálogos e piadinhas (algo que a não víamos antes – evidenciando a grande diferença entre o contexto). O protagonista, Bilbo Bolseiro, interpretado pelo carismático Martin Freeman, consegue convencer e proporcionar alguns dos melhores momentos; já o mesmo não serve para os demais personagens, dos quais nenhum possui um grande momento ou até mesmo alguma fala especial (exceto Thorin Escudo-de-Carvalho, que chega a ser tão interessante quanto no livro e tem lá seus momentos). E não, não estou me esquecendo de Gandalf, o cinza, que a esta altura já se tornou um mito do cinema.

Então, a jornada leva-os a terras traiçoeiras repletas de Goblins e Orcs, Wargs mortais e Aranhas Gigantes, Transmorfos e Magos (não precisa nem mencionar em detalhes o perfeito trabalho de maquiagem feito nas desprezíveis criaturas). Embora o objetivo aponte para o Leste e ao árido da Montanha Solitária, eles devem escapar primeiro dos túneis dos goblins (onde ocorre a sequência mais fantástica e empolgante do filme), onde Bilbo encontra a criatura que vai mudar sua vida para sempre, Gollum (um dos personagens mais fascinantes da trilogia, imortalizado pelos sempre precisos movimentos de Andy Serkis). A sós com Gollum, às margens de um lago subterrâneo, o despretensioso Bilbo Bolseiro não só descobre sua astúcia e coragem, como também ganha a posse do "precioso" anel, que está ligado ao destino de toda a Terra-Média, de uma maneira que Bilbo não pode imaginar.

Felizmente, o clímax da superprodução convence – e até emociona – muito, cujo foco narrativo centra-se na rivalidade entre Thorin e o líder dos monstruosos Orcs. No mais, a primeira parte da trilogia “O Hobbit” serve como aquecimento para os próximos dois capítulos, deixando tudo em aberto. Claro que poderia ter uma narrativa menos arrastada e com um ritmo muito melhor – e não há dúvidas que “três partes”, voltando a dizer, soam desnecessárias –, porém, como grande fã, é inevitável a ótima sensação de revisitar este mágico universo, magnífico como sempre.

Enfim, acredito que os fãs gostarão desta jornada inesperada.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2013
Na minha opinião eu não entendo a crítica especializada que está dando média de 3 estrelas pro filme,sendo que é um épico de efeitos especiais tão bons que me deixou emocionado só de ver o filme a 24 quadros por segundo e ainda sem ser em 3d.E eu pensando que Peter Jakson não ia superar a trilogia do Senhor dos anéis.O filme só é definido como épico,com uma trilha sonora de arrepiar os pelos o filme superou TODAS as minhas expectativas,e eu ainda não sei qual é o problema dessa bosta de crítica especializada que está dando notas mínimas para o filme que infelizmente não chega a ser tão bom quanto a trilogia do Senhor dos Anéis que também é boa pra caralho.Na minha opinião o filme tem que ser indicado no mínimo umas 10 vezes pro oscar e ganhar no mínimo umas 5 vezes.É um dos melhores filmes da história para falar a verdade e se a crítica especializada falar mau desse filme é eles que vão ter que se foder porque o filme é mais que excelente,ele é mais que épico e ele merece ganhar o oscar de melhor filme,o final do filme ainda faz voce querer muito assistir o próximo filme que tem tudo pra ser tão épico como esse,porque esse filme é um dos melhores do ano e também um dos melhores da história.Não escutem a crítica especializada porque elas são baitolas pra caralho dando essas notas não merecidas pra esse filme que é um dos melhores da história que não está recebendo suas notas merecidas.O filme também tem tudo para bater recordes de bilheterias que irão ser muito merecidos.
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