O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Média
4,5
5960 notas

261 Críticas do usuário

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Alessandra P.
Alessandra P.

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5,0
Enviada em 17 de outubro de 2013
O universo de Tolkien e complexo e muito rico... Somente um diretor com bastante sensibilidade, visão e detalhista poderia retratar este mundo maravilhoso... E Peter Jackson conseguiu brilhantemente. Antes de fazermos críticas pesadas, devemos valorizar o trabalho de toda a equipe envolvida... Notamos nos bastidores que existe muita cumplicidade, porque as pessoas que ali estão envolvidas querem fazer parte destes projetos maravilhosos que nos fazem reviver a nossa criança interior...Por isso e por muito mais a minha nota e 10 porque ver as estórias da terra média nas telonas e simplesmente maravilhoso!
mariana M.
mariana M.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de setembro de 2013
Eu adorei o hobbit: uma jornada inesperada, explica muito sobre o senhor dos anéis ,tem muita aventura e tem a maioria das coisas de o senhor dos anéis , explica como o BILBO pegou o ´´ O UM ANEL´´ e no segundo filme ; o hobbit a desolação de smaug vai ter muito mais aventuras do que um jornada inesperada , então vcs q acharam o hobbit ruim dobram suas linguás pq quem viu o senhor dos anéis vai adorar todos os filmes de o hobbit. BJS....
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de setembro de 2013
Peter Jackson realizou para mim um feito importante no cinema. Transportou o famoso livro O Senhor dos Anéis para as telas. Até hoje me lembro de cada momento que passei na expectativa de ver nas telas aquele fantástico mundo. Para mim ele passou com louvor. Agora ele embarca em transformar outro livro famoso de J.R.R. Tolkien em película. Dessa vez não sei se ele acertará tanto como em O Senhor dos Anéis.
Em O Hobbit iremos conhecer a história de como Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) achou o anel e ainda entendermos melhor os acontecimentos que precederam O Senhor dos Anéis. Bilbo, por uma jogada do mago Gandalf (Ian Mckellen), embarca em uma jornada para ajudar anões a enfrentarem um dragão que os expulsou de seu antigo lar.
O Hobbit é um livro de no máximo trezentas páginas, enquanto O Senhor dos Anéis com seus três livros juntos apresenta umas mil páginas de aventuras. Dessa forma, dividir o filme em uma trilogia para mim só é encarado como um caça níquel. Enquanto na trilogia de Frodo Peter Jackson retirou partes do livro, pois além de serem acontecimentos que não intervinham na trama seria impossível ter um sucesso com o público que mal conhecia o livro e que teriam que agüentar umas quatro horas de filme. O livro O Hobbit será realizado da mesma maneira, ou seja, utilizará três filmes para contar uma história que caberia em um ou no máximo, com muito boa vontade, em dois filmes. Assim O Hobbit apresenta cenas que facilmente poderiam ser cortadas na montagem final. E que incluir uma história a fim de poder ter mais tempo de filme só me faz pensar em tentar ganhar mais dinheiro. Dessa maneira O Hobbit acaba parecendo que foi realizado único exclusivamente para ganhar dinheiro.
Mais uma vez embarcamos em uma fotografia muito bonita, mas que não nos causa tanta surpresa de quando foi visto pela primeira vez. Dessa maneira após ter sido tão bem explorado no filme O Senhor dos Anéis fica a impressão da fotografia ser um mais do mesmo. Aquele mundo já não é tão impressionante e isso tira um pouco do brilho do filme. Aliás, nada naquele mundo é novo e quando Gollum surge parece um déjà vu.
Talvez a história de Bilbo não seja tão interessante ou não tem uma atmosfera mais sombria como existia em O Senhor dos Anéis. Assim faz com que apenas quem goste muito daquele mundo se interesse em embarcar em três horas de filme, mesmo sabendo que ainda teremos mais dois por vir.
Alex K.
Alex K.

9 seguidores 30 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de agosto de 2013
Desde q assisti a trilogia dos Anéis e li 'O Hobbit' eu esperava pelo(s) filme(s). A grande diferença em relação a saga de Frodo à saga de Bilbo é q no primeiro são 3 livros transformados em 3 filmes, e 'O Hobbit' são 3 filmes para apenas 1 livro. Ou seja, não vai escapar um detalhe sequer! Cada passagem, cada diálogo, TUDO nos filmes! Mas sei q a questão foi financeira em gerar 3 filmes... Fazendo outra comparação, 'O Hobbit' é mais carismático, mas 'colorido' e simpático. Quem admira muito a obra de Tolkien não vai se frustrar com a obra de Peter Jackson!
Joao Victor R.
Joao Victor R.

9 seguidores 30 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
O filme é ótimo mas,não consegue superar a triologia do senhor dos anéis mas, valeu a pena o dinheiro para os ingressos,mas é meio arrastado...
Ronyedson M.
Ronyedson M.

10 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de julho de 2013
Muito Bom divertido cheio de ação é um pouco de drama...
atuaçoes muito boas vale a pena ver...
Alessandro S.
Alessandro S.

2 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de julho de 2013
Um dos melhores filme que eu assistir, não sei vocês
Sabrina R.
Sabrina R.

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de julho de 2013
Excelente. Um cenário lindíssimo, a história mega maravilhosa, até quem não é fã da saga, fica maravilhado com a beleza e maravilhosa aventura.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2013
Bem-vindo de volta à Terra-média... e à nova promessa de futuro do cinema

spoiler:


Excelente

Quase uma década após o final da trilogia O Senhor dos Anéis, Peter Jackson retorna à Terra-média na adaptação em três partes do livro que começou tudo, O Hobbit. Criado como um romance para crianças, a "jornada inesperada" de Bilbo Bolseiro, o pequeno hobbit do título, aos poucos cresceu em seu autor, inspirando J.R.R. Tolkien a continuar escrevendo e desenvolvendo o mundo fantástico que havia inventado, inspirado por lendas e mitos europeus.

Aproveitando o tom mais leve e inocente da obra, Jackson deu ao longa O Hobbit - Uma Jornada Inesperada (The Hobbit: An Unexpected Journey), o primeiro da série, doses extras de humor e aventura e, como já havia feito em O Senhor dos Anéis, toma liberdades criativas com o material original para engrandecer a história. Personagens da Trilogia do Anel, que só foram criados anos depois da concepção de O Hobbit, são "convidados" a participar da aventura, bem como personagens citados apenas nos apêndices dos livros (parte do intrincado processo criativo de Tolkien). Jackson e sua equipe de roteiristas - Fran Walsh e Philippa Boyens, também de O Senhor dos Anéis, com a adição de Guillermo del Toro, que durante alguns anos ficou encarregado do filme -, assim, tornam a narrativa simples, inventiva e apressada do livro de 1937 em algo mais palatável para o grande público moderno, que precisa da estrutura segura de seus blockbusters.

Um vilão, por exemplo, é criado na figura de Azog (Manu Bennett, o Crixus da série Spartacus), um líder orc que flagelou anões nas histórias de rodapé da saga de Tolkien. O personagem é trazido aqui para criar um contraponto à nobreza de Thorin Escudo-de-Carvalho (Richard Armitage), o líder da comitiva de anões que parte, ao lado de Bilbo (Martin Freeman) e Gandalf (Ian McKellen), para reclamar seu legado na Montanha Solitária: a cidade de pedra e seus tesouros roubados por Smaug, o dragão (Benedict Cumberbatch). Jackson também faz mudanças para posicionar mais intensamente a trilogia O Hobbit como prelúdio, eliminando coincidências da trama, dando propósitos firmes a ela e aos seus heróis e vilões e costurando ocorrências como gatilhos para os eventos de O Senhor dos Anéis. A intenção de estabelecer melhor uma hexalogia é claríssima.

Nem tudo é perfeito, porém. Radagast, o Castanho (Sylvester McCoy), um dos magos da ordem de Gandalf, é um tanto exagerado e caricato demais em todos os sentidos (uma espécie de São Francisco de Assis do mundo de Tolkien, com o rosto coberto por cocô de passarinho). Suas cenas, ainda que importantes (é ele quem descobre que o mal se instalou nas ruínas da cidade de Dol Guldur), sempre escalonam para o dispensável e o pastelão - como na corrida de trenó de coelho.

Mas a ideia de exagero da ação, com todas as cenas terminando em pequenas batalhas ou correria, não é privilégio de Radagast. Várias cenas do livro O Hobbit foram mexidas para incluir algum tipo de heroísmo ao final. Com 169 minutos, o filme consegue apenas abordar seis capítulos dos 19 do livro, mais uma introdução e duas cenas de apêndices. Não há sequências "sobrando", mas certamente há alguma gordura em cada uma delas que poderia ter sido dispensada na sala de edição. A impressão é que Jackson ficou com receio das críticas que teria ao realizar três filmes menores e não dois grandes, como originalmente previsto. Uns 20 minutos a menos teriam deixado o filme perfeito em termos de duração considerando o material disponível (especialmente em 3D a 48 quadros por segundo, que gera certa fadiga). A "engrossada", que tira um pouco do brilho das interações entre os excelentes atores, funcionaria melhor em home video, para fãs sedentos por mais material.

Tecnicamente, não há do que reclamar. Jackson basicamente desenvolveu versões 2.0 de todos os efeitos especiais que inventou para a primeira trilogia. O sistema que cria exércitos com movimentação aleatória, para preencher grandes campos de batalha sem a necessidade de figurantes, está inacreditável. Basicamente, é possível acompanhar - com o auxílio da alta definição - qualquer personagem na tela e ver pequenas histórias se desenvolvendo em meio a milhares de embates. As criaturas também atingiram um nível de perfeição de deixar James Cameron com inveja. Os três trolls chegam a ser nojentos de verdade, enquanto wargs, goblins e orcs nunca estiveram tão fisicamente presentes. Sem falar em Gollum (Andy Serkis), que retoma sua coroa de melhor personagem 3D já criado, com um modelo ainda mais detalhado e capaz de mais nuances de expressão.

Igualmente incríveis são os cenários fantásticos, como Valfenda e Erebor. A Terra-média existe na telona e Jackson usa de todos os artifícios que conhece para relacioná-la também em nível emocional com a primeira trilogia. A música de Howard Shore segue os mesmos temas consagrados, agora com o apoio de novas e incisivas melodias para os anões, e até a fonte dos créditos é a mesma de O Senhor dos Anéis.
Nanda S
Nanda S

4 seguidores 29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de junho de 2013
Adorei! Li o livro e mal posso esperar para ver os outros filmes ^-^
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