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Luciano F.
30 críticas
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5,0
Enviada em 12 de novembro de 2019
Uau!! O melhor filme da história do cinema. Já assisti umas dezenas de vezes e reassisto a algumas cenas constantemente. Uma inspiração. Elenco de primeira, atuações esplêndidas, enredo perfeito e narração...bem, Morgan Freeman possui a melhor narração do cinema. nota 1.000 pra essa obra-prima.
Assistido em 18/09/2015 Um grande filme, um drama na vida de um cidadão preso injustamente, um enredo excelente que prende o telespectador do início ao fim; Uma obra prima do cinema; Roteiro muito bem escrito e dirigido.
Stephen King é, sem menor dúvida, um escritor de muito sucesso. Sempre escreveu histórias para todos os gostos; seja de suspense, drama, ficção científica. Nem sabemos se foi ele que escreveu, ou foi seu alter-ego Richard Bachman.
Quando o assunto é cinema, lembramos de adaptações como Carrie A Estranha, O Iluminado, O Sobrevivente, À Espera de um Milagre e Um Sonho de Liberdade.
Este último é perfeito e tocante do começo ao fim. Tim Robbins é um advogado condenado à prisão perpétua por assassinato, e enviado à uma prisão de segurança máxima. Lá, ele enfrenta o inferno, mas conhece um outro condenado, interpretado por Morgan Freeman, que narra toda a história.
Andy Dufresne passa a tomar conta dos impostos dos guardas, participa da lavagem de dinheiro do diretor do presídio, constrói uma biblioteca. Porem nunca deixou de acreditar que o seu maior sonho é a liberdade. Mesmo encarcerado e tratado como rato, Andy é um símbolo de que a esperança de ser livre ainda existe.
É um dos filmes mais lindos que já assisti. Ótimas interpretações de Tim Robbins e do mestre Morgan Freeman, que merecia ter ganhado o Oscar pelo seu trabalho. Recomendo!
Fracasso de bilheteria... Fracasso no Oscar... Relativo fracasso de crítica... Cópia descarada de melhores filmes de prisões da década de 50 e 60... fracasso em tudo! Quando a coisa mais relevante que já aconteceu na história de um filme é estar entre os primeiros da lista de um site para punheteiros desocupados, você já entende ao que veio. Um drama que apela para a grande amizade e repressões sofridas por um branco sulista e um negro enjaulados... O que para seres com complexo de inferioridade e sem senso crítico, pode parecer uma obra-prima.
Esse filme virou o "go-go" para as audiências mais incultas e simplistas da internet. Muitas vezes citado como “meu filme favorito absoluto” por pessoas que colecionam brinquedos fofinhos e provavelmente ainda apóiam a pena de morte, Shawshank ficou famoso por ser um sucesso nas vendas de DVDs após o fracasso no cinema. Por causa disso (e dos milhões de contas falsas no IMDb feitas por fanboys), adquiriu a reputação de "Queridinho da Internet". E isso só o torna ainda mais irritante. Os fanboys irão dizer-lhe como o viram mais de 1000 vezes e falar sobre os seus temas mais profundos que abordam a esperança, a identidade e o que é ser humano, embora não seja o primeiro e, certamente, não seja o melhor... enquanto sua narração exagerada e incessante, que pontua a ação como alfinetes e agulhas, deveria ter garantido a Morgan Freeman um contrato da Werther’s Originals. Os personagens caricatos 1D - pessoas santas e de bom coração que são chutadas pelos diabinhos caricaturais que os oprimem e sua descrição fácil da vida na prisão fazem os Anos Incríveis parecerem as Cinzas de Ângela. O tempo se arrasta como se você estivesse cumprindo uma sentença. Lembre-se que isto foi adaptado de um curto conto... e como parece! E o "twist"? Como o filme em si, ele acha que é inteligente, mas no fim das contas parece um truque barato para distraí-lo do quão chatas e imbecis as duas horas anteriores foram. Jamais será um "Cidadão Kane" ou "O Poderoso Chefão" .
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