À Beira da Loucura
Média
3,2
58 notas

13 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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3,5
Enviada em 29 de abril de 2017
Bom filme! Sam Niel em uma das suas melhores atuações, correto de mais em suas falas e caretas, ainda tivemos a honrra de vê Charston Heston já idoso, direção boa de Jonh Carpether.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 881 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2026
À beira da loucura é um filme de terror/ficção científica que contou com a direcao de John Carpentero e roteiro de Michael de Luca. Na trama, acompanhamos John Trent (Sam Neill), um investigador particular que presta serviços para seguradoras. John é contratado para achar Sutter Cane (Jürgen Prochnow), um conhecido escritor de livros de terror. Inicialmente John desconfia que o desaparecimento do escritos, esteja ligado a uma jogada publicitária. Tudo começa a mudar quando John decide ler os livros de Cane e passa a questionar a própria realidade. Pontuada pela premissa de distorção da realidade, o consagrado Carpenter usa um desvaneio estético de um terror desenvolvido em ambientes grotescos. É fato que o filme tem essa premissa de realidade um ponto mais alto. Pensar que a realidade nao é necessariamente o que acontece, mas aquilo como cada um enxerga algo. E a multiplicidade da mesma visao pode nao apenas se tornar real, mas encurralar uma outra perspectiva que antes era verdadeira. Uma pegada de Foucault, em História da Loucura. Fora isso, a questao do ambiente, da cidade em que acreditam que Cane está escondido é carregada de uma boa atmosfera. O filme foi uma grande negação de bilheterias em sua época e a grande crítica pegou no pé do roteiro do filme. Concordo. O filme vinha bem ate o seu segundo ato, que pareceu alguns furos e cenários e personagens em potencial mal aproveitado. Vale lembrar da memorável cena da personagem de Julie Carmen, Linda, andando de 4 com a cabeça invertida. Ao falar nela, sua personagem foi importante para questionar o ceticismo clichê de John. No mais, hoje o filme ficou melhor visto, passando a ser considerado cult.
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