Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual
Média
4,3
333 notas

18 Críticas do usuário

5
5 críticas
4
9 críticas
3
3 críticas
2
0 crítica
1
0 crítica
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Luciano Deppa B
Luciano Deppa B

23 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Narrativas por vezes cansativas, Medianeiras sabe cativar e conduzir o espectador.
Camila Reis
Camila Reis

64 seguidores 103 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2015
Interessante, criativo, boa narrativa, boa fotografia, boas atuações, péssima finalização.
Jardel C.
Jardel C.

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de novembro de 2014
O cinema Argentino em sua melhor forma. Um convite a conhecer Buenos Aires. Recomendo.
Alexandre C.
Alexandre C.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de outubro de 2014
Bom filme sobre as relações amorosas nos tempos modernos em uma cidade grande. A solidão e os desencontros são, paradoxalmente, a tônica em muitas cidades altamente povoadas como a Buenos Aires da atualidade.

Além disso, procura retratar as inseguranças e fobias geradas na vida caótica dos grandes centros, em que a vida virtual é um refúgio para muitos. Vale a pena ver !!
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de abril de 2014
O cartaz de “Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual”, filme escrito e dirigido por Gustavo Toretto, faz a seguinte pergunta: “como encontrar o amor se você não sabe onde ele está?”. Eu diria ainda mais depois de assistir ao longa: como encontrar o amor se você não sabe onde ele está e, principalmente, se você não faz praticamente nada para encontrá-lo? É essa a situação em que estão os dois personagens centrais da obra: Martin (Javier Drolas) e Mariana (Pilar López de Ayala).

Os dois vivem na mesma rua, são praticamente vizinhos de prédio, foram feitos um pro outro (isso fica claro para a plateia na medida em que vamos conhecendo as personagens), mas nunca se encontraram ou se viram, casualmente, na rua. Martin vive confinado dentro do seu apartamento e faz tudo que ele precisa para viver dali de dentro (trabalha, faz compras no supermercado e se diverte). Mariana também evita ao máximo sair de casa – só o faz isso se precisa desempenhar o seu trabalho como vitrinista. Cada um tem uma desculpa para isso: Martin diz que tem uma fobia, enquanto Mariana diz que o seu medo de elevador a faz pensar duas vezes antes de sair de casa.

Apesar de viverem uma vida estritamente solitária, Martin e Mariana não eram tão sozinhos assim. Os dois vêm de relacionamentos recentemente terminados e estão naquela fase em que desejam (inconscientemente) conhecer novas pessoas, mas ainda estão com medo e com as marcas do que viveram no passado. Ao inserirem-se novamente no grande mundo, numa cidade de 3 milhões de habitantes, voltamos à pergunta inicial do cartaz de “Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual”: como encontrar o amor?

Isso fica ainda mais difícil em se tratando de duas personalidades extremamente introvertidas. Isso fica ainda mais difícil quando consideramos o fato de que, atualmente, nosso mundo é virtual, passado em frente às telas de computadores, smartphones e tablets, construindo relacionamentos que são mais virtuais do que reais. O filme escrito e dirigido por Gustavo Toretto faz um retrato muito interessante sobre a nossa sociedade atual. A verdade é que deixamos de perceber o mundo ao nosso redor e, principalmente, as pessoas que fazem parte do nosso dia a dia. Para nós, é mais confortável estabelecer um relacionamento com uma máquina, de uma forma totalmente impessoal; do que um relacionamento real – e isso também é uma forma de nos defendermos de decepções e do sofrimento.

Retornando à pergunta que move “Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual”, é interessante também perceber a metáfora utilizada por Gustavo Toretto. Para o diretor e roteirista, encontrar o amor, hoje em dia, é uma tarefa difícil, é quase como tentar achar Wally no livro “Onde Está Wally?”. Porém, a maior constatação que tiramos do longa é que, apesar de “Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual” ser um filme feito em 2011, a obra continua atualíssima e nos faz refletir sobre algo que é tão simples, entretanto muito maior: deixemos de ficar vidrados nas telas, passemos a olhar o mundo ao nosso redor, porque o seu grande amor pode estar ao seu lado e você nunca percebeu isso antes.
Elaine L.
Elaine L.

17 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de abril de 2014
Comédia romântica bem água com açúcar. Típico filme para ver naqueles dias em que não temos nada melhor pra fazer... Legal.
Erlick Badu
Erlick Badu

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de julho de 2013
Vi há muito tempo, achei sensacional. Lembrei, resolvi informar. =)
Pedro R.
Pedro R.

32 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2013
Se você quiser ver o verdadeiro drama dos romances de hoje, esse filme é a melhor crítica que você poderá ver. Um filme bastante questionador e moderno. Os textos são inteligentes e não são sobre aspectos pessoais do personagem. Ou seja, você consegue se sentir inserido nos discursos de cada um deles.

Há várias metáforas muito bem ilustradas e fáceis de entender. Também gostei de uma associação muito inteligente sobre procurar o seu “Wally”, como nos livros de criança. Procurar o Wally parece fácil, mas quando se trata de procurá-lo na cidade é uma tarefa muito mais difícil do que se parece.

Diferente e moralista! Gostei bastante!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa