Entrevista Com o Vampiro
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33 Críticas do usuário

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Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de abril de 2018
Mais um grande clássico dos saudosos cinemas dos anos 90!
ENTREVISTA COM O VAMPIRO (Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles

Os anos 90 foi uma década muito importante para a história do cinema. Temos grandes obras-primas e grandes clássicos tirados dessa época, como o próprio "Entrevista com o Vampiro", que até hoje é muito bem lembrado e amado pelas pessoas que tiveram a oportunidade de viver naquela época (graças a Deus eu sou uma dessas pessoas).

O longa é de 1994 e foi baseado no livro homônimo da escritora Anne Rice. Dirigido por Neil Jordan e roteirizado pela própria Anne Rice, Entrevista com o Vampiro começa com a entrevista feita pelo repórter (Christian Slater) com o vampiro Louis de Pointe du Lac (Brad Pitt). Vamos conhecendo a história da vida de Louis através de flash-back, onde também aparece o vampiro Lestat de Lioncourt (Tom Cruise), grande responsável por vários acontecimentos.

Entrevista com o Vampiro é uma verdadeira obra-prima, uma pérola cinematográfica, uma obra de arte do cinema. Eu sempre tive uma grande curiosidade em ler o livro do filme, sempre tive um grande interesse, mas nunca parei realmente pra acompanhar a história (preciso muito fazer isso). O roteiro do filme é algo sensacional, de uma inteligência e uma genialidade incrível.

A forma como acompanhamos a trajetória de Louis: Um vampiro com duzentos anos que ainda possui uma dualidade, que não consegue se desvencilhar dela. A maneira como o roteiro nos apresenta a figura de Lestat, que se apresenta com uma forma inversa de Louis. O ponto alto do filme é sem dúvidas as cenas memoráveis entre Lestat e Louis, e todos os acontecimentos por trás de cada figura. É muito interessante e inteligente acompanharmos o desenrolar da história de cada um: Louis que acabou se entregando para a morte quando havia perdido sua esposa e seu filho, cujo momento ele enfrenta um arco pessoal e uma questão muito própria entre matar os seres humanos pra obter sua existência. Por outro lado nos deparamos com a figura perversa e mortal de Lestat, que possui seus objetivos e desejos próprios, que às impõe com a sua maneira e sua vontade.

O longa de Neil Jordan ainda possui qualidades que até hoje são enaltecidas pela suas grandiosidades. Como a trilha sonora de Elliot Goldenthal que foi indicada ao Oscar de 1995, uma música tema sensacional que até hoje é muito bem lembrada. A fotografia é prazerosa e muito bem destacada. O figurino e maquiagem são extremamente perfeitos (destaque para as maquiagens em Brad Pitt e Tom Cruise). Os cenários são incríveis, com uma ambientação magnífica e uma direção de arte absurda (a direção de arte também foi indicada ao Oscar em 1995).

Brad Pitt e Tom Cruise carregam o filme nas costas, é impressionante como os dois estão perfeitos em seus respectivos personagens. A química alcançada pela dupla é perfeita, as cenas e os diálogos são completamente memoráveis, são dois personagens que com certeza ficaram marcado na carreira de ambos atores. A pequenina Kirsten Dunst (com apenas 12 anos na época) me impressionou e me deixou boquiaberto com sua atuação (o que foi aquela cena do seu primeiro beijo - kkkkkkkk). Uma apresentação forte e muito bem feita, muito bem trabalhada, parecia uma veterana em frente das câmeras - sensacional (Kirsten Dunst foi indicada a Melhor Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro de 1995).

Ainda tivemos as apresentações de Christian Slater que fez o repórter Daniel Malloy, com uma cena final espetacular. Antonio Banderas e Stephen Rea completam o elenco de ouro com suas ótimas apresentações.

Entrevista com o Vampiro ganhou indicações ao Oscar, Globo de Ouro e MTV Movie Awards em várias categorias, sendo muito bem reconhecido e ganhando muitas críticas positivas. Com certeza está na lista dos maiores clássicos dos anos 90! [15/04/2018]
Italo S.
Italo S.

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2017
Isso sim é um verdadeiro filme. "O melhor filme do gênero" com certeza, atuação, figurino e música impecável , as cenas no ar dos anos antigos dão uma sensação de que o filme não se trata de uma ficção, clássico de hollywood
Clair O.
Clair O.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de março de 2017
Entrevista com o vampiro é o meu filme preferido, é incrível como Tom Cruise nesse papel consegue transcender a personalidade de Lestat nos livros, o personagem caiu para ele como uma luva e gostaria que esse lado dele fosse mais explorado em outros filmes! Todo o elenco para mim foi perfeito, não alteraria nada neste filme! É uma clássica obra de arte!!! Do início ao fim te prende na narrativa, e spoiler: encerra com "Sympathy for the Devil" na versão de Guns and Roses, com o ressurgimento de Lestat,
te deixando com aquele gostinho de quero mais! Sem palavras de como adoro cada detalhe nesse filme! Louis é um vampiro tão humano que nos deixa preso a ele, já Kirsten Dunst mostra seu talento desde nova e rouba algumas das cenas. ❤️❤️❤️❤️❤️
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 28 de dezembro de 2016
Uma história fascinante.
"Entrevista com o Vampiro" tinha tudo para ser indicado em todas as categorias do Oscar sem nenhum problema.Ao começar,temos apresentações geniais de Tom Cruise,Brad Pitt e Kirsten Dunst.
Direção,figurino,maquiagem,roteiro adaptado,montagem,fotografia e trilha sonora,são alguns exemplos de que esse filme foi cruelmente esnobado.
Tabata C.
Tabata C.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de abril de 2016
eu amo este filme marcou a minha infanciaaaa.amo os personagem , Tom , Antonio ,breedd ui deus meus amores.msm que o filme fosse ruim ja estava bom com eles.
Vanusa C.
Vanusa C.

3 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de novembro de 2015
Super recomendo, eu assisti várias vezes. A história é muito interessante e os atores são lindos! Hehehe.
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de agosto de 2015
Filme clássico, desde o lançamento considerado "cult" e emblemático, que pode levar a reflexões profundas em relação às questões existenciais do homem contemporâneo, especialmente as que envolvem modulações de espaço/tempo e que abarcam as sutilezas da sexualidade humana, gênero e etnia.

Partindo de uma entrevista noturna em São Francisco, no início da década de 1990, logo passamos a uma narrativa em flash back, na primeira pessoa, iniciada na região de Nova Orleans, em 1791, onde somos apresentados a uma grande fazenda ("plantation") repleta de escravizados e de propriedade da aristocracia creole (franco-americanos), extremamente refinada.

Devemos lembrar que a Louisiana era então colônia francesa e que a sua passagem aos Estados Unidos da América (1805) é documentada pelo filme quando o entrevistado diz "nos tornamos todos americanos".
Logo nas primeiras cenas, o belo Louis (Brad Pitt), montado à cavalo, nos narra suas desventuras, enquanto viuvo aos 24 anos, cujo único filho morreu com a mãe no momento do parto e que agora, portanto, anseia pela morte, a decadência e o sofrimento. É o crepúsculo de um dia que deve ter sido longo e, na sequência, cenas sombrias e noturnas, destacando-se o monumento funerário da falecida esposa de Louis, prenunciando igualmente o crepúsculo da sua própria mortalidade.

Porque Louis clama pela morte ela o procura, não na figura do assaltante que o persegue ou da prostituta que o ameaça com a provável doença, mas do vampiro Lestat (Tom Cruise, na sua melhor atuação) que evidentemente e declaradamente se apaixona por Louis e deseja com ele partilhar a eternidade.

Que as platéias da época não tenham encarado a relação de Louis e Lestat como um casamento homoafetivo é de se estranhar muito, especialmente depois que ambos, de comum acordo, "adotam" a menina Claudia, tornando-a uma vampira. É Lestat quem se refere a ela como "a nossa filha". Esta foi talvez a primeira família homoafetiva com dois pais da história do cinema e, inusitadamente, não causou qualquer polêmica.

Talvez não tenha havido polêmica ou estranhamento pelo fato de que se tratava de vampiros e, desta maneira o vínculo entre ambos é o afeto, para além do sexo. No entanto, havemos de recolocar o complicador de que para que Lestat tornasse Louis um vampiro houve entre ambos um vínculo de sangue, onde cada um deles tomou o sangue do outro, o sorveu, com prazer voluptuoso, o que é altamente simbólico. Da mesma maneira, é através do sangue que Claudia se torna uma vampiresa e sua filha.

Através das viagens de Louis e Claudia, passeando por interiores suntuosos e elegantes da Paris de 1870, encontramos Armand (Antonio Banderas, igualmente jovem) o qual passa também a desejar Louis, então separado de Lestat. Para tentar ficar com Louis, Armand lança mão de um estratagema sinistro para afastá-lo da "petite" Claudia, a qual acaba sendo consumida/queimada pelo sol.

Há inúmeras metáforas durante o filme, como a utilizada para se referir à epidemia de AIDS, na época (1994) sem nenhum controle, apresentada na forma da peste que se abate sobre Nova Orleans e acaba por vitimar a mãe de Claudia, bem como aquelas utilizadas para se referir às questões raciais e sociais, já que ninguém se importa, em momento algum do filme, com as mortes causadas pelos vampiros enquanto elas aconteciam apenas entre os escravos e os pobres.

Não é um filme de terror. É um filme de amor. Um amor ambivalente, com doses de ódio profundo, que une Louis e Lestat e que atravessa os séculos.
Ximith D.
Ximith D.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de maio de 2015
FILME INTELIGENTISSIMO. MUITO BEM BOLADA ATRAMA. VALE A PENA VER DE NOVO.
Kid Janjão
Kid Janjão

17 seguidores 66 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de janeiro de 2015
Ótimo filme, do tempo que Hollywood não pensava apenas em efeitos especiais em detrimento à narrativa. Clássico vampiresco, imperdível!
Marcelo S
Marcelo S

172 seguidores 139 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2014
Tom Cruise, Brad Pitt, Anna Paquin, entre outros, este filme é um clássico, um verdadeiro filme de vampiros. Saudades dos tempos do bom cinema, nos anos 90 ainda tinhamos ótimos filmes.
Recomendo, qualquer cinéfolo que se preze precisa ver este filme.
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