(P.S. I Love You, 2007) O livro homonimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern serve de base para o longa. A grandiosa cena de abertura do filme gera mais expectativa do que, a apresentação do início de um grande filme, pela fraca narrativa causando a falta de verosimilhança no romance dramático entre Holly (Hilary Swank) e Gerry (Gerald Butler) deixa a desejar: Gerry deveria ser no mínimo um redator de fanzine - para citar um dos aspectos falhos - na construção de seu personagem (...) Mas o filme ganha folego com a nostalgia emprestada por Judy Garland (uma das estrelas dos musicais da Broadway) cantando em grande estilo, e Holly fazendo um karaoque dramático, assistindo ela em um filme exibido na TV. Entretanto deve-se levar em conta momentos hilários em que a tridimensionalidade dos personagens é exposta: com Holly quando sua mãe Patricia (Kathy Bates) tras a baila o comentário que ela estava sem tomar banho e com Daniel (Harry Connick Jr.) dizendo que é mais barato namorar do que pagar prostitutas. Os diálogos entre os personagens de Holly e Daniel surpreendentemente é que dão força a narrativa que deveria seguir assim por todo curso da história. Trata-se de um filme com um bom enredo mas que poderia ser contado de outra forma.
Passei duas horas consecutivas chorando ao ver essa obra de arte. Toda vez que eu via o nome do Gerry, eu chorava muito. Mesmo assim, eu amei demais esse filme. Em pouco tempo, tornou-se o meu favorito de todos. Os atores são ótimos e o enredo também, é tão ótimo que faz quem está assistindo emergir na história, sentir na pele a dor que a Holly passa. Eu fiquei muito feliz por ela ter conseguido superar, não totalmente, mas por ter conseguido continuar e ter evoluído. Se eu pudesse, eu daria nota 1000 para essa perfeição! Agora partiu chorar mais um pouco com o livro "Clube . eu te amo"!!!
Um bom enredo que poderia ser contado de outra forma Do latim post scriptum: a abreviatura . designa alguma coisa que vem escrita depois da assinatura em uma carta. (. I Love You, 2007) O livro homonimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern serve de base para o roteiro do longa. A grandiosa cena de abertura do filme gera mais expectativa do que a apresentação do início de um grande filme, pela fraca narrativa que revelou a falta de verosimilhança no romance dramático entre Holly (Hilary Swank) e Gerry (Gerald Butler) que deixa a desejar: Nada contra locadores de limousines mas Gerry deveria ser no mínimo um redator de fanzine - para citar um dos aspectos falhos - na construção de seu personagem (...) Mas o filme ganha folego com a nostalgia emprestada por Judy Garland (uma das estrelas mais famosas dos musicais da Broadway) cantando em grande estilo, e Holly fazendo um karaoque dramático, assistindo a em um filme exibido na TV. Entretanto deve-se levar em conta momentos hilários em que parte da tridimensionalidade dos personagens é exposta: em Holly quando sua mãe Patricia (Kathy Bates) tras a baila o comentário que ela estava sem tomar banho e com Daniel (Harry Connick Jr.) dizendo que é mais barato namorar do que pagar prostitutas. Os diálogos entre os personagens de Holly e Daniel surpreendentemente é que dão força a narrativa que deveria seguir assim por todo pecurso da história. Trata-se de um filme com um bom enredo mas que poderia ser contado de outra forma.
Alguém sabe qual o filme que a Holly,personagem da Hilary, está assistindo no dia do aniversário dela....antes da família chegar?? Por favor...me ajudem!
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