Acho Que Amo Minha Mulher
Média
3,1
28 notas

4 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 25 de janeiro de 2014
Quem conhece a carreira de Chris Rock,sabe que ele adora produzir suas próprias histórias,e quando sobra tempo,também se arrisca nas direçõ Acho que Amo Minha Mulher,ele se revesa nisso mostra uma história bastante regular.O seu personagem não mostra nenhum tipo de carisma,preocupado apenas em fazer sexo com a própria toda vez que vai trabalhar,fica imaginando as mulheres ao seu redor,de maneiras é reencontrar sua amiga de escola,Nikki (Kerry Washington),que essa sim valeu o ingresso do é bela e linda em suas participações,mostrando ao lado de Rock,uma dinâmica quase que engraçada.
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de janeiro de 2013
Adorei esse filme mostrando um homem atentado por outras mulheres estando casado,tem piadas de apelo sexual mas funciona por ser uma história simples.
Zerosa
Zerosa

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de março de 2013
Gostei do filme, uma comédia romantica bem legal. Retrata bem o relacionamento de um casal e por vezes os seus problemas amorosos. Uma comédia diferente de Chris Rock mas bem conseguida.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 852 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de novembro de 2025
Acho que amo minha mulher é uma comédia romântica que contou com a direção e roteiro de Chris Rock. Na trama, acompanhamos Richard (Chris Rock) um homem aparentemente feliz, com 2 filhos e casado há 8 anos com Brenda (Gina Torres). Mas quando uma antiga colega de escola, Nikki (Kerry Washington) reaparece em sua vida, a vida de Richard vira de cabeça para baixo, fazendo o mesmo questionar se realmente é feliz dentro do casamento. A premissa do filme para o tipo de gênero não é nada inovador, mas mantem uma esperança de ser algo bom por conta de Chris Rock. A ideia inicial de Richard ficar num impasse entre seu casamento e a possibilidade de ficar solteiro é inicialmente até agradável, mas logo cansa, pois nada de fato se estabelece. Temos um novo fio de esperança quando no segundo ato existe a possibilidade dele manter o seu casamento e tentar um caso no Nikki, mas novamente a narrativa vai se perdendo e se esvaziando rápido. O filme é repleto de clichês chatos: Nikki, a mulher que é charmosa, que apenas se envolve com caras errados e que agora com 32 anos fica na cola de Richard. Chris Rock segue como sempre fazendo piadas sobre negros, mas realizado críticas (nesse filme até menos afiada), mas o seu personagem é um pouco enfadonho. Talvez para mostrar o motivo do seu casamento não está indo bem. O ponto alto do filme é sobre a reflexão se vale a pena ou não trair e que mesmo diante de todo o conflito dentro do casamento, ainda assim vale a pena tentar reconstruir algo quando ambos ainda querem. O desfecho foi previsível e sem graça, não houve coerência no sentido de cantarem em sua última cena, uma vez que o filme não estabeleceu em nenhum momento isso.
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