Pequena Miss Sunshine
Média
4,3
2393 notas

216 Críticas do usuário

5
55 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

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4,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2018
Ótimo Filme! Ganhador de dois óscar, melhor roteiro e ator coadjuvante, Alan Arkin. Filme que retrata a uma aventura de uma pequena criança a procura de um sonho de ser A miss Sunshine. Roteiro brilhante, bem desenvolvido em todos os seus atos, trilha sonora cativante e belas atuações, é filme familiar e motivador.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de janeiro de 2017
Na época o que mais havia eram filmes independentes sobre famílias disfuncionais. Isso virou um sub-gênero que até hoje é a base de muitos trabalhos, autorais ou não. Porém, Pequena Miss Sunshine aproveita este tema para desenvolver uma crítica ácida e bem-humorada sobre a cultura norte-americana, que divide a sociedade em vencedores e perdedores. Este filme celebra o fracasso não como um ato subversivo, mas como uma forma de dizer que vencer pode ser alguma coisa na vida que não necessariamente ganhar um troféu.
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A família Hoover é recheada de problemas. Richard (Greg Kinnear) tenta emplacar um manual de como obter sucesso em 9 passos. Frank (Steve Carell) acaba de tentar o suicídio, indo morar com a irmã Sheryl (Toni Collette), esposa de Richard, por recomendação médica. O pai de Richard (Alan Arkin) foi expulso do asilo por usar heroína e agora mora com o filho. Dwayne (Paul Dano), filho de Richard e Sheryl, fez voto de silêncio até conseguir se tornar piloto da Força Aérea americana. E a pequena Olive (Abigail Breslin), irmã de Dwayne,  treina exaustivamente para um concurso de beleza de pré-adolescentes. Eles têm problemas de relacionamento, mas embarcam numa viagem para fazer com que Olive realize o sonho de participar do concurso Pequena Miss Sunshine. Excelente filme. O contraste entre a crueza das características de cada personagem e a obrigação que todos têm de conviver juntos por alguns poucos dias provoca cenas hilariantes. Chega a ser surpreendente ver Steve Carell, conhecido por imitações e comédias como "O Virgem de 40 Anos", fazendo um personagem com uma carga dramática tão forte, que faz rir não por suas atitudes mas sim pelas situações em que seu personagem acaba se envolvendo. Destaque também para as atuações de Paul Dano e Alan Arkin, que brilham em cena. Um filme divertidíssimo, que tem boas chances de aparecer nas listas de indicados das premiações deste ano, nem que seja apenas na categoria de melhor roteiro original.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2013
Um filme brilhante e muito humano. Um filme que meche com os nossos sentimentos de uma tal forma que deixamos que ele nos guie. Essa incrível história de uma família muito diferente que se concentra em realizar o sonho de uma integrante, a filha mais nova, uma garota sensacional que vai te encantar. Um drama muito engraçado e bem dirigido, parabéns a todo o elenco e a coreografia do Vovô, assista o filme que voce entenderá melhor.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de janeiro de 2017
Um ótimo filme, comédia leve e que rende boas risadas, drama na medida certa, ótimas atuações e uma impressionante trilha sonora. Ótimo filme.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é bom, porém pelo que comentavam, esperava mais. O elenco é ótimo, a Abigail Breslin está ótima, Steve Carell e Paul Dano estão hilários também, assim como Alan Arkin O filme explora situações muito engraçadas e ainda contém um drama muito bom implícito. O argumento é muito bom e a mensagem final, onde todos se unem em prol da caçula da família é maravilhosa. A cena da dança da Olive no final do filme e a cena do roubo do cadáver no hospital são hilárias e já vale pelo filme todo! Pelos comentários e pelos Oscarss que ganhou esperava mais, mais é um filme muito bom mesmo assim!
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filmes sobre famílias disfuncionais não podem ser considerados originais. Mas, este filme com o pé-na-estrada e que emplaca um grande sorriso no rosto de qualquer espectador dotado com um mínimo de QI, é um clássico instantâneo e um dos melhores do ano (já me adiantando na crítica), não resta a menor dúvida. O título faz referência a um concurso de beleza e destreza infantis, que ocorre anualmente na California. A menina Olive (Abigail Breslin), de 9 anos sonha em ser a ganhadora. Seu pai (Greg Kinnear) faz palestras de auto-ajuda, divulgando o processo de vitória dos seres humanos que é constituído de 9 etapas. Já da pra imaginar que tipo de figura o sujeito é. Só que ele pretende sair do buraco financeiro com o lançamento de um livro sobre a sua teoria, que um produtor havia lhe prometido. A mãe de Olive (Toni Collete) é a mais normal da família, tentando juntar os estilhaços que cada um dos membros vai deixando pelo caminho. O irmão de Olive (Paul Dano) é obcecado por Nietzsche e anseia em se tornar um piloto de aviões de guerra. O adolescente fez uma promessa de que não falaria enquanto o seu sonho não se tornasse realidade. Portanto, a comunicação entre ele e a família se reduzia a algumas frases escritas em papel toalha junto à mesa de jantar. O avô da menina (Alan Arkin) é uma figura hilária. Foi expulso da casa de idosos em que estava vivendo por cheirar heroína. Imaginem a figura. E por último, o tio de Olive (Steve Carrell), professor universitário e o maior conhecedor da vida e da obra do escritor Marcel Proust, tentou o suicídio por ter sido abandonado por seu amante em aluno, que o trocou pelo também professor e segundo maior conhecedor da obra do autor francês. O filme basicamente retrata a viagem desta trupe, de Albuquerque (Texas) a Los Angeles (California), numa super-kombi, antiquíssima. Pode parecer que os diretores quiseram juntar uma série de esteriótipos numa mesma família e vendê-los de forma pasteurizada. De forma alguma. Todos os personagens, sem exceção, são mostrados em sua pluralidade anímica, na sua multi-dimensionalidade. Por vezes chatos, por vezes esperançosos, esta família não é detentora de super-poderes ou riqueza material. Nesse aspecto, a platéia sente-se espelhada num ou noutro personagem. Engraçadíssimo e comovente. Vá correndo até o cinema mais próximo assistir a um dos melhores filmes do ano.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de janeiro de 2013
História comovente e sensível contada de maneira emocionante. Abigail Breslin, uma grande revelação! Ela também manda muito bem em Zumbilândia. Não acho que Alan Arkin mereceu o Oscar de Ator Coadjuvante, Mark Wahlberg devia ter ganhado.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de dezembro de 2020
"Uma grata surpresa". Assisti de modo despretensioso e me surpreendi com a mensagem transmitida! Como um sonho de uma pequena menina poderia mover a todos da família, ainda mais sendo algo tão improvável. O importante foi essa mensagem de união e determinação. Ótimo para vê em família
Wellingta M
Wellingta M

938 seguidores 257 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Que agradável surpresa é esse filme. Uma história simples, com momentos de drama e humor na dose certa. Alan Arkin está perfeito, mereceu o oscar e Abigail é uma graça, uma fofura, dá vontade de colocar no colo. Adorei.
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