Pequena Miss Sunshine
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4,3
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216 Críticas do usuário

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Prof. Flavio Lessa
Prof. Flavio Lessa

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de agosto de 2020
No início o filme estava ruim, no final parecia que tava no início. É disparado o pior filme que já vi na minha vida.
lais!!
lais!!

1 seguidor 54 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de janeiro de 2025
Eu particularmente não gosto muito de filmes de “drama e história” mas muito bom como eles conseguiram juntar várias histórias e fazer uma família bem disfuncional e ao mesmo tempo unida ps: não acreditei q o avô tinha morrido
Jeniffer d
Jeniffer d

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de julho de 2020
Melhor filme que eu já assisti, eu amo muito!!!
Nos mostra que toda família enfrenta suas diversidades.
José
José

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente! Sem dúvida será um dos indicados ao Oscar 2007! Pois com sua sutiliza consegue mostar os momentos tristes e felizes de uma família com problemas, assim como qualquer outra.
Elania F.
Elania F.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de maio de 2015
O filme é bem escrito, o sonho é o ponto de partida e as dificuldades que enfrentamos para realizar, Oliver é uma menina que acredita em si acima de tudo, o final é inesperado.
Fernanda Pinheiro
Fernanda Pinheiro

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de dezembro de 2019
O filme ‘’Pequena Miss Sunshine’’ começa com uma família bem desentendida, onde filhos e pais não se entende. No meu ponto de vista, no começo do filme o pai da família deveria ter mais calma e saber se expressa perante os filhos, o filho mais velho havia feito um voto de silêncio por querer entrar nas forcas armadas, no filme ficou bem claro que o mesmo não tinha o apoio dos familiares com seu sonho, a filha mais nova Oliver por ser a caçula e existir um tabu na sociedade, foi ouvida pelos pais quando disse que queria participar do concurso de beleza. No decorrer do filme quando eles vão viajar em para California, a família começar a se entender, o filho mais velho volta a falar novamente, e infelizmente perdem o avô, é nesses aspectos que o filme começa a fazer sentido. No concurso Oliver poderia ter ganhado, pois foi a única criança que tinha cara de criança, diferente das outras candidatas, onde tinham cara de adultas e não condizia com a o nome do concurso ‘Pequena’, no mais o filme deixou uma grande aprendizagem para muitas famílias.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 7 de dezembro de 2019
A obra cinematográfica “Little miss Sunshine” mostra o poder de ter uma família que apesar das atribulações permanece unida e também mostra ocasiões muito interessantes que tiram boas risadas de quem o assiste assim como é capaz de comover as pessoas em algumas cenas, um excelente filme para assistir com a família porém o final do filme deixa a desejar, pois não mostra um bom desfecho de cada personagem.
No decorrer do longa-metragem, o mesmo aborda temas muito polêmicos tais como suicídio, homossexualidade, uso de drogas, a dificuldade financeira, problemas familiares, a busca da beleza física dentre outros. Apesar de ser um filme lançado no ano 2006, consegue retratar bem a atualidade da nosso sociedade e nos faz refletir sobre fatos que ocorrem no nosso cotidiano.
Um dos pontos positivos do filme é relatar os reais problemas enfrentados por inúmeras famílias, e que mesmo em meio de tantas crises quando todos se juntam a fim de conquistar um bem em comum a família é capaz de vencer todos os obstáculos, e que todos juntos e prontos para enfrentar os inconvenientes conseguem vencer todos as adversidades.
A obra tendo a grande ideia de misturar o drama da família Hoover com um caráter humorístico, chamando ainda mais a atenção de quem o assiste e assim transmitindo uma mensagem muito significativa sobre as famílias antigas e atuais que em muitos casos enfrentam os mesmos transtornos.
Uenes Batista de Oliveira
Uenes Batista de Oliveira

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de dezembro de 2019
O que dissociaria os vencedores dos perdedores? O êxito do insucesso? O que, de maneira incontrovertível, possibilitaria o indivíduo aniquilar o fracasso e ser, portanto, influenciado ao sucesso? E, também, qual seria o desígnio de permanecer nesta busca obstinada por este sucesso, em sua convicção mais estatutária? Somente objetivar o almejado desejo? Objetivar para quem ou para o que? Para as pessoas que lhe rodeia? Para todo o mundo? Para erradicar o que mais lhe tira suas noites mal dormidas? Para si mesmo? Perguntas como essas lhes serão respondidas, de forma silenciosa, ao assistirem ao filme cinematográfico "Pequena Miss Sunshine".
Desse modo, inaugurou no Festival de Sundance, no dia 06 de outubro do ano 2006, o excelente longa-metragem do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris, o qual, a princípio, acomete acerca das palestras criadas por Richard Hoover (Greg Kinnear), o pai da fantástica garotinha Olive Hoover (Abigail Braslin). spoiler: Tais palestras são concebidas por intermédio de seu livro de autoajuda, o qual é caracterizado, em geral, por fazer uma introdução aos nove passos necessários para alcançar o sucesso que o indivíduo deseja, e ser, portanto, um vitorioso,
como ele profere em sua obra e, ainda, em suas relações cotidianas. Nesse ínterim, a realidade a qual ele encontra-se é, então, dividida e classificada em dois segmentos incompatíveis: perder ou vencer.
A sobrecarga do seio familiar, contudo, é incorporada e direcionada à figura da mãe de Olive, Sheryl Hoover (Toni Collete), que é cônjuge de Richard, mãe de uma garota e um garoto que, de certa forma, mantêm a esperança de conquistarem seus respectivos objetivos, os quais, a longo prazo, são considerados inatingíveis, e, vale ressaltar, também, que Sheryl Hoover é a provedora primordial da família e da residência Hoover.
Ademais, no que se remete a Richard, vale postular que, embora utilize os ideais englobados em sua obra literária na formação e na educação de seus filhos, se encontra ludibriado por não atingir a venda do mesmo para com qualquer que seja a editora.
Como irmão de Sheryl Hoover, tem-se Frank Ginsberg (Steve Carell), especialista do conhecimento em relação ao escritor Proust, exteriorizando, assim, na temática trágica de sua vida: spoiler: o indivíduo que não conseguiu suicidar-se.
Nessa lógica, tendo que morar com os Hoover, Frank torna-se uma pessoa submissa a essa família, visto que o mesmo necessita dos cuidados e atenções médicas, as quais, em suma, são proporcionadas e efetivadas por sua irmã.
Um outro integrante desta obra revitalizante é o irmão da caçula aprendiz, que se chama Dwayne Hoover (Paul Dano), o mesmo que, destinado a tornar-se um piloto de teste e, ao perceber que sua família conspirava para que isso não fosse possível, spoiler: decidiu criar uma espécie de "voto de silêncio",
o qual surgiu, também, pela sua inspiração na literatura do filósofo prussiano Friedrich Nietzsche.
Diante do exposto, nota-se uma falsa liberdade de escolha: alguns dos protagonistas da obra supracitada não sentem-se pessoas livres para decidirem o que realmente desejam para o presente delas e, ainda, para o planejamento de suas vidas profissionais futuras, resultando, assim, que os mesmos estejam a mercê de algo que lhes são inserido, de modo alternativo, por exemplo, ou, de forma distante de seu livre-arbítrio, imposto em suas vidas.
Isso é visível, por exemplo, na realidade de Olive Hoover: garotinha sonhadora que, apesar de desejar efetivar seu desejo, o qual consiste em ganhar o título de miss no concurso de beleza mirim "Pequena Miss Sunshine", seu pai a coloca em posições críticas, visto que ele impõe que ela não perca, de maneira nenhuma, o tal concurso de beleza. Por um mesmo ângulo, ela tem que aniquilar coisas que, perante seu pai, a distanciava da realização do sonho, e, se você, leitor, fizer um paralelo da ficção à realidade, perceberá que, igualmente a meu ver, a criança sofre uma subjugação em relação ao adultocentrismo, fazendo com que ela perca sua liberdade para realizar suas escolhas e, assim, incorpora-se aos moldes criados pelos adultos.
Tal quadro merece atenção e criticidade, pois, as crianças têm que viverem o período da infância e, de maneira nenhuma, poderia haver, do meio exterior, um contato prejudicial à vida delas, restringindo-se à infância: ao ferimento e a desproporcionalidade de acontecimentos entre a vida adulta e a vida infantil de uma criança, como é o caso em que a principal protagonista do filme "Pequena Miss Sunshine" está inserida: imposição externa para com ela.
É de extrema importância salientar, também, o distanciamento dos comportamentos da família tradicional do século XXI. Nesse sentido, a família Hoover faz uma interpretação que, até meados dos séculos XIX e XX, não era muito corriqueira: o seio familiar só poderia ser constituído pelo pai, pela mãe, seus filhos e, juntamente com essa formação, teria que prevalecer e transmitir o conceito de família "normal" para a sociedade a qual vivem, família que não apresentasse, em seus constituintes, pessoas patológicas, que apresentassem algum tipo de deficiência física ou mental, vício, entre outras "patologias", como eram chamadas, por exemplo, no período naturalista brasileiro.
Em contraste com as imposições, está, nessa perspectiva, os membros Hoover, os quais, de maneira normativa, isso na hodierna sociedade na qual adentram, tornam-se pessoas normais como qualquer outra família contemporânea, que apresentam particularidades, superações, obstáculos a serem enfrentados, sacrifícios, variações familiares, transtornos psicológicos, entre outros problemas.
Tais termos supracitados enriquecem, na contemporaneidade, o conceito de "família", causando, assim, uma quebra dessa linha de pensamento imposta anteriormente e uma maior aceitação do que, hoje, integra esse meio constitucionalista. Portanto, um dos pontos positivos abordados nesse longa-metragem fantástico é, sem dúvidas, o de mostrar uma das novas formações familiares do século XXI.
Além desses incríveis protagonistas supracitados, vale trazer o avô de Olive, o qual chama-se Edwin Hoover (Alan Arkin), que, também, é pai de Richard, embora seja uma pessoa completamente distinta dele. Nesse viés, spoiler: Edwin é expulso de um asilo do qual estava recebendo tratamento contra o seu vício maléfico: a heroína.
E, ao sair desse hospício, adentra na casa dos Hoover, passando, assim, a morar com eles. Nesse contexto, ele é uma das pessoas mais importantes para Olive, spoiler: visto que ele a ajuda, cria uma coreografia para que ela apresente no sonhando concurso e, ainda, acredita em seu potencial mais do que ela própria.

Sem dúvidas, ela o considera o treinador responsável por manter seus aspirantes desejos de ser a futura Pequena Miss Sunshine. Ao receber uma notícia inesperada, spoiler: a qual baseia-se em ela ser classificada para o almejado concurso, podendo, então, disputar com as outras crianças a sonhada coroa,
há um momento que compatibiliza a união familiar e que, pelo meu ponto de vista, é importante salientar, mesmo que de forma espalhafatosa: depois de vários contratempos, problemas internos e revoltas incorporadas nessa família, eles decidem acompanhar a pequena menina nesta busca incessante por esta realização. Assim, adentram em uma velha e amarela Kombi rumo a Redondo Beach, no sul da Califórnia.
Indubitavelmente, as obras cinematográficas deveriam, como a supracitada ao desenrolar da crítica, trazer mais este tipo de conteúdo familiar, pois, como sabe-se, a constituição familiar deve, acima de tudo, ser priorizada e empregada nesses tipos de gêneros, como foi o caso do filme "Pequena Miss Sunshine".
O roteiro de Michael Arndt para com essa obra é surpreendente: ele atrai o espectador para uma trajetória extraordinária, cheia de "altos" e "baixos" que são, indiscutivelmente, raros. Sob o mesmo ponto de vista, a fórmula road trip é, de forma inquestionável, bem sucedida, uma vez que nela é projetado um estudo acerca da concepção de família, seja em conjunto, seja individualmente.
Por um outro viés, há alguns tópicos contestáveis nesse trabalho de Arndt: o contexto mais catastrófico ocorre tanto onde os personagens se hospedam quanto em um hospital, dando espaço, portanto, para um irrefletido, quase inanimado, tratamento humorístico. Desde a conversa de Sheryl com a pequena Olive acerca do que, naquele momento da película, estava acontecendo, de maneira totalmente sincera, até sobre o que viria a acontecer, tornando-se, portanto, algo verdadeiramente inverossimilhante. Os componentes incongruentes não são, totalmente, contendentes aqui, nessa crítica, quanto os inseridos no momento em que chegam ao hotel, os quais são, diga-se por experiência passageira, beneficamente engraçados, assim como a forma de correr, absurdamente cômica, de Frank.
Portanto, a obra é, basicamente, um retrato da sociedade e seus constituintes do século vigente, visto que ela apresenta temáticas que vão de encontro à realidade a qual nos encontramos, as quais, indubitavelmente, precisam ter um olhar mais crítico e embasado, desde a concepção do que é ser criança até do que é ser adulto no atual contexto social e econômico. Logo, sem sombra de dúvidas, o filme "Pequena Miss Sunshine" aborda, de maneira intensa, embora questionável, essas questões sociais, econômicas, políticas e, acima de tudo, atenciosas. Fielmente, se você, leitor curioso, for um ser crítico para com o que permeia as variadas relações ao seu redor, eu lhe sugiro que assista esse filme e conheça seus personagens, pois, como supracitado, o maior objetivo intrínseco dessa envolvente produção cinematográfica é, incontestavelmente, levar os espectadores a uma maior reflexão acerca de quem são atualmente.
Luiza Delfino Silva
Luiza Delfino Silva

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de dezembro de 2019
O filme tem uma ótima direção, isso não posso discordar, mas acho que em algumas cenas e em seu enredo poderia ser sido melhor.
A escolha de atores e atrizes para fazer os papéis foi perfeita, sendo perceptível que os autores estavam bem preparados para o papel.
Poderiam ter abrangido melhor o Disney, não sabemos se o mesmo superou os desafios e conseguiu oque queria. spoiler: Também o fato do falecimento do avô
foi um fato q deixou o filme um pouquinho chato, pois ele tinha ótimas cenas de comédia.
O final do filme também não foi um dos melhores, já poderiam passar outro tipo de lição de moral como que não deve existir padrão de beleza ou que não existe mulher perfeita, diferente do que foi passado no filme, porém, a moral do filme também é muito bonita e inspiradora.
Apesar do fim dececionante, é um bom filme e eu recomendo, ótimo filme para assistir com familiares e amigos.
Maria Laysa Moreira
Maria Laysa Moreira

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de dezembro de 2019
A categoria cinematográfica Pequena Miss Sunshine simboliza o drama e a comédia incorporando uma família divergente, causa no espectador a torcida, emoção e um bom riso durante o filme. O sonho é a peça fundamental para ser realizado. Todos tem algo para realizar e algum problema. Indicado para assistir em conjunto com a família, pois causa reflexão ao decorrer e desperta a emoção e valorização. Moradores do Novo México, Richard (Greg Kinnear) é o pai e palestrante que busca vender seu programa chamado 9 passos de auto-ajuda fracassado. Sheryl (Toni Collette) é a mãe, exerce as funções domésticas e é a favor da retidão. Seus filhos são pequenos sonhadores, Dawyne (Paul Dano) e Olive (Abigail Breslin). Olive uma menina que sonha em ser miss. Dawyne é um jovem revoltado, que vive isolado em seu quarto e fez voto de silêncio até alcançar seu objetivo de ser piloto de avião. Frank (Steve Carrell) é irmão de Sheryl, professor especialista,é homossexual e tentou se suicidar, acabando por ir morar na casa da irmã para tentar se recuperar. Edwin (Alan Arkin) pai de Richard,foi expulso da casa de repouso por consumir heroína. Um grupo bem desajustado e com muitas diferenças vão vivenciar grandes aventuras na estrada. O filme publicado em 2006 mostra o envolvimento da sociedade atual. Debate a homossexualidade, controversas familiares, vícios, problemas financeiros e a busca do sonho. Obtenho uma perspectiva que é fundamental para a sociedade, deveria ter mais filmes como este, mostrando sempre pontos necessários. O ponto positivo é a compreensão, alcance da união e informar a atualidade do cotidiano, para a conscientização. O pai de Olive insiste que é preciso vencer, estar em primeiro lugar para ter sucesso e que é uma vergonha perder, enquanto, na verdade, a garota só quer se divertir. A reflexão que fica é que a vida não é feita apenas de conquistas, mas de derrotas também e, o mais importante, de tentativas.A parte que deixa uma atenção maior na minha perspectiva é união para empurrar a Kombi amarela, símbolo da união porque para funcionar todos precisam empurrar. De cena a cena foram se construindo entre os personagens a mudança e a forma de agir. O filme faz uma crítica aos valores da sociedade atual, discutindo temas como o culto à beleza e o valor da tolerância, com as quais se torna impossível não se emocionar, mas também repensar valores, ideais e princípios de vida. O filme tem uma chave principal o sonho de Olive de ser miss, e ela acaba perdendo, e isso não deixa ela mal, pois a diversão causada gerou um valor maior. Uma mensagem que a pequena Olive deixou que o importante era ser ela mesmo, devemos usar no nosso cotidiano. Esperamos sempre um final feliz depois de derrotas e etc, e este mostrou um desfecho diferente que poderia ser mais trabalhado, gerou uma curiosidade como ficaria os personagens depois do concurso. A conclusão deveria ter mostrado mais sobre um contexto da história de como cada um começaria a dar continuidade a sua vida e planos. Na minha interpretação a família ao se redimir não para resolver os problemas, mas encontrar uma forma de vivenciar um sonho de uma garotinha deixa o filme emocionante. . Os pequenos detalhes fizeram grandes diferenças, será que tem como assistir e não se deixar influenciar por toda essa drama e que tira um riso seu? Eu acho que cai um cisco no seu olho e um riso depois. Cada personagem tinha sua forma de ser e o carinho surgiu por eles, que ao assistir você possa se divertir e refletir as ações ao seu redor, recomendo.
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