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Rafael
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97 críticas
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0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Eu não sei o que as pessoas viram nesse filme é simplesmente horrivel chega a ser cansativos nos primeiros 10 minutos do filme e mantém a mesma linha até o final realmente não vale a pena ser visto.
Na época o que mais havia eram filmes independentes sobre famílias disfuncionais. Isso virou um sub-gênero que até hoje é a base de muitos trabalhos, autorais ou não. Porém, Pequena Miss Sunshine aproveita este tema para desenvolver uma crítica ácida e bem-humorada sobre a cultura norte-americana, que divide a sociedade em vencedores e perdedores. Este filme celebra o fracasso não como um ato subversivo, mas como uma forma de dizer que vencer pode ser alguma coisa na vida que não necessariamente ganhar um troféu.
Aparentemente eu sou uma das únicas pessoas aqui que não gostou do filme. O filme é fraco. Fraco em história, fraco em humor. Nada mais vergonhoso do que o final "sessão da tarde" pro filme que já vinha até alí sem apresentar realmente nada de novo. Realmente só faltou aparecer um cachorro jogando basquete. Só isso mesmo, porque todos os outro clichês possiveis e previsiveis foram usados exaustivamente. Não cito aqui a cena pra não "estregar" a experiência daqueles que não assistiram o filme. A única real diferença entre esse filme e outros tão medíocres quanto feitos na década de 80 é o uso de estereótipos de personagens que não se teria liberdade de usar naquela época, como o avô que usa heroína, o adolescente que lê Nietzsche, o tio professor universitário gay... acabando por aí. A pequena garota que quer ser modelo, a mãe protetora, a juíza malvada, tudo como num filme do Benji, da Lessie ou do Flipper. Juro que na parte final do filme eu quis não terminar de ver. Senti como não sentia há muito tempo, vergonha alheia, por aquelas pessoas que fizeram o filme. o que eu simplesmente não entendo é: Por que existe tanto hype em cima de um filme tão meia boca? Porque foi feito com poucos recursos? Porque se você não gosta de pequena miss sunshine você não gosta de "cinema alternativo"? Cinema bom é cinema bom, alternativo ou não e pequena miss sunshine é o exemplo mais claro de filme alternativo ruim, porque apenas atira clichês "indies" em cima de uma história que já está batida há 20 anos.
Um filme lindo e emocionante do primeiro minuto ao último, não é atoa que foi aclamado pela crítica e ganhou 2 Oscar's, com apenas 8 milhões no orçamento e 30 dias de filmagem, esse filme conseguiu 100 milhões na receita, impulsionou carreira da grande atriz Abigail Breslin, um belo aprendizado que se leva pra vida inteira, para que mascaras?
"Uma grata surpresa". Assisti de modo despretensioso e me surpreendi com a mensagem transmitida! Como um sonho de uma pequena menina poderia mover a todos da família, ainda mais sendo algo tão improvável. O importante foi essa mensagem de união e determinação. Ótimo para vê em família
A obra cinematográfica “Little miss Sunshine” mostra o poder de ter uma família que apesar das atribulações permanece unida e também mostra ocasiões muito interessantes que tiram boas risadas de quem o assiste assim como é capaz de comover as pessoas em algumas cenas, um excelente filme para assistir com a família porém o final do filme deixa a desejar, pois não mostra um bom desfecho de cada personagem. No decorrer do longa-metragem, o mesmo aborda temas muito polêmicos tais como suicídio, homossexualidade, uso de drogas, a dificuldade financeira, problemas familiares, a busca da beleza física dentre outros. Apesar de ser um filme lançado no ano 2006, consegue retratar bem a atualidade da nosso sociedade e nos faz refletir sobre fatos que ocorrem no nosso cotidiano. Um dos pontos positivos do filme é relatar os reais problemas enfrentados por inúmeras famílias, e que mesmo em meio de tantas crises quando todos se juntam a fim de conquistar um bem em comum a família é capaz de vencer todos os obstáculos, e que todos juntos e prontos para enfrentar os inconvenientes conseguem vencer todos as adversidades. A obra tendo a grande ideia de misturar o drama da família Hoover com um caráter humorístico, chamando ainda mais a atenção de quem o assiste e assim transmitindo uma mensagem muito significativa sobre as famílias antigas e atuais que em muitos casos enfrentam os mesmos transtornos.
A família Hoover é recheada de problemas. Richard (Greg Kinnear) tenta emplacar um manual de como obter sucesso em 9 passos. Frank (Steve Carell) acaba de tentar o suicídio, indo morar com a irmã Sheryl (Toni Collette), esposa de Richard, por recomendação médica. O pai de Richard (Alan Arkin) foi expulso do asilo por usar heroína e agora mora com o filho. Dwayne (Paul Dano), filho de Richard e Sheryl, fez voto de silêncio até conseguir se tornar piloto da Força Aérea americana. E a pequena Olive (Abigail Breslin), irmã de Dwayne, treina exaustivamente para um concurso de beleza de pré-adolescentes. Eles têm problemas de relacionamento, mas embarcam numa viagem para fazer com que Olive realize o sonho de participar do concurso Pequena Miss Sunshine. Excelente filme. O contraste entre a crueza das características de cada personagem e a obrigação que todos têm de conviver juntos por alguns poucos dias provoca cenas hilariantes. Chega a ser surpreendente ver Steve Carell, conhecido por imitações e comédias como "O Virgem de 40 Anos", fazendo um personagem com uma carga dramática tão forte, que faz rir não por suas atitudes mas sim pelas situações em que seu personagem acaba se envolvendo. Destaque também para as atuações de Paul Dano e Alan Arkin, que brilham em cena. Um filme divertidíssimo, que tem boas chances de aparecer nas listas de indicados das premiações deste ano, nem que seja apenas na categoria de melhor roteiro original.
O melhor filme de 2006! A excelencia como tudo é distribuido, organizado e apresentado no filme embalado por uma presente e marcante trilha sonora, traz a tona uma nova e humana consciencia de vida. É impossivel assistir ao filme e não se encaixar nas cenas por vezes tragicomicas e humanistas representadas pelos atores. Uma pesada crítica a essa sociedade em que a busca dos reais valores está profundamente distorcida nos levando a acreditar que ideais e principios por vezes fazem parte do escafandro que nos recobre.
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