Sangue Negro
Média
4,3
901 notas

46 Críticas do usuário

5
19 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de abril de 2016
Filme de muita qualidade! Lewis dar um show incrível, roteiro maravilhoso o seja um filme para sentir em sua essência!!!
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 18 de dezembro de 2015
Com Paul Thomas Anderson na direção.E Daniel Day-Lewis no protagonismo,"Sangue Negro" não tinha como dá errado em momento algum.
O começo é simplesmente épico,com uma longa duração sem diálogos -mais precisamente,11 minutos- o filme nos leva aquela época do cinema antigo.Com vários acontecimentos nas cenas,mas sem nenhuma palavra dita.
Uma pena não ter levado o Oscar de Melhor Filme daquele ano.Pelo menos Day-Lewis levou a estatueta merecidamente,depois de outra ótima atuação.

-Filme assistido em 18 de Dezembro de 2015
-Nota 8/10
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Com uma longa introdução sem falas que praticamente diz tudo que precisamos saber do protagonista para entender seus atos durante toda a longa, mas empolgante, história de sua ascensão na indústria do petróleo, Sangue Negro não perde o ritmo e o significado em nenhum momento. Sua fotografia é delineada por sombras e contornos nítidos no horizonte, sempre a nos lembrar do óleo negro, implícito em cada cena, mesmo que não esteja lá. E, quando está, não raro impregna a face das pessoas ou até as fere. Até a trilha sonora, baseada em sons ritmados, evocam a todo o momento as bombas puxando o petróleo para a superfície.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2026
Sangue Negro é um filme de faroeste/suspense que contou com a direção e roteiro de Paul Thomas Anderson. O filme recebeu 8 indicações ao Oscar 2008: melhor ator (Daniel Day-Lewis), melhor fotografia, melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor direção de arte, melhor edição e melhor edição de som. Venceu apenas as 2 primeiras categorias mencionadas. Na trama, acompanhamos Daniel (Daniel Day-Lewis), um minerador que com dificuldades, que junto com o seu pequeno filho (Dillon Freasier) resolve apostar nas escavação de petróleo em uma pequena cidade. Porém, os seus interesses começam a entrar em conflito com Eli (Paul Dano), um pastor bastante influente da região. O filme explora um contexto histórico bastante interessante na virada do século XIX para XX, a descoberta de petróleo em solo americano. Nessa perspectiva, a direção faz questao de mostrar o quão fracassado era Daniel, em seu trabalho como minerador e como adotou o seu filho após um acidente na escavação. Essas cenas nao tem diálogos e serve para sedimentar bem o personagem principal e a sua relação com seu filho e a prosperidade financeira que alcançou logo depois disso. Para além disso, a engrenagem principal do filme é o embate entre Daniel e Eli ( a fé e a sua falta de fé). É curioso perceber que mesmo com essa distinção, ambos buscavam a mesma coisa: ambição. A diferença é que o pastor nao era bem sucedido quanto o minerador. Precisamos enaltecer a interpretação de ambos, mas o grande destaque está em Daniel Day-Lewis, que venceu o Oscar de forma justa. A forma como interpretava cada cena, sua raiva, ira e ver ele definhando foi algo surreal. Incrível como ele conseguiu se sair bem em todas essas esferas. Trilha sonora boa que ajudou nos momentos de tensão, principalmente a cena da explosão que fez o seu filho ficar debilitado. Ao mesmo tempo que a direção é competente em deixar sem trilha, apenas a cena crua, como foi a última cena do filme ( o embate final entre Daniel e Eli). É fato que o filme é longo e tem cenas memoráveis como essas citadas ( incluindo o diálogo pesado e triste entre pai e filho no terceiro ato), mas algumas situações poderiam ser evitadas, pois nao acrescentou em nada na trama principal: a chegada de um "irmão" de Daniel. No mais, é um grande filme do gênero que ainda hoje é bastante lembrado.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de abril de 2016
Virada do século XIX para o século XX, na fronteira da Califórnia. Daniel Plainview (Daniel Day-Lewis) é um mineiro de minas de prata derrotado, que divide seu tempo com a tarefa de ser pai solteiro. Um dia ele descobre a existência de uma pequena cidade no oeste onde um mar de petróleo está transbordando do solo. Daniel decide partir para o local com seu filho, H.W. (Dillon Freasier). O nome da cidade é Little Boston, sendo que a única diversão do local é a igreja do carismático pastor Eli Sunday (Paul Dano). Daniel e H.W. se arriscam e logo encontram um poço de petróleo, que lhes traz riqueza mas também uma série de conflitos. Bom filme, mais eu achei um pouco cansativo, Daniel Day-Lewis faz na minha opnião sua melhor atuaçao, o filme uma bela fotografia, boa trilha sonora, o ator Paul Dano esta otimo nesse filme, Sangue Negro é um pouco cansativo mais vale apena assistir porque é um bom filme. Nota 8.1
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 29 de maio de 2019
Vai ser difícil achar ainda durante a minha passagem por este planeta outro longa-metragem tão magistral quanto este. There Will be Blood é uma obra-prima atemporal, cuja genialidade só cresce com o passar do tempo, e seus temas só se tornam mais atuais conforme o desenrolar da sociedade hoje. O meu filme favorito sem a menor dúvida, a experiência cinematográfica que mais me marcou até hoje, e acho que nunca vou me impactar tanto com outra obra. Uma história poderosa sobre laços afetivos, ganância, e fé...Fazia muito tempo que o cinema americano não produzia um filme com tamanha força dramática, Sangue Negro, mesmo em sua trama contida e simples de três personagens, consegue ser universal em seus significados, no final servindo de comentário genialmente mordaz do american dream e todas as suas implicações. Esse filme é simplesmente a História do cinema sendo feita diante dos nossos olhos, mais um atestado conciso do talento descomunal do realizador Paul Thomas Anderson. Uma adaptação revisionista precisa do livro ''Oil!'', clássico dos anos de 1920 do autor Upton Sinclair, um dos mais importantes escritores americanos do século XX. Seria impossível tecer qualquer comentário sobre este filme sem falar de Daniel Day-Lewis, que comprovou por A+B neste filme que é o maior ator vivo do cinema ao lado de Gary Oldman, uma performance simplesmente devastadora e impressionante, digna de cada prêmio que levou. Paul Dano também impressiona ao conferir uma ótima densidade ao seu Eli Sunday, não ficando em momento algum apagado quando em cena com o experiente ator britânico. There Will be Blood é uma parábola sobre as armadilhas do sonho americano calcado na competitividade do capitalismo selvagem neoliberal, mas para nós, cinéfilos, pode ser simplesmente um deleite audiovisual magistralmente dirigido, escrito, e interpretado. Um titã cinematográfico!
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2013
Um drama no sentido da palavra, a vida de Daniel (personagem) é cheia de conflitos e crueldades. Um filme que conta como é a vida de um dono de uma empresa petrolífera de sucesso. Daniel Day Lewis mais uma vez sensacional, impecável, sua atuação é Oscar carimbado. É bom ver como as pessoas podem ser arrogantes e cruéis e lembrarmos de não fazer o mesmo, pois como ocorreu com este homem podemos perder tudo que mais amamos.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de novembro de 2024
Eu vi esse filme logo depois que foi lançado, talvez no ano seguinte. Na época já achei brilhante a atuação de Daniel Day Lewis. Achava e continuo achando que foi a melhor atuação da história do cinema e só por isso o filme deve ser visto.
Mas se na época eu achava um filme regular com uma atuação excelente, vendo hoje, 10 anos pós lançamento, vejo como um grande filme. É um drama tremendamente intenso, completo de nuances nos quais o personagem Daniel Plainview vai se afundando e afundando os outros, relação a relação, momento a momento. Difícil ter palavras pra explicar o porquê me intriga um filme com um personagem principal tão monstruoso em certos aspectos, mas acho que é o poder que esse filme tem. Transformar todos acontecimentos em um ótimo drama.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de julho de 2016
A obsessão de um homem em empreender retratada tão fielmente que assusta, talvez seja o conjunto de técnicas brilhantemente usadas por Paul Thomas Anderson que faz esse filme encantar e incomodar ao mesmo tempo, é um retração humana, suja e bela, um fator que contribui bastante é a trilha sonora usada por Paul e composta por Jonny Greenwood, lembra muito os filmes do Kubrick, contraponto belas paisagens, a lama negra do petróleo, o sol do oeste ao sangue derramado, você sente tudo isso pela trilha sonora, é ótima, a fotografia é tão boa quanto, os planos abertos que Paul usa são sempre incríveis, e as atuações são incríveis, se o filme é ótimo, metade desse credito vai para as atuações, começando por Daniel Day-Lewis que chega a assustar de tão transformado esse personagem é, Paul Dano também está ótimo, e ele realmente entra dentro do personagem, podem criticar os sermões que ele dá por ser forçado ou até mesmo falso, mas o personagem dele é falso e forçado.
O roteiro não é brilhante, mas tem muito mais virtudes que falhas, ele é bem fechado nele mesmo, e tem um ótimo desenvolvimento dos personagens, embora as vezes deixe um pouco vago o objetivo dos mesmos, e depois de um tempo o ritmo se perde um pouco, mas pra quem já está completamente imerso na historia, isso não faz diferença, “Sangue Negro” é um grande filme.
spoiler:
O final pode ser meio dubio, tenho amigos que o viram e não entenderam nada, Daniel Plainview é um psicopata? Não, Daniel é um homem sincero e falho, ele admite sua ambição, ele confronta seus erros, e até certo ponta se reconhece como “pecador”, e é sempre julgado por isso, o que ele não admite é outros homens falhos que não assumem seus erros e são bem vistos por isso, é por essa razão que o personagem do Eli o incomoda tanto, pois ele é tão pecador quanto Daniel, e mesmo assim é sempre bem visto (Isso fica claro na cena do trem, a onde Eli parte para a sua missão), e esse desvio de caráter aceito socialmente o persegue e o faz querer consertar de seu jeito nada metódico e obsessivo, isso é claro quando ele mata o falso irmão e o falso profeta fazendo-os confessarem suas falhas antes de morrerem.
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de dezembro de 2015
Oscar merecido de Daniel Day-Lewis. Ótimo exemplo de mal pelo mal, ou os fins justificam os meios. Este foi um ano tenebroso da academia do Oscar.
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