Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América
Média
3,5
1121 notas

49 Críticas do usuário

5
17 críticas
4
10 críticas
3
4 críticas
2
9 críticas
1
2 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Erika
Erika

59 seguidores 107 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de dezembro de 2015
Comédia bem louca e muito forçada, até engraçada algumas cenas, mas muito apelativa...comédia boa é aquela que é simples e sem tanta pretensão.
Andre C.
Andre C.

17 seguidores 34 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de abril de 2013
Filme maluco. Uma comédia diferente, difícil de explicar. Nada convencional, talvez isso seja o de melhor nesse filme - ver algo que beira o estranho. Por ser bem diferente, só vendo para tirarem suas conclusões.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O humor que "BORAT" exala há muito tempo não se via em comédias. Talvez desde o último filme do grupo Monty Python ou mesmo do jornal Planeta Diário, da turma do atual Casseta & Planeta. Por vezes grosseiro, escatológico, mas inebriante, ah, isso sem dúvida alguma. Borat (Sacha Baron Cohen) é um repórter do Cazaquistão que no início do filme nos mostra o seu vilarejo (de uma pobreza invejável), sua família (e sua irmã, que, segundo ele, é a quarta prostituta de todo o Cazaquistão e seus hobbies (pingue-pongue, se bronzear com um maiô digno de uma São Paulo Fashion Week e espiar a mulherada no banheiro). O governo do Cazaquistão decide enviá-lo para os Estados Unidos para que ele possa trazer material que norteie o crescimento econômico e cultural da ex-república da URSS. Ao chegar a Nova Iorque tendo como trilha sonora "Everybody's talkin'", de Harry Nilson, do filme "PERDIDOS NA NOITE", aquele com Jon Voight e Dustin Hoffman. Ao invés de termos um cowboy chegando na megalópole, temos, isto sim, um repórter do Cazaquistão, cuja obsessão sexual é casar com a atriz Pamela Anderson, da série BAYWATCH. A viagem de BORAT através do continente americano é engracadissima. Ele se depara - e tira um sarro pesado - de judeus (o proprio Sara Baron Cohen e judeu), de gente de extrema direita do Texas que aprecia rodeios, de gente da televisao, do pessoas da Casa Branca, etc. Acho que todos sao afetados pelo "furacão" BORAT, a começar pelo presidente George W. Bush. A metralhadora humorística utiliza todos os meios para atingir os seus fins; ora mais rústicos, ora mais sofisticados. O ator Sara Baron Cohen mostrou ter "cojones" para enfrentar as conseqüências que o seu humor deixaria sobre os judeus, os fundamentalistas, enfim, sobre uma America atrasada que a maioria do mundo ignora a existência. Até o governo do Cazaquistão quis processá-lo. Porém, após perceber que o ataque do filme era sobre o imperialismo burro dos EUA, o governo retrocedeu na suas sanções e até quis homenagear o ator. O humor politicamente incorreto agradece. Numa época em que não se pode falar nada de mau de nenhuma instituição, todos ficam melindrados por qualquer crítica, Sara Baron Cohen ousou desafiar a tudo e a todos. Ah, e não percam a participação dele no filme "RICKY BOBBY: À TODA VELOCIDADE" (disponível nos importadores da nossa região), em que ele interpreta um piloto francês homossexual. Arrasador.
Bruno
Bruno

31 seguidores 94 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme não exalta preconceito algum! Apenas deixam claras as diferenças culturais que podem existir entre as comunidades. Em todas as culturas existem conceitos e preconceitos, e julga-las seria uma forma errada de tentar compreende-las. Borat é sublime pois não julga, mostra. Quem faz o julgamento por ele, pelo jeito, é quem senta na cadeira do cinema.
Roberto
Roberto

5 seguidores 39 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Adorei!! A melhor comédia já vista por minha pessoa. Para quem não tem preconceitos, gosta de humor negro e acha que a vida é uma piada, eis o filme certo. Repetindo, isso se você não tem preconceitos..abrace essa.
Leandro
Leandro

4 seguidores 39 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é muito interessante. A idéia de expor as diferenças culturais (de uma maneira exagerada, é claro!)nos remete a refletir (e não só aos americanos) sobre quando muitas vezes julgamos a cultura de um povo em relação a outra e não temos a consciência de que nenhuma cultura é melhor que outra... E para isso, nada melhor do que comparar esteriótipos caricaturizados de uma cultura muçulmuna em relação a prepotência dos americanos. Apesar de algumas situções serem um tanto quanto forçadas, algumas cenas, com situações simples, demonstram claramente a essência do filme. E a idéia do documentário foi fantástica! Uma comédia totalmente diferente de tudo que já assisti!Vale a pena assistir!
Haroldo F.
Haroldo F.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de maio de 2013
o filme em si tem cenas engraçadas, mas achei muito "apelativo" com esse humor negro.
Vitor
Vitor

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Nunca em minha vida ri tanto com um filme. É realmente o unico filme que consegue fazer rir com a mesma intensidade do inicio ao fim. Ao ponto de voce considerar sair da sala devido a dor na barriga e nos musculos da face. Quem nao gostou, realmente pode se matar porque nao tem senso de humor nenhum. Nota MIL pra esse filme.
Jorge
Jorge

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente, genial, humor apuradíssimo, o ponto mais interessante é quando ele se encontra com o grupo de estudantes e no final do filme ele classifica aquela experiência como uma das piores na viagem, genial e fulminante.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa