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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
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293 críticas
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0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Chegou finalmente às telonas tupiniquins o filme que veio destruir a reputação ilibada do Brasil e extinguir o turismo em nosso território. Os alarmistas e os porta-vozes do anti-imperialismo, tipo "fora, yankees", podem se aquietar. A imbecilidade é tanta que o melhor é dar risada e relaxar. Não há razão para se levantar grandes polêmicas, principalmente quando estamos diante de um "filme-defunto", ou seja, que já nasceu abortado. Comecei a dar uma boa dose de gargalhadas com o motorista do ônibus que leva os jovens turistas norte-americanos para Recife. O sujeito dirige mal, cospe, põe o dedo no nariz, tira remela do olho e é o supra-sumo do mau-caratismo e falta de educação. O pior dele é a inabilidade na direção a tal ponto que o ônibus cai ribanceira abaixo. É claro que todos os turistas e brazucas sairam antes da queda. Como eles estão num lugar distante da civilização (se é que havia alguma na visão do roteirista Michael Arlen Ross) e já que o próximo ônibus só passaria pelo local após várias horas, os "gringos" descem uma trilha e vão curtir uma praia em plena região nordeste. É aquela festa. A aculturação com os habitantes locais é ótima: eles jogam futebol, tomam caipirinha, sambam, etc. Tudo ía bem até que um grupo de brasileiros capitaneados por um médico que deve ter pertencido ao MR-8 na época de adolescência, rapta os estrangeiros e os leva para uma casa onde serão retirados os principais órgãos para gerar uma mais-valia para os terceiro-mundistas. As cenas de mutilação são risíveis, assim como as tomadas aquáticas (quando da fuga de alguns dos turistas). É tudo tão medíocre que dá vontade de tomar um "Boa noite, cinderela" para apagar da memória os tristes 100 minutos de agonia cinematográfica.
Um bom filme para denegrir a imagem do nosso Brasil no mundo inteiro. E o pior, com anuência e indicação de um próprio brasileiro (ver curiosidades). Vale a pena assistir, com visão critica, para ver como os Estadunidenses nada sabem do nosso Brasil. Um lixo cultural esse filme que como sempre, prega o preconceito do lixo do mundo (EUA) versus o mundo inteiro.
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