Reine Sobre Mim
Média
3,7
573 notas

23 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
1,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2013
-Tem certos artistas que quando nasce pra um gênero de um filme,não pode muda-lo.Esse é o caso de Adam Sandler.Partiu pro Drama e não se deu bem.Um filme bastante chato e sem um tema específico.
-Bem meia boca.Capaz de dar sono.
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de dezembro de 2017
Sem espaços e aqui acaba-se o ódio com Adam Sandler, que filme: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/12/06/rezenha-critica-reine-sobre-mim-2007/

Desde que este filme foi para as locadoras em meados de 2007 fico naquela de assisto ou não assisto e há dez anos procrastinei este momento. Sempre a capa me chamou atenção, tanto que meu projeto pessoal (em breve divulgarei aqui) será baseado nela e depois que acabei de assistir este filme com um “leve suor” escorrendo pelos olhos fiquei me perguntando porque não assisti antes. Incrível como estes atores que são subestimados por gente chata da crítica (me incluo nessa) surpreendem quando saem da sua nuvem de conforto, vide Os Meyerowitz (confira crítica aqui) e Walter Mitty (confira crítica aqui), exemplos que pude ter o privilégio de “rezenhar” por aqui. Confiram a “rezenha” crítica de Reine Sobre Mim e desmitifiquem esta neura com o coitado do Adam Sandler ksksksks.

Reine Sobre Mim mergulha em um dos maiores traumas estadunidenses, o onze de setembro, é baseado na história de um homem chamado Charlie Fineman que perde sua família toda na tragédia, a mulher e suas filhas. O peso em cima do personagem é desumano e o impacto desta tragédia é evidente na vida de Charlie, só que ao reencontrar um velho amigo, George Johnson, ambos começam a se ajudar de alguma forma.

O filme não centraliza apenas em Fineman como em Johnson também, um dentista casado e com família mas que reclama da falta de aventuras na vida e a monotonia que a vida de casado traz. Ele encontra um Fineman o reflexo do queria ser, um homem livre para beber e sair para aonde quiser e a hora que bem quiser, entretanto a jogada de mestre muito bem dirigida e roteirizada está na instabilidade de Fineman e as situações de conflitos com Johnson quando tenta de alguma forma adentrar mais afundo na relação de amizade.

Com o desenvolvimento você vai chega a ficar meio receoso com o rumo que ambos tomam sem nenhuma perspectiva de melhora, entretanto em dado momento quando finalmente a amizade começa a contribuir com a vida de ambos o filme toma uma guinada linda e com um desfecho incrível quando Fineman finalmente resolve falar sem surtar, estes surtos inclusive colaboram para um momento dramático do filme.

O elenco é bastante conhecido contando com Liv Tyler e Donald Sutherland como suporte, inclusive o Donald como Juiz aparecendo poucos minutos impôs respeito na atuação, muito boa.

A trilha sonora também emociona, mesmo porque Fineman anda pra lá e pra cá com um fone de ouvido e seu Ipod em cima de um patinete, então volta e meia é uma oportunidade para ele colocar uma música que casa bem com a cena, vida a que mais toca do Pearl Jam, cover do The Who com o nome do filme, fora esta as demais são tão bem escolhidas que as baixei para ouvir.

Me emocionou, foi melhor do que esperava, não apenas pela situação de Fineman e todo o peso que seu personagem carregava, mas pela importância da amizade nestas horas, para os dois lados da moeda, as benesses que uma amizade verdadeira traz só pode ser contada por quem realmente tem um amigo de verdade e assistindo o filme você sente isso, a nota só não é mais alta porque no ponto alto da obra cometeu o mesmo erro que Aftermath (confiram crítica aqui) em não explorar melhor o que o personagem principal sofria ao expor tudo para fora.

Iria assistir de novo? Sim.

Minha nota é 4/5.
Gabriel Santos
Gabriel Santos

5 seguidores 38 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de novembro de 2020
Ótimo filme, com uma atuação unica do nosso querido Adam Sandler. Destaco também as outras excelentes atuações dos outros personagens e também o ótimo roteiro, muito bem trabalhado.
Cecéu Carvalho
Cecéu Carvalho

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2,0
Enviada em 15 de abril de 2026
Só assisti uma hora do filme e ainda falta mais uma hora de um angustiante roteiro que não sei se vou ter paciência pra aguentar. Entendo que a visão do espectador e a posterior critica ao filme parte sempre do seu envolvimento emocional com os personagens, reflexo de sua própria personalidade.
Charles Finneman é uma figura absolutamente insuportável e a brilhante interpretação de Adam Sandler só faz acentuar a repulsa ao personagem. Tenho horror e desprezo a pessoas que se aproveitam de suas tragédias pessoais para se colocar no papel de vítimas como se fossem as únicas no mundo a sofrer as dores e injustiças de uma sociedade doente, desequilibrada e injusta por natureza.
A compaixão de Alan Johnson (Don Cheadle), ex-colega de Charlie na faculdade, mas de quem estava afastado há mais de uma década, é compreensível num primeiro momento (toda a família de Charlie foi morta no 11 de setembro), mas inexplicável e inaceitável quando Charlie começa a ter surtos temperamentais e parte para a agressão física justamente contra aquele que estava lhe dando a mão e o ombro, além de abrir sua casa e ver sua família receber grossos respingos da grosseria gratuita de um tresloucado que deveria estar internado. É o que faria qualquer pessoa com um mínimo de bom senso e racionalidade..
Mas Alan vai na contra-mão do óbvio, aceita ser agredido, não percebe ou não quer perceber que sua própria família está, de uma certa maneira, sob ameaça, e, cristãmente, recolhe os cacos, o que incentiva as pirações do "maluco aproveitador".
Sim, vou continuar no meu calvário voluntário e assistir até o fim, mas não vejo chance de um salto triplo carpado que modifique um roteiro patético tão típico de roliúde, incapaz de fotografar a vida como ela é.
Paulo Cabrini Oliveira Mendes
Paulo Cabrini Oliveira Mendes

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5,0
Enviada em 21 de junho de 2020
Para minha pessoa a melhor atuação do Adam Sandler no cinema mistura um trauma baseado numa tragédia famíliar sobrecarga de problemas sociais psicológicos algo muito comum no qual teve uma grande amizade que de forma sem querer nada en troca esteve com o personagem nesse momento difícil algo que falta na vida cotidiana para muitas pessoas que sofrem com esse problema sério e pouco compreendido por pessoas que apenas chamam essas pessoas de loucos e outras rotulacoes displicentes já que não sabem o quanto isso prejudica o ser humano independente de classe social ou tipo de vida que leva sobre o filme excelente
Felipe Bie
Felipe Bie

2 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de junho de 2014
Um bom Filme...
com bons atores, bom roteiro.

Um filme em certos pontos de uma sensibilidade única.
vale a pena ser visto.
Martins M.
Martins M.

2 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de março de 2016
É um filme bom (mediano). Com atuação do Adam Slander num drama que explora o Estresse Pós Traumático, após um evento que devastou sua vida. Somente não gostei do vocábulo sexual, que é desagradável de ouvir quando se está num ambiente famíliar (fica a dica).
Deivi L.
Deivi L.

13 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de abril de 2026
A compaixão de um ex colega de faculdade por uma pessoa sofredora eh tocante enfrentou opiniões e se colocou a ajudar, uma pessoa virtuosa demonstrado em outras situações no filme. Adam mandou bem no papel de drama.
cláudio mesquita
cláudio mesquita

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4,0
Enviada em 19 de abril de 2026
Excelente filme escondido na Netflix!
Sandler nos conduz a sua batalha para superar a dura perda da família nos atentados de 11 de setembro, mergulhado em uma jornada de esquecimento de si próprio para seguir sobrevivendo!
Vale muito conferir!
Henrique M.
Henrique M.

4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de junho de 2022
No filme Charlie FIneman(A.Sandler) é um indivíduo que foi diretamente afetado pelos acontecimentos de 11 de setembro ( ataque terrorista nas torres gêmeas), suas três filhas, esposa e cachorro de estimação estavam naquele voo.
Após esta traumática perda, Charlie se isolou por completo, abdicou de pensamentos a respeito do acontecido e de sua familia.
Confinado em sua própria mente, Charlie cria seu mundo, onde fica claro que suas escolhas o levam para longe de uma vida social e estável. A fuga da realidade é constante, mas é exatamente isso lhe faz continuar a viver, abdicar de seus pensamentos.
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