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Isabela Figueiredo
2 críticas
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5,0
Enviada em 8 de junho de 2020
As mulheres no final mostraram o verdadeiro empoderamento feminino que precisamos. Adorei o filme, no final faltou elas vasculharem o carro dele, achar as fotos que ele tirou delas e assim ligar os fatos.
O movimento Grindhouse é uma homenagem ao cinema de terror da década de 70 e Robert Rodriguez e Quentin Tarantino dirigem 2 filmes em forma de homenagem,Robert fez o divertido thash Planeta Terror enquanto Tarantino dirige esse filme que é considerado o seu filme mais fraco,onde um dublê misógino mata suas vítimas em seu carro.O filme é bem legal e segue uma trama despretensiosa onde Stuntman Mike um dublê de carro segue jovens em busca de matá-las em seu carro.O roteiro do filme não é para se levar a sério,mais uma vez temos muitos diálogos bem escritos e longos,mas com certo tempo fica um pouco cansativo,temos uma recriação da cena inicial do filme Rosevoir Dogs mas com mulheres.No elenco temos atuações convincentes de todos incluindo as jovens de cada história contada(já que o filme é de certa forma dividido em 2 histórias)as típicas jovens sexy e que curtem bebendo e usando drogas.Tarantino dirige muito bem algumas cenas de ação com destaque para uma batida na metade do filme que é sangrenta e animal que é fantástica.
O Filme é dividido em dois atos; um Ruim, e o outro Ruim e cansativo. No primeiro posso destacar positivamente o Humor do filme e a Atuação do Kurt Russell , no papel de Mike. O final é positivamente surpreendente. Já no segundo, há uma discussão interesse, o Tarantino tenta emular a casualidade dos seus outros filmes, mas no caso sai forçado.
Considero este,até então, o filme mais fraco da linda carreira de diretor de Tarantino. Mas ainda assim é um bom filme, é ainda conta com ótimos diálogos, muita insanidade e uma ótima trilha musical, e embora este seja o filme com menos personagens memoráveis dentre seus filmes, há muito carisma em certos personagens. Tarantino usa um recurso de filmes B antigos, dando ao filme uma real sensação de estar vendo um filme B antigo de fato. O roteiro é muito básico, é simplório e sem novidades alguma, exceto por uma surpresa, que lembrou a morte da protagonista de Psicose. Kurt Russell está ótimo no filme e tem os melhores momentos. Apesar de ser simplório, tem um final bem insano e empolgante. Não é um grande filme do Tarantino,mas ainda é um bom divertimento.
Os longos diálogos que predominam o filme tem sua função: desenvolver as personagens mulheres. Sentimos pena das primeiras e torcemos pelas seguintes... e, naquele final que me fez gargalhar, cada soco era um êxtase de satisfação, pela vingança das mortas e vitória das vivas.
Tarantino nunca é ruim. Mas de todos dele esse foi um dos que menos gostei, achei que o filme não aborda de maneira profunda os personagens como de costume tarantinesco. Algumas partes ficaram jogadas e desconexas. Kurt russell brilhante no papel
Filme sem muitos recursos, a primeira parte bem cansativa com diálogos chatos e longos. Só salva a cena da batida que é bem violenta e muito impactante. Fora isso é um pé no saco .
Um lap dance memorável, uma fusão elegante entre os famigerados anos 70 e seu trash psicodélico e cruel e o moderno mundo das feministas e das cores resgatadas dessa época, o filme de Tarantino é um polimento estilístico a esse gênero, que merece ser revisto como foi ambicionado: como um programa duplo com Planeta Terror, o filme de Robert Rodriguez que também seguia essa mesma premissa de parecer um filme B.
Bom filme de ação, com uma surpreendente vitória feminina. O que ficou inexplicado é a motivação do dublê Mike ao atacar as jovens. Tarantino já mostra seu talento, faz uma "ponta" no filme, que presta uma homenagem aos anos 70. Como sempre, o diretor e roteirista mostra cenas sádicas e violentas, mas a cada filme posterior ele aprimora o seu talento.Em certos momentos, o filme lembra o ótimo O Encurralado (Duel), de Steven Spielberg.
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