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Mauricio Louz
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58 críticas
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4,5
Enviada em 23 de abril de 2021
Sensacional!! Que filme recompensador, a ação é excepcional o diálogo é no estilo Tarantino de ser bom. E um final surpreendente. Assistam!! É sentir orgulho de ver essa arte.
Tarantino é o cara! Sabendo disso ele se dá ao luxo de, propositadamente, fazer de tudo para que seu filme À Prova de Morte seja visto pelo público como um filme descartável, de péssima qualidade de edição, com fotografia sem retoques e artificialismos e trilha sonora das mais variadas possíveis numa mistura sui generis. Deve ter dado um trabalho enorme para Tarantino e sua equipe fazer esta produção parecer um lixo cinematográfico! Não para seu público cativo que já conhecem suas manhas e excentricidades criativas muito menos para os críticos cinematográficos que adoram filmes “cabeças”. Confesso que balancei com este filme. Tudo bem que Tarantino é criativo e excêntrico nos seus diálogos “nada a ver” intermináveis tão característicos de sua obra (que me declaro de pronto admirador desta façanha) e por sua mania de querer homenagear os filmes da década de setenta e oitenta com suas trilhas sonoras e tudo mais. Mas não é fácil apreciar à primeira vista este À Prova de Morte. Talvez porque tenha visto este filme baixado da internet com qualidade ainda mais inferior daquilo que Tarantino se propôs a fazer e com as legendas andando rápidas demais ou fora de sincronia. Alguns diálogos foram impossíveis acompanhar e lá pelas tantas eu já não sabia mais quem estava falando o que para quem. Assim, nem com toda a paciência e adoração pela obra de Tarantino foi possível apreciar esta obra e dar-lhe os devidos méritos e aplausos. Preciso ser sincero e dizer que mesmo com toda esta “criatividade” do Tarantino o filme me pareceu sem propósito. Aliás, o grande propósito do filme foi satisfazer ao próprio diretor sem importar-se com a audiência do grande público. Filmou para si mesmo e para provar aos mortais que ele pode fazer o que lhe dá na telha. Como não precisa provar mais nada a ninguém se dá ao luxo de filmar da maneira que quer e o resto que aceite (ou não). Acho até que só Tarantino (e os seus fãs mais ardorosos) curtiu todo este experimentalismo cinematográfico. Quando vi Planeta Terror também dirigido por Tarantino aplaudi de pé toda aquela encenação e curti muito aquela homenagem aos filmes de terror de quinta. Mas não consegui ficar igualmente entusiasmado por esta produção atual que também simula toda esta plasticidade da precariedade técnica e criativa. Aqueles cortes de edição, a imagem truncada e desfocada, a ação quase que estereotipada dos atores e a canastrice em dose cavalar de Kurt Russel tudo isto já foi visto no Planeta Terror. Já sabemos que Tarantino é um gênio. Agora a ficar a produzir só “homenagens” vai ficar cansativo... Quem assistiu Bastardos Inglórius, Kill Bill I e II, Jackie Brown, Cães de Aluguel, Pulp Fiction – Tempo de Violência, Amor à Queima Roupa e Tempos de Violência sabe que Tarantino é o cara! Espero que esta fase “experimental” passe logo. Já vi Planeta Terror e me dou por satisfeito. Que ele mire suas lentes para mostrar-nos sua genialidade e contar-nos uma boa história. Só pra não dizer que não falei de flores... Gostei do final e da possibilidade que Tarantino nos coloca da vingança possível e que um dia o bandido irá encontrar alguém que o enfrente e o aniquile. Aquela perseguição de carros da segunda parte foi de tirar o fôlego e é claro aquele “papo de mulher” (que apesar de não ter sido possível apreciar pela baixa qualidade do arquivo baixado da internet) deu para sentir que Tarantino agora foca sua lente para o universo feminino. Não me atirem pedras fãs de Tarantino, porque eu também sou fã do cara! Vou comprar este DVD, rever o filme e provavelmente fazer os elogios que ele merece. meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com
Uma ótima homenagem a filmes de carro dos anos 80! Kurt Russel está muito a vontade no papel de um maniaco que tem obsessão por assassinar mulheres com seu veículo. Diálogos espetaculares como já de costume do Tarantino, além de sequências de ação de te deixarem na ponta da cadeira.
Uma porcaria de filme, um dos piores que vi, cenas fracas, muito diálogos chatos, não tem nada nesse filme, é vazio, Ruim em tudo, roteiro ,cenário, montagem, seqüências, atores e atrizes, por sinal elenco de gente muito feia, salvo duas mulheres, uma em cada case. Votei uma estrela, mas merecia zero, pena não tem essa opção.
Um filme ágil e de fotografia trash, como é a proposta. Atuação inspiradas das mulheres. Diálogos agéis e muitas referências para cinéfilo algum botar defeito. Trilha sonora impecável que tem até o mestre Enio Morricone. Vale a diversão.
Simplesmente o pior filme que já vi (se duvidar, na minha vida toda). Muitos diálogos chatos, pouca ação, personagens chatos pra caramba (exceto o psicopata do filme).
Muito bom filme! Tem as cenas de ação mais incríveis do cinema, que eu particularmente gostei muito, pois não são exageradas como em outros filmes (tipo às que tem em Velozes e Furiosos, Transformers, Duro de Matar, Vingadores, etc.), e são bem realistas. O filme peca nos diálogos exagerados.
Tarantino nunca é ruim. Mas de todos dele esse foi um dos que menos gostei, achei que o filme não aborda de maneira profunda os personagens como de costume tarantinesco. Algumas partes ficaram jogadas e desconexas. Kurt russell brilhante no papel
Olhei o filme, mais para completar o "álbum de figurinhas" do Tarantino, apesar de ainda não ter visto Os oito odiados. Achei bem fraco, parece um LP para preencher contrato. Tudo de chato do diretor está ali, muitos diálogos como se fossem explicações definitivas de algo, corte de cenas como se fossem pequenos inícios (mal montados), tomadas clichês ao extremo. A função de vingança, criar um bandido e terminar com catarse extrema, não funciona, uso de diversos recursos de fotografia, fica sem nexo. Acho que a única coisa que ficou legal foi o resgate do Kurt Russell, até a trilha soa estranha, mesmo legal, é outro clichê Tarantinesco. Se o objetivo era criar um clichê de filme amador, dos erros de quem esta começando, funcionou, só que não me agradou. Quem é fã, tem que olhar, colocar a figurinha que falta no álbum, mas um fast forward, não atrapalha em nada.
A primeira parte tem boas cenas. A ameaça é invisível, mas constante. Os diálogos longos têm função: criam expectativa, constroem atmosfera e deixam o impacto final mais cruel.
Já a segunda parte tenta repetir a fórmula já mostrada: grupo conversando sobre o cotidiano banal, mas sem o mesmo peso dramático, pois o filme já “mostrou a carta” antes e a sensação de imprevisibilidade diminui. O desfecho final é aceitável porque quebra a previsibilidade, mas até chegar lá o filme é estagnado, e a exaustão quebra o potencial do filme.
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