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DEYNER D.
11 seguidores
33 críticas
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4,0
Enviada em 12 de julho de 2014
Mais ou menos,poucas cenas de mortes,e tem vários corte e isso me mata de ter a melhor transformação de um filme de lobsomem de todos os tempos ,mas perde em questão de qualidade ultima parte do filme,da pra perceber real que é muito mecanizado o parecendo aqueles touro mecanico de !Tem filmes melhores dos 80..Mas é um bom filme!
Clássico,no auge da década de 80 um lobisomem americano em Londres é uma mistura de gêneros divertida e com cara de anos 80 sensacional que conta com uma das cenas mais bem realizadas do cinema.Dois amigos estão viajando por Londres e quando estão andando em uma estrada deserta percebem que estão sendo seguidos por um animal,a situação piora quando um dos rapazes é dilacerado por um lobo feroz e David é apenas arranhado pela coisa,logo depois ele começa a ter visões de seu falecido amigo o avisando que ele se tornará em um Lobisomem.O que mais se destaca aqui é o excepcional trabalho de maquiagem que ganhou o Oscar daquele ano.O diretor John Landis não foca em uma história propriamente de terror e mescla terror com comédia que funciona perfeitamente,o roteiro não é pra se levar muito a sério pois ele não é de terror propriamente e isso talvez pela característica do diretor que tem comédias no currículo.As atuações são boas e a cena da transformação é perfeita com Close no rosto e corpo inteiro que deixa filmes atuais no chinelo.
O Meu Segundo Filme de Lobisomem Favorito, Só Perde para Grito de Horror de Joe Dante(1981),A Cena da Transformação, Do Metro E Final São Geniais, E A Relação do Protagonista Com a Enfermeira Comovem (Mesmo),Enfim Um Verdadeiro Clássico Do Gênero Terror Meu Favorito do John Landis.
O melhor filme sobre lobisomem já feito, transformação fantástica e mostrada sem pressa numa época que computação gráfica ainda era tosca, este filme e o filme Grito de Horror merecem um remake a altura, com um bom roteiro (respeitando o original do começo ao fim, mas corrigindo algumas falhas) e cenas bem feitas utilizando a computação gráfica apenas em alguns momentos decisivos, como por exemplo na hora que o monstro está caminhando.
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