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Fernansimoes
6 críticas
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2,0
Enviada em 14 de outubro de 2025
Grande decepção com esse filme, não chega aos pés do primeiro que foi emocionante e ainda teve uma pitada de romance entre o Keanu e a linda Sandra Bullock.
Velocidade máxima 2 aconteceu 3 anos após o primeiro filme a direção segue com Jan de Bont e roteiro muda e vai para Randal McCormick e Jeff Nathason. Na trama, acompanhamos novamente Annie (Sandra Bullock) que está com o seu novo namorado, o policial Alex (Jason Patric). Ambos estão no começo do namoro e decidem fazer um cruzeiro para o Caribe. Porém, não esperavam que iria encontrar um sádico John (Willem Dafoe) que pretende afundar o navio. É fato que assim como o 1 filme, o 2 também é um clássico, pois passou muito vezes na globo e tem cara daquele fim de tarde (sessão da tarde, temperatura máxima etc), mas deixa a deseja em diversos pontos. Aqui falaremos logo dos pontos positivos (e até melhores do que o primeiro filme). Entre eles podemos citar a boa trilha sonora e um vilão superior ao primeiro. Dafoe cai muito bem com personagem com algum tipo de psicopatia. De resto, tudo ficou muito abaixo. O casal protagonista não tem sintonia nenhuma (nem parecia que estavam num começo de namoro). A personagem de Bullock decaí (não por culpa dela) e beira uma coadjuvante, além de ser irritante em vários momentos ao tentar se engraçada. Patric está muito abaixo daquilo que Reeves (que não quis participar dessa continuação) foi. O filme tem quase nenhuma ligação com o primeiro filme, a não ser a menção que Annie fala que acabou o namoro com Jack. A ideia de colocar toda a ação em alto mar pareceu uma boa premissa, mas que não conseguiu se desenvolver legal. Além dos personagens secundários serem todos descartáveis demais.
Esse filme deveria ter outro nome, pois não tem nada a ver com o primeiro. Com exceção do nome da personagem da Sandra Bullock, nada mais lembra o anterior, não tem a mesma ação, nem o mesmo suspense, nem uma história convincente. Por se passar em alto mar, a noção de "velocidade" se perde, o papel da Bullock foi reduzido a uma mera coadjuvante que grita, corre e fala coisas óbvias, enquanto seu par tenta fazer coisas heróicas. No fim, esse filme é apenas mais uma história genérica de navio, com um roteiro sem pé nem cabeça, um vilão sem motivação plausível e sem ação que prenda o expectador.
Hoje é um filme clássico, mas lembro que na época do lançamento ele foi bem criticado. Na minha opinião tá no mesmo nível do primeiro, tirando o fato deste segundo não ter o Keanu Reeves. Bom pra assistir num dia sem muitas opções de filmes.
É o melhor da serie, boa atuação. Mostra um pouco da psicopatia e capacidade que a tecnologia moderna pode ter de controle sobre a segurança de outras pessoas. Ação não falta. O final e a parte mais interessante. Efeitos especiais estão de parabéns.
Sandra Bullock entrou numa grande roubada em fazer um papel pastelão dentro de um navio controlado por um maníaco que pensa em roubar as joias e ao mesmo tempo aniquilar a tripulação levando o barco em direção à costa. Desta vez não é a policia que é chamada para resolver o problema e o problema que vai até o Alex Shaw personagem interpretado pelo decadente Jason Patrick
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