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Eder Brito
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2,5
Enviada em 3 de julho de 2017
Uma trama muito bem desenvolvida, eu esperava mais confesso, mas não tem como exigir muito em efeitos para um filme de 1983, as atuações são razoavelmente boas mas não me vi em algum momento aflito, "A coisa" é algo nojento até mas não é algo que cause tanto medo, ou tanta apreensão, ele não é tão inteligente ou rapido e facilmente é detido sendo queimado, é uma ameaça por ser homicida e gera o suspense por poder se transformar em seres vivos mas ao mesmo tempo pode "facilmente" ser abatida que tira um pouco da agonia. De qualquer forma não é de todo mal.
Enquanto ET pregava a pacificação entre terráqueos e seres de outros planetas, esta realização do aprendiz - mais para terror - de HITCHCOCK, JOHN CARPENTER, realizador de obras como HALLOWEEN, FOG - A BRUMA ASSASSINA e FUGA DE NOVA YORK, ainda encara o que vem do espaço como uma ameaça mortal para a humanidade. Na verdade este atraso de CARPENTER é devido principalmente ao fato de ter se inspirado - refilmado - num ficção cientifica da década de 50. Bem construido, bons efeitos especiais, com clima claustrofóbico marcante - ai tem muita influência de ALIEN do RIDLEY SCOTT - mas tem um certo clima ultrapassado por causa da mensagem pacifista de SPEILBERG e seu ET. Visto em 1983 no Cine Centenário de Ribeirão Preto.
No geral, esse remake de "A Coisa de Outro Mundo" é um filme criado pela Universal com o objetivo de ter o mesmo sucesso que Alien trouxe para a Fox nos anos 70. Além de ter uma história que não leva a lugar algum, o filme falha miseravelmente em tentar trazer alguma profundidade, principalmente pela péssima atuação dos atores presentes no longa. Daqui já percebe-se o motivo pela superestimação do ator Kurt Russell na atual Hollywood: Beleza, porque talento com certeza não foi. O estilo fotografia é aceitável, bem semelhante aos blockbusters modernos, mas não chega nem perto da delicadeza dos filmes de Stanley Kubrick, muito menos de Alfred Hitchcock ou Martin Scorsese. Mas o filme tem suas qualidades. Os efeitos práticos são fantásticos para a época, embora não apareçam a todo momento. A trilha sonora também ajuda um pouco na imersão, além de haver um momento de tensão bem construído antes do ato final. Mas se vale uma reassistida? Com certeza não.
Um filme que surpreende pelos seus efeitos especiais. Tem uma premissa interessante, porém a execução é pífia. Não há profundidade nos personagens que, além de bidimensionais, são inverossímeis. O roteiro contém falhas estúpidas que me tiram da experiência. Não há terror, não há suspense. O final é péssimo.
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