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Gil Nascimento
7 seguidores
48 críticas
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4,5
Enviada em 30 de dezembro de 2020
O filme é quase impecável em todos os aspectos, a forma como o diretor consegue dar um gradiente de tensão que culmina em um ápice final. O roteiro consegue trazer uma perfeita dualidade que se encontra dentro da espécie humana, a tentativa de proteção e manutenção da espécie como todo em relação a uma ameaça sem precedentes, assim como o egoísmo de proteger sua própria vida em detrimento da morte de outros.
O filme tem como enredo, a tentativa de contenção em relação a uma ameaça externa, vindo de outro planeta e que consegue assumir a forma de qualquer coisa que seja orgânica. Através do plot de invasão alienígena, o diretor e roteirista conseguem abordar a paranoia de se viver em uma região distante da civilização, assim como o egoísmo, falta de confiança, arrogância e prepotência inseridas em alguns personagens. Se trata de um filme complexo que tenta entrar no âmago do ser humano, suas crenças, qualidades e defeitos. Uma verdadeira obra prima.
Este é o meu filme favorito de John Carpenter. Ele acerta no suspense, no terror e no horror cósmico. É definitivamente uma obra-prima apresentada a mim pelo meu pai. A prequela homônima de 2011 segue com uma qualidade inferior devido ao abandono do uso de efeitos visuais práticos que forneceram credibilidade superior mesmo dos filmes de terror hodiernos, contudo mantém com fidelidade aos detalhes e a dose certa de mistério que o primeiro filme foi capaz de proporcionar. Uma das coisas que transformam esta obra em uma magnífica obra de terror é a não materialização da ameaça, a qual se modifica a cada enfretamento tornando-se imprevisível, além de extremamente brutal. Não é apenas um filme em que o telespectador desconfia de todos, e sim um filme em que o próprio extraterrestr não tem forma ou aparência fixa e um modus operandi completamente desconhecido. É uma filme como nenhum filme atual jamais conseguiu replicar.
Um clássico. Um dos melhores filmes de terror/ficção. As transformações e criaturas merecem um prêmio à parte. Poderiam manter o nome original : " A coisa"
O filme se desenvolve na Antártida, na maior parte, na base americana ali instalada. Alienígena que consegue se tornar cópia fiel de quem ele mata, é o inimigo a ser vencido. O começo do filme é interessante, pois ficamos indignados com um homem tentando abater um cão, atirando com um rifle, a partir de um helicóptero, que corre em disparada pela neve. No final do filme lembramos dessa cena e concluímos o quanto estávamos errados! Muito bom filme de suspense, dirigido por John Carpenter. Kurt Russel não compromete em sua atuação. Apesar de sua produção ser de 1982, conta com bons efeitos especiais. O final não cai em clichê. Não podemos esquecer a participação de Ennio Morricone na trilha sonora, que valoriza, e muito, todas as cenas.
Clássico do gênero, não é a toa que o favorito só diretor pena que estreou nos cinemas na mesma época que et o que sem dúvida alguma prejudicou seu desempenho nas bilheterias pois merecia mas reconhecimento do que teve.
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