Zé carrega um fardo que o tempo insiste em não levar. Entre ferramentas gastas e pilhas de objetos esquecidos, ele passa os dias tentando consertar o que a maioria já jogou fora. Mas a poeira da oficina esconde rachaduras muito mais profundas: as de sua própria história. Enquanto ouve de todos ao redor a mesma pergunta incômoda, "Por que você insiste em remendar esse monte de coisa que não tem mais jeito?", Zé precisa encarar que a verdadeira peça quebrada talvez seja ele mesmo, e que alguns remendos exigem mais do que simples colagem.