Em Cabo Verde, temas como saúde mental e dependência química ainda são cercados por silêncio e preconceito. Sukuru mergulha nesse cenário por meio de um thriller psicológico que acompanha Jiló, um jovem esquizofrênico e viciado em crack, em sua intensa luta contra a dependência. Enquanto enfrenta os próprios demônios e tenta lidar com a doença, ele também vive uma relação marcada por conflitos e sofrimento com sua mãe. Entre delírios, traumas e a dura realidade da exclusão social, o filme constrói um retrato sensível e impactante sobre o peso do estigma, revelando as feridas invisíveis de uma sociedade que ainda evita discutir esses temas.