Jackie comenta com seu amigo Bruno que eles podem estar vivendo dentro de uma simulação. A princípio, a ideia parece apenas uma conversa casual, mas Bruno passa a levar a sério e decide investigar se existe algo errado com a realidade ao seu redor. Enquanto procura possíveis falhas no cotidiano, pequenos acontecimentos começam a parecer estranhos e difíceis de explicar. Aos poucos, sua rotina perde a estabilidade, e situações comuns ganham novos significados. Quanto mais Bruno tenta descobrir a verdade, mais difícil se torna distinguir o que é real do que pode ter sido programado. Em meio à paranoia, ele precisa questionar suas próprias percepções.
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