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Ricardo “Sheik” Ferraz Andrade de Campos
13 críticas
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0,5
Enviada em 17 de maio de 2026
Não recomendo. Mais do mesmo. Muito Arthur e pouco Zico. Não emociona nem diverte. Crianças não entenderão, jovens irão apenas acompanhar os pais, mulheres irão bocejar. Somente os flamenguistas mais fervorosos e os fãs de carteirinha do craque para tratar o despretensioso documentário como uma obra-prima.
Mesmo esperando mais da produção para se fazer um documentário do maior ídolo de todos os tempos do Flamengo é referência de muitos jogadores considerados gênios do futebol, o filme mostra o grande profissional e grande homem dentro e fora de campo, suas conquistas e seus fracassos e principalmente suas verdades que não lhes deixam mentir.
Me emocionei logo nos primeiros momentos do documentário/filme. Fui com meu pai, que é fã de Zico, e me apresentou o Flamengo desde pequeno. No mais, a obra reúne um bom material pra constituir uma biografia do jogador. Quando chegou ao final, a plateia (maioria de torcedores do Flamengo) começou a aplaudir e cantar. Esse filme merece uma boa nota final. 酪❤️
Não é apenas um jogador de futebol, é a vida de um cara que foi ídolo do Flamengo e respeitado por todas as torcidas. Uma pessoa íntegra e correta o tempo inteiro, talvez por isso o filme parece carecer de emoções maiores para quem não viveu os anos 80.
Entrega toda a trajetória do Zico, desde Quintino, na sua infância com seus pais e irmãos, além da sua carreira profissional em todos os clubes que passou, seleção brasileira, e também imagens nunca vistas sobre o dia a dia da família.
Orgulho de ser rubru negro e orgulho dessa nação o Zico está de parabéns pelo belo filme ....quem não for ver vai se arrepender de não ter ido ...vamos Nação todos tem a obrigação de ver esse excelente filme...
Zico, o Samurai de Quintino é um documentário eficiente, mas acomodado. Ele entrega exatamente o que o torcedor espera, sobretudo quem tem ligação com o Clube de Regatas do Flamengo e com a figura de Zico. Funciona como celebração, mas evita qualquer aprofundamento crítico. Não há tensão narrativa, nem exploração mais rigorosa das frustrações da carreira, especialmente na seleção. A fase no Japão e o vínculo com o Kashima Antlers aparecem mais como curiosidade do que como eixo analítico. Tecnicamente correto, o filme cumpre seu papel, mas não ultrapassa o nível de homenagem. É envolvente para quem já admira o personagem, porém limitado como retrato mais complexo de sua trajetória.
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